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	<title>Comentários sobre: 13 de maio de 1888, 13 de maio de 2008: um aniversário de 120 anos *</title>
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		<title>Por: ronaldo</title>
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		<dc:creator>ronaldo</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Aug 2008 15:59:33 +0000</pubDate>
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		<description>hacker meia boca daqui alguns dias me livro de vc , esse compudador ja esta sendo vendido quero ver vc invadir o outro, seu rato meia boca, acho que na verdade vc quer mesmo é dar o rabo pra mim. e me perdoem por estar usando este espaço para ter um dialogo com esse hacker filho da puta é que toda pagina que entro lá ele esta é um corno filho de uma vadia.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>hacker meia boca daqui alguns dias me livro de vc , esse compudador ja esta sendo vendido quero ver vc invadir o outro, seu rato meia boca, acho que na verdade vc quer mesmo é dar o rabo pra mim. e me perdoem por estar usando este espaço para ter um dialogo com esse hacker filho da puta é que toda pagina que entro lá ele esta é um corno filho de uma vadia.</p>
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		<title>Por: ronaldo</title>
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		<dc:creator>ronaldo</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Aug 2008 15:10:28 +0000</pubDate>
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		<description>12/8/2008 22:09:10	Intrusion.Win.MSSQL.worm.Helkern	218.64.237.219	UDP	1434
   

ainda descubro como te achar seu filho da puta hacker meia boca vai envadir a naza seu branco de neve albino racista do caralho. o seu nome no meu email é: milton nascimento soares</description>
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<p>ainda descubro como te achar seu filho da puta hacker meia boca vai envadir a naza seu branco de neve albino racista do caralho. o seu nome no meu email é: milton nascimento soares</p>
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		<title>Por: ronaldo</title>
		<link>http://120cartas.ig.com.br/wp/13-de-maio-de-1888-13-de-maio-de-2008-um-aniversario-de-120-anos/comment-page-1/#comment-4451</link>
		<dc:creator>ronaldo</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Aug 2008 15:05:01 +0000</pubDate>
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gente esse hacker safado esta infernizando minha vida se alguém souber como eu achar o endereço dele por gentileza postem aqui pra mim. quero me encontrar com ele frente á frente.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>12/8/2008 21:55:12	Intrusion.Win.MSSQL.worm.Helkern	195.115.11.71	UDP	1434</p>
<p>gente esse hacker safado esta infernizando minha vida se alguém souber como eu achar o endereço dele por gentileza postem aqui pra mim. quero me encontrar com ele frente á frente.</p>
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		<title>Por: KLEBER SANT´ANA MATOS</title>
		<link>http://120cartas.ig.com.br/wp/13-de-maio-de-1888-13-de-maio-de-2008-um-aniversario-de-120-anos/comment-page-1/#comment-4197</link>
		<dc:creator>KLEBER SANT´ANA MATOS</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 Aug 2008 18:54:11 +0000</pubDate>
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		<description>QUANTOS 13 DE MAIO 

Quantos 13 de Maio se passaram, o Negro era açoitado, amarrado ao pelourinho e obrigado a trabalhar nos canaviais e engenhos de açúcar.

Quantos 13 de Maio se passaram, o Negro era obrigado a construir grandes casarões para os Marqueses e Barões e era caçado como animal e vendido em leilões 

Até que um dia DEUS iluminou a áurea de uma mulher desprovida de beleza, porem linda de coração libertando-os da escravidão.

Obrigado raça Negra pôr sua influência generalizada 

AGRADEÇO: Pela Comida, a Capoeira, Crença, Cultura, Blue, Jazz, Soul, Funk, Hip Hop, Samba, Pagode, Axé, Rap, Modas, Morenas, Mulatas e Negras.

Quantos 13 de Maio ja se passaram e o negro permanece acorrentado entre a fome e a miséria..

Quantos e Quantos 13 de Maio ja se passaram eo Negro ainda permanece acorrentado entre a discriminação racial e a desigualdade social.

Ah!!! Quanta falta faz aquela PRINCESA exemplo de nobreza, luz da liberdade em pena de Faisão,.

E agora o que fazer? OLHO PARA O CÈU E PERGUNTO

CADÊ IZABEL ?

Autor: KLEBER SANT´ANA MATOS
Patenteado 04/04</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>QUANTOS 13 DE MAIO </p>
<p>Quantos 13 de Maio se passaram, o Negro era açoitado, amarrado ao pelourinho e obrigado a trabalhar nos canaviais e engenhos de açúcar.</p>
<p>Quantos 13 de Maio se passaram, o Negro era obrigado a construir grandes casarões para os Marqueses e Barões e era caçado como animal e vendido em leilões </p>
<p>Até que um dia DEUS iluminou a áurea de uma mulher desprovida de beleza, porem linda de coração libertando-os da escravidão.</p>
<p>Obrigado raça Negra pôr sua influência generalizada </p>
<p>AGRADEÇO: Pela Comida, a Capoeira, Crença, Cultura, Blue, Jazz, Soul, Funk, Hip Hop, Samba, Pagode, Axé, Rap, Modas, Morenas, Mulatas e Negras.</p>
<p>Quantos 13 de Maio ja se passaram e o negro permanece acorrentado entre a fome e a miséria..</p>
<p>Quantos e Quantos 13 de Maio ja se passaram eo Negro ainda permanece acorrentado entre a discriminação racial e a desigualdade social.</p>
<p>Ah!!! Quanta falta faz aquela PRINCESA exemplo de nobreza, luz da liberdade em pena de Faisão,.</p>
<p>E agora o que fazer? OLHO PARA O CÈU E PERGUNTO</p>
<p>CADÊ IZABEL ?</p>
<p>Autor: KLEBER SANT´ANA MATOS<br />
Patenteado 04/04</p>
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	<item>
		<title>Por: Carlos Carvalho Cavalheiro</title>
		<link>http://120cartas.ig.com.br/wp/13-de-maio-de-1888-13-de-maio-de-2008-um-aniversario-de-120-anos/comment-page-1/#comment-4110</link>
		<dc:creator>Carlos Carvalho Cavalheiro</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Aug 2008 23:59:28 +0000</pubDate>
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		<description>Guerra à vadiagem: negro foi feito pra trabalhar!

Carlos Carvalho Cavalheiro.
17.02.2008
120 anos da Abolição de Escravidão no Brasil.

A historiografia tradicional sorocabana enaltece a ocorrência da abolição antecipada em 25 de dezembro de 1887, oportunidade em que o Clube Emancipador proclamou a redenção da cidade de Sorocaba e a libertação dos últimos cativos.

Muitos são os fatores que explicam essa antecipação. A incipiente industrialização e o dinheiro acumulado com as feiras de muares contribuíram para que as relações entre capital e trabalho ocorressem de outra forma com o crescimento do trabalho assalariado. O jornal Diário de Sorocaba em artigo que comemorava a abolição antecipada afirma que os paulistas foram convencidos de que não podia haver meia liberdade ao escravo e que por isso “concederam-lhes liberdade incondicional e salário, como aqui alguns fazendeiros adoptaram já…”.[1]

Outro fator é o crescente número de entrada de imigrantes no Brasil, estimulada pelo deputado sorocabano Ferreira Braga (que também pertencia ao Clube Emancipador) o qual desde o início da década de 1880 pelejava para a promulgação de leis e previsão no orçamento com a finalidade de estimular a imigração.[2]

Considere-se também a própria evolução do movimento abolicionista sorocabano (que na década de 1880 recebe apoio do teatro, da imprensa e filia-se ao movimento dos caifazes, segundo Aluísio de Almeida) que vai promovendo alforrias eventualmente. O aumento do preço do escravo - estimulado com o fim do tráfico africano (1850) e interprovincial (década de 1880) - também tornava economicamente inviável a manutenção de trabalhadores escravos. Ainda há de se levar em conta o episódio do Êxodo de Capivari, quando centenas de escravos liderados por Preto Pio abandonaram as fazendas daquela cidade numa fuga em massa, passando por Porto Feliz, Sorocaba, São Paulo e rumando até Santos para o Quilombo do Jabaquara. Essa fuga, ocorrida em fins de outubro de 1887, certamente convenceu os últimos renitentes senhores de escravos de que a instituição da escravatura não tinha futuro. Afinal foi um evento de proporções assustadoras, repercutindo na decisão do Clube Militar em oficiar ao império comunicando a sua decisão de não mais perseguir escravos fugidos.

Toda essa introdução se faz necessária para que não reste dúvida de que a abolição antecipada não ocorreu por conta de um crescimento da consciência da elite sorocabana que, estrategicamente, escolheu a noite de Natal para emancipar seus escravos. A despeito da suposta boa intenção de alguns, o que se pretendia mesmo era continuar explorando a mão-de-obra do negro de alguma forma. Um exemplo disso é que boa parte das cartas de alforria dessa época eram condicionais, ou seja, o ex-escravo para conseguir sua liberdade completa se comprometia a trabalhar alguns anos para o mesmo senhor. Outro fato que corrobora a afirmação acima é que alguns senhores, passados meses da abolição antecipada - certamente acreditando que o governo imperial acabaria com a escravidão ainda em 1887 ou começo de 1888 - arrependeram-se e procuraram re-escravizar os antigos cativos.

Entretanto, o que mais desnuda a hipocrisia da elite sorocabana é o incentivo e promoção de uma guerra à vadiagem ocorrida logo após a decretação do fim da escravidão. A classe dominante queria fazer crer que o aumento da vadiagem estava diretamente relacionado ao crescente número de libertos, do que se depreende que, para essa elite, os escravos não estavam moralmente preparados para a vida em liberdade.
O jornal Diário de Sorocaba, cujo redator Maneco Januário era tido como um dos mais ferrenhos abolicionistas, não cansou de solicitar a atuação das autoridades para que fosse reprimida a vadiagem.

Por outro lado, o mesmo jornal pedia aos libertos que se aplicassem ao trabalho com esforço e tenacidade para que “se mostrem dignos da condição que ora têm”.[3]
A autoridade policial inicia a prisão daqueles que não possuíam trabalho fixo e regular, os chamados vadios. Verifica-se que a liberdade do negro era relativa: tinha a liberdade desde que se adequasse à lógica do capital e trabalho, ou seja, que como proletário não possuidor dos meios de produção vendesse sua força de trabalho para o burguês empregador.

Ideologicamente, todo aquele que conseguisse sobreviver fora dessa lógica do trabalho alienado era tido como exemplo pernicioso uma vez que servia de paradigma aos que não quisessem se alinhar dentro do modelo imposto. Era o ócio que incomodava. Era incômodo ao Estado - em toda a sua amplitude - aos diversos quadros da elite e mesmo àquele que era explorado, mas que não conseguia ou não queria transcender a essa exploração.

A guerra à vadiagem em Sorocaba, iniciada em fins de 1887 e recrudescida a partir de maio de 1888, era perversa na medida em que associava o crescimento da vagabundagem com a nova condição jurídica do negro, que de escravo passa a ser homem livre. Livre, mas sem liberdade para escolher seu próprio destino, sem condições de obtenção de trabalho digno, quer pelo preenchimento dos postos de trabalho pelos imigrantes brancos, quer pela falta de qualificação profissional imposta pelo cativeiro. O escravo do eito, aquele que trabalhou no plantio nas fazendas, não encontrava colocação nas atividades urbanas que requeressem qualificação.

Como trabalhadores marginalizados esses negros formarão uma espécie de lumpemproletariado ou um exército de reserva para o capital. Discriminados, são perseguidos e presos. Essas prisões eram enaltecidas e aplaudidas pela imprensa sorocabana que sempre que podia evidenciava a participação dos negros nessas detenções.

No entanto, as prisões vão perdendo sua força moral com o passar do tempo. Afinal, não havia justificativa para a manutenção do preso por vadiagem no cárcere por mais que alguns dias. Ademais, dentre os considerados vadios havia aqueles que por uma questão social e de preconceito não obtinham trabalho formal. Portanto, não era a iminência da prisão que iria modificar esse fato uma vez que a razão do desemprego estava dissociada da vontade de trabalhar. O negro não obtinha trabalho nem sempre porque não quisesse, mas sim, em muitos casos, pela falta de oportunidade.

Nesse momento a imprensa apóia o recrutamento como forma de coibir a vadiagem ou mesmo como meio de diminuir o trânsito dos vadios pelas ruas da cidade. Diversos artigos e notas sobre o recrutamento dos vadios são veiculados no Diário de Sorocaba. Uma vez mais a elite sorocabana dá um tiro n’água. A última vez que os sorocabanos ouviram falar em recrutamento foi durante a Guerra do Paraguai que deixou nos campos longínquos muitos corpos de soldados brasileiros. A prática da caça de voluntários a laço ainda estava fresca na memória de todos. Conseqüência: em Sorocaba começou a faltar víveres porque os produtores rurais deixavam de ir ao mercado vender a sua produção com medo de serem recrutados.

Não adiantou o jornal esclarecer que desta vez seriam recrutados apenas os vadios. Ninguém acreditava nas boas intenções do governo dado o que ocorrera décadas antes com a guerra contra o Paraguai. Desse modo a elite teve de abandonar por algum tempo a guerra contra a vadiagem iniciada especialmente quando os escravos negros receberam a liberdade.

[1] Diário de Sorocaba, 27 dez 1887, p. 01.
[2] CAVALHEIRO, Carlos Carvalho. Scenas da Escravidão. Sorocaba: Crearte, 2006, p. 170.
[3] Diário de Sorocaba, 22 ago 1888, p. 01.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Guerra à vadiagem: negro foi feito pra trabalhar!</p>
<p>Carlos Carvalho Cavalheiro.<br />
17.02.2008<br />
120 anos da Abolição de Escravidão no Brasil.</p>
<p>A historiografia tradicional sorocabana enaltece a ocorrência da abolição antecipada em 25 de dezembro de 1887, oportunidade em que o Clube Emancipador proclamou a redenção da cidade de Sorocaba e a libertação dos últimos cativos.</p>
<p>Muitos são os fatores que explicam essa antecipação. A incipiente industrialização e o dinheiro acumulado com as feiras de muares contribuíram para que as relações entre capital e trabalho ocorressem de outra forma com o crescimento do trabalho assalariado. O jornal Diário de Sorocaba em artigo que comemorava a abolição antecipada afirma que os paulistas foram convencidos de que não podia haver meia liberdade ao escravo e que por isso “concederam-lhes liberdade incondicional e salário, como aqui alguns fazendeiros adoptaram já…”.[1]</p>
<p>Outro fator é o crescente número de entrada de imigrantes no Brasil, estimulada pelo deputado sorocabano Ferreira Braga (que também pertencia ao Clube Emancipador) o qual desde o início da década de 1880 pelejava para a promulgação de leis e previsão no orçamento com a finalidade de estimular a imigração.[2]</p>
<p>Considere-se também a própria evolução do movimento abolicionista sorocabano (que na década de 1880 recebe apoio do teatro, da imprensa e filia-se ao movimento dos caifazes, segundo Aluísio de Almeida) que vai promovendo alforrias eventualmente. O aumento do preço do escravo &#8211; estimulado com o fim do tráfico africano (1850) e interprovincial (década de 1880) &#8211; também tornava economicamente inviável a manutenção de trabalhadores escravos. Ainda há de se levar em conta o episódio do Êxodo de Capivari, quando centenas de escravos liderados por Preto Pio abandonaram as fazendas daquela cidade numa fuga em massa, passando por Porto Feliz, Sorocaba, São Paulo e rumando até Santos para o Quilombo do Jabaquara. Essa fuga, ocorrida em fins de outubro de 1887, certamente convenceu os últimos renitentes senhores de escravos de que a instituição da escravatura não tinha futuro. Afinal foi um evento de proporções assustadoras, repercutindo na decisão do Clube Militar em oficiar ao império comunicando a sua decisão de não mais perseguir escravos fugidos.</p>
<p>Toda essa introdução se faz necessária para que não reste dúvida de que a abolição antecipada não ocorreu por conta de um crescimento da consciência da elite sorocabana que, estrategicamente, escolheu a noite de Natal para emancipar seus escravos. A despeito da suposta boa intenção de alguns, o que se pretendia mesmo era continuar explorando a mão-de-obra do negro de alguma forma. Um exemplo disso é que boa parte das cartas de alforria dessa época eram condicionais, ou seja, o ex-escravo para conseguir sua liberdade completa se comprometia a trabalhar alguns anos para o mesmo senhor. Outro fato que corrobora a afirmação acima é que alguns senhores, passados meses da abolição antecipada &#8211; certamente acreditando que o governo imperial acabaria com a escravidão ainda em 1887 ou começo de 1888 &#8211; arrependeram-se e procuraram re-escravizar os antigos cativos.</p>
<p>Entretanto, o que mais desnuda a hipocrisia da elite sorocabana é o incentivo e promoção de uma guerra à vadiagem ocorrida logo após a decretação do fim da escravidão. A classe dominante queria fazer crer que o aumento da vadiagem estava diretamente relacionado ao crescente número de libertos, do que se depreende que, para essa elite, os escravos não estavam moralmente preparados para a vida em liberdade.<br />
O jornal Diário de Sorocaba, cujo redator Maneco Januário era tido como um dos mais ferrenhos abolicionistas, não cansou de solicitar a atuação das autoridades para que fosse reprimida a vadiagem.</p>
<p>Por outro lado, o mesmo jornal pedia aos libertos que se aplicassem ao trabalho com esforço e tenacidade para que “se mostrem dignos da condição que ora têm”.[3]<br />
A autoridade policial inicia a prisão daqueles que não possuíam trabalho fixo e regular, os chamados vadios. Verifica-se que a liberdade do negro era relativa: tinha a liberdade desde que se adequasse à lógica do capital e trabalho, ou seja, que como proletário não possuidor dos meios de produção vendesse sua força de trabalho para o burguês empregador.</p>
<p>Ideologicamente, todo aquele que conseguisse sobreviver fora dessa lógica do trabalho alienado era tido como exemplo pernicioso uma vez que servia de paradigma aos que não quisessem se alinhar dentro do modelo imposto. Era o ócio que incomodava. Era incômodo ao Estado &#8211; em toda a sua amplitude &#8211; aos diversos quadros da elite e mesmo àquele que era explorado, mas que não conseguia ou não queria transcender a essa exploração.</p>
<p>A guerra à vadiagem em Sorocaba, iniciada em fins de 1887 e recrudescida a partir de maio de 1888, era perversa na medida em que associava o crescimento da vagabundagem com a nova condição jurídica do negro, que de escravo passa a ser homem livre. Livre, mas sem liberdade para escolher seu próprio destino, sem condições de obtenção de trabalho digno, quer pelo preenchimento dos postos de trabalho pelos imigrantes brancos, quer pela falta de qualificação profissional imposta pelo cativeiro. O escravo do eito, aquele que trabalhou no plantio nas fazendas, não encontrava colocação nas atividades urbanas que requeressem qualificação.</p>
<p>Como trabalhadores marginalizados esses negros formarão uma espécie de lumpemproletariado ou um exército de reserva para o capital. Discriminados, são perseguidos e presos. Essas prisões eram enaltecidas e aplaudidas pela imprensa sorocabana que sempre que podia evidenciava a participação dos negros nessas detenções.</p>
<p>No entanto, as prisões vão perdendo sua força moral com o passar do tempo. Afinal, não havia justificativa para a manutenção do preso por vadiagem no cárcere por mais que alguns dias. Ademais, dentre os considerados vadios havia aqueles que por uma questão social e de preconceito não obtinham trabalho formal. Portanto, não era a iminência da prisão que iria modificar esse fato uma vez que a razão do desemprego estava dissociada da vontade de trabalhar. O negro não obtinha trabalho nem sempre porque não quisesse, mas sim, em muitos casos, pela falta de oportunidade.</p>
<p>Nesse momento a imprensa apóia o recrutamento como forma de coibir a vadiagem ou mesmo como meio de diminuir o trânsito dos vadios pelas ruas da cidade. Diversos artigos e notas sobre o recrutamento dos vadios são veiculados no Diário de Sorocaba. Uma vez mais a elite sorocabana dá um tiro n’água. A última vez que os sorocabanos ouviram falar em recrutamento foi durante a Guerra do Paraguai que deixou nos campos longínquos muitos corpos de soldados brasileiros. A prática da caça de voluntários a laço ainda estava fresca na memória de todos. Conseqüência: em Sorocaba começou a faltar víveres porque os produtores rurais deixavam de ir ao mercado vender a sua produção com medo de serem recrutados.</p>
<p>Não adiantou o jornal esclarecer que desta vez seriam recrutados apenas os vadios. Ninguém acreditava nas boas intenções do governo dado o que ocorrera décadas antes com a guerra contra o Paraguai. Desse modo a elite teve de abandonar por algum tempo a guerra contra a vadiagem iniciada especialmente quando os escravos negros receberam a liberdade.</p>
<p>[1] Diário de Sorocaba, 27 dez 1887, p. 01.<br />
[2] CAVALHEIRO, Carlos Carvalho. Scenas da Escravidão. Sorocaba: Crearte, 2006, p. 170.<br />
[3] Diário de Sorocaba, 22 ago 1888, p. 01.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: lelei osea</title>
		<link>http://120cartas.ig.com.br/wp/13-de-maio-de-1888-13-de-maio-de-2008-um-aniversario-de-120-anos/comment-page-1/#comment-4105</link>
		<dc:creator>lelei osea</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Aug 2008 23:18:14 +0000</pubDate>
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		<description>Existe ou não racismo em nosso país?

       sim,pois os pobres é que sofrem mais com isto porque os ricos cheios da grana so pensam em gastardinheiro com o que quizerem sendo em roupas,acessórios para carros importados das melhores marcas sendo que o pobre não tem uma vida digna de viver enquanto os ricos ficam tomando água fresca o pobre  esta lá se matando de tanto trabalhar pesado para não ganhar quase nada e os ricos só ficam em sombra  boa  e água fresca . Enquanto os ricos ficam folgados só comendo o  pobre esta lá dando o seu suor dia-a-dia noite-noite sendo chuva e sol ele esta sempre trabanhando para ter uma vida mais digna para sustentar a sua família dia ápos dia noite ápos noite.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Existe ou não racismo em nosso país?</p>
<p>       sim,pois os pobres é que sofrem mais com isto porque os ricos cheios da grana so pensam em gastardinheiro com o que quizerem sendo em roupas,acessórios para carros importados das melhores marcas sendo que o pobre não tem uma vida digna de viver enquanto os ricos ficam tomando água fresca o pobre  esta lá se matando de tanto trabalhar pesado para não ganhar quase nada e os ricos só ficam em sombra  boa  e água fresca . Enquanto os ricos ficam folgados só comendo o  pobre esta lá dando o seu suor dia-a-dia noite-noite sendo chuva e sol ele esta sempre trabanhando para ter uma vida mais digna para sustentar a sua família dia ápos dia noite ápos noite.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Luiz Otávio de Brito</title>
		<link>http://120cartas.ig.com.br/wp/13-de-maio-de-1888-13-de-maio-de-2008-um-aniversario-de-120-anos/comment-page-1/#comment-3797</link>
		<dc:creator>Luiz Otávio de Brito</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Jul 2008 13:13:18 +0000</pubDate>
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		<description>Com este tema fica completado à participação, na Campanha Cultural, sobre o tema “Racismo:se você não fala, quem vai falar?”, a postagem é nº 1775, data 17/06/08, sobre o tema Abolição e os Diretos Humanos a postagem é a de Nº 5, data 25/07/08.

Impossível não aceitar que 13 de maio de maio é o aniversário da Abolição dos Escravos no Brasil, ocorre é que o movimento partidário, pós III Conferência Mundial Contra o Racismo, incluíram em sua agenda que não temos nada para a comemorar, o Prof. Dr. DAGOBERTO JOSÉ FONSECA, docente da Faculdade de Ciências e Letras, Campus da UNESP de Araraquara, Coordenador do Centro de Estudos das Culturas e Línguas Africanas e da Diáspora Negra (CLADIN) e do Laboratório de Estudos Africanos, Afro-Brasileiros e da Diversidade (LEAD) da referida Faculdade e Universidade, afirma que há sim o que celebrar com o ato da Princesa Isabel.

Comemorar ou não antes relembro a historiadora de Santos WILMA THEREZINHA FERNANDES DE ANDRADE E SILVA, nos ensina que abolição nasceu em Santos, Joaquim Nabuco foi o propagandista e o patriarca de independência o santista José Bonifácio de Andrada e Silva foi o protagonista, registrou o primeiro documento oficial contra a escravatura na Assembléia Constituinte do Império do Brasil, em 1823, e imprensa em Paris, em 1825, alertando o seguinte:

&quot;A lavoura do Brasil, feita por escravos boçais e preguiçosos, não dá os lucros, com que homens ignorantes e fantásticos se iludem&quot;.

Em 1850 havia 3.189 escravos em Santos, para uma população livre de 3.956 habitantes. 

Não deixa de ser surpreendente que quinze anos depois já existia uma forte resistência organizada e que três meses antes da abolição da escravidão no Brasil, em Santos já não houvesse escravos. Tanto que dia 13 de maio de 1888 seguiram-se na cidade oito dias de festa populares, comícios, passeatas músicas e dança nas ruas. 

O ex-escravo que tornou-se vereador Quintino de Lacerda, foi o centro das atenções, em solenidade pública, recebeu um relógio de ouro, homenagem a seu mais querido líder abolicionista. 

Por se tratar de ciências humana a celebração pública não pode ser colocada como  palpite e se organiza e realiza através da Representação, então necessário também, relembrar a discussão dos militantes de partidos que se colocam no direito da tutela da Comunidade Negra por força do poder, aconteceu na organização em 2005 da marcha Zumbi+10, de um lado, o coordenador Estadual do Movimento Negro Unificado e militante histórico do MNU, MILTON BARBOSA, defendia a realização no dia 22 de novembro, de outro o EDSON CARDOSO – dirigente e coordenador editorial do jornal Irohin, no dia 16.

O MILTON BARBOSA, denunciavam que fazia o interesse do governo, que por sua vez acusava o EDSON CARDOSO que defendia a realização no dia 16 porque tinha por traz a Fundação Ford, ONGs que atuam entre o Estado e a sociedade, fazem o papel de “capitão de mato”, e seus dirigentes são freqüentadores dos bares da moda e passaram a morar em apartamentos duplex.

Com a denuncia de morar em duplex entrou em sena a SUELY CARNEIRO do GELEDÉS – Organização de Mulheres Negras, entidade de S. Paulo, manifestando estranheza com o posicionamento do dirigente, denunciando que a UNEGRO também recebe recursos de organismos internacionais, como a Fundação Interamericana (IAF), instituição ligada ao Governo norte-americano que em ano de 2.001, doou um total de US$ 182.000 por dois anos para projetos.

A SUELY CARNEIRO militante do PT participa junto ao desenvolvimento econômico do Governo Federal, quando a ex-ministra da Secretaria Especial de Políticas da Promoção da Igualdade Racial SEPPIR, MATILDE RIBEIRO, foi exonerada e considerada pelos próprios militantes do partido que foi nomeada pelo presidente LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA, mas nunca participou com a Comunidade Negra, na discussão de quem assume ou não, a SUELY CARNEIRO, perante a imprensa impôs que a nomeação tinha que ser um integrante do PT porque é o PT que esta no governo e não a Comunidade Negra.

Quando o deputado EDSON SANTOS, político do PT, eleito no Rio com 105.000 votos, foi nomeado como novo ministro da SEPPIR o Dr HÉDIO SILVA JUNIOR, o qual atuou como Relator da Conferência Nacional Contra o Racismo e ex-secretário da Justiça e Defesa da Cidadania do Estado de São Paulo, considerou expressivo os votos que teve, mas foi enfático ao declarar de forma preocupada o seguinte:
“Se for para continuar fazendo seminário para levarem pretos para bater palma para o Lula vamos continuar criticando”.

A declaração do Ministro da SEPPIR, EDSON SANTOS, que o Brasil é um dos países mais avançados na adoção de políticas de combate ao racismo, não procede, porque ainda não começou. A Conferência da América Latina e do Caribe Preparatória à Conferência de Revisão de Durban, julho/08, a realização foi escolhido no Brasil, porque o Governo Federal, através do militante do PT Dr DOUGLAS PEREIRA, Secretário Adjunto da SEPPIR, em novembro/05, para validar de forma internacional o direito do Estado Brasileiro sobrepor a representação da Comunidade Negra do Brasil, perante a OEA, fez valer que a SEPPIR pertencente à estrutura da Presidência da República e que o arranjo institucional confere status de Ministro ao titular da pasta e, ainda mais relevante, confere ao órgão capacidade e legitimidade para induzir a adoção de políticas consoantes com o objetivo da promoção da igualdade racial em outras unidades da Administração Pública Federal. Assim, a capacidade de atuação governamental em prol da promoção da igualdade, burlou o direito de participação das representações legitimas e de ficarem desvinculada do Estado autoritário.

Atuação da SEPPIR esta direcionada para favorecer a militância partidária para forjar a criação de representação fora dos procedimentos legais a qual é o Congresso dos Negros e Negras do Brasil, os favorecidos de forma mais visível com despesas pagas pela presidência da república são os militantes partidários do Rio Grande do Sul LUIZ MENDES e JOSÉ ANTONIO DOS SANTOS DA SILVA em Santos é a OAB através da Dr TATIANA EVANGELISTA DOS SANTOS.

No Brasil não existe promoção da igualdade livre e solidária, o Estado Brasileiro através de seus órgãos competentes ainda não reconhece a representação da Comunidade Negra, sobrepõe o direito através da SEPPIR para oferecer as facilidades para a militância partidária uma minoria de pretos que por motivo de privilégio são obrigados a comparecem com despesas pagas pelo Governo Federal, como bem declarou o Dr HÉDIO SILVA JR, para bater palmas entusiásticas para o presidente Lula, que pelos cargos que exercem também, por privilégios, se tornam abonadores do Estado autoritário e ajudam a enganar de forma internacional.

Os privilegiados que por força do poder se colocam no direito da tutela da comunidade negra a conclusão que se chega é visível nesta Campanha Cultural em milhares de manifestações, umas reconhecendo que os negros estão jogados as margens e outras se posicionando como que os negros não produzem nada esta registrado na história, o movimento partidário, esta impondo uma vergonha nacional a mais de 80 milhões de Negros no Brasil, que na pratica estão impedidos da participação.

Discussão celebrar ou não a abolição é dilema que desvia da realidade que é o de CONSTRUIR A CIDADANIA para COMPLEMENTAR A OBRA DO ABOLICIONISMO, tanto estudos para discutir duas saídas insatisfatórias, não leva ao fundamental, PERSONALIDADE DA COMUNIDADE NEGRA DO BRASIL já é realidade o trabalho é da Universidade Estadual da Paraíba, a qual termina com a intromissão e cada cidadão interessado pode fazer valer e com propriedade sua especialidade e cada dia aprofundar mais, palpite não colabora com nada somente atrapalha e o mesmo que enxugar gelo.

Em Santos nos 120 anos da abolição reunimos a comunidade com uma feijoada no Quilombo do Beto da Chácara com a finalidade de REFLEXÃO e BALANÇO, relembro que a Associação de Defesa da Comunidade Negra foi fundada no Salão Nobre Dr Esmeraldo Tarquínio de Campos Filho no dia 02/12/1983, com apoio na época do Prefeito PAULO GOMES BARBOSA, posteriormente em 1984, assumiu o Prefeito Oswaldo Justo, que até o centenário da Abolição (1988), institucionalizou a legislação necessária, modo: CRIAR, FAZER E VIVER da Comunidade Quilombola: História e Cultura Negro de Santos, dou o terreno para construção da sede, que de fato, contempla as determinações estabelecidas nas Diretrizes Curriculares Nacional para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana, ou seja, além da promoção da valorização, justifica a participação da Comunidade Negra no processo SOCIAL e ECONÔMICO.

A verdade aparece que pós III Conferência Mundial a participação em valorização da população negra, realizada por força do poder, proliferou de forma desordenada, permitindo a militância partidária invadir a área, que pela ganância, aceitaram a instrução para colocar em pratica a palavra que consideram mágica que é a “políticas pública”, procedimento que usam para desviar do essencial que é o exercício da cidadania da Comunidade Negra, para tal, usam o feminismo exacerbado, desconsiderando que Comunidade Negra se compõe com crianças, adolescentes, jovens e idosos. Sem o desenvolvimento ecológico, impossível integração, a MANIFESTAÇÃO e DIFUSÃO da Cultura Negra a Carta Magna (art. 215) define como indispensável, descartada por motivo da desordenação, entra em pratica o esbulho.

Outra colaboração importante é do experiente vereador MANTOVANI CALEJON, que através da Câmara Municipal consagrou os Negros de Santos na condição de Patrimônio Cultural, personalidade que assegurou o respeito da OEA Organização dos Estados Americano, relativo a denúncia de racismo registrada contra o Estado Brasileiro.

A participação da Comunidade Quilombola: História e Cultura Negro de Santos, segue a metodologia do Centro Nacional de Informação e Referência da Cultura Negra CNIRCN, voltado para promoção e preservação dos valores pedagógico, cultural, social e econômico decorrentes da influência negra na formação da sociedade brasileira. Pedra fundamental do CNIRCN lançada no Palácio do Planalto, em 21 de julho de 1998, pelo Presidente do Brasil, FERNANDO HENRIQUE CARDOSO e pelo Presidente da África do Sul, NELSON MANDELA, a inauguração aconteceu em 21 de novembro de 2002.

Impossível celebrar Comunidade Negra sem que exista a expressão (216 CB) que evidencie o nascimento e a organização da trajetória, como os Negros de Santos que se tornou referência nacional, e que assegure de fato o direito individual e coletivo as diferentes pessoas, crianças, adolescentes, jovens e idosos, homens e mulheres, negros e brancos, como também, cumpra as determinações estabelecidas no Parecer CNE/CP 003/04 de 10/03/04 do CONSELHO NACIONAL DA EDUCAÇÃO, para entre em pratica o pleno desenvolvimento da Comunidade Negra, seu preparo para o exercício da cidadania e qualificação profissional.
A Lei de Responsabilidade Fiscal assegura a participação da Comunidade Negra na condição de segmento da sociedade civil organizada, comemoração ou não sem a participação da representação a Constituição do Brasil define como inconstitucional.

Tem privilegiado cheio de faculdade, fazem os discursos a favor da desumanidade, com simplicidade, mostram os medalhões, mas omitem que ocupam cargo publico, a SUELI CARNEIRO procede assim, nos artigos que publica, não menciona sua atuação dentro do Governo Federal, o jornalista ARNALDO JABOR, explica no artigo ”A dialética da estupidez”, de forma detalhada o modo:criar, fazer e viver, dos privilegiados que se posicionam como donos deste poder que se esfarinha, usam a palavra negro que para eles não designa coisa alguma.Elite é outra palavra abstrata. O que é elite? Elite é os negros do PT. A Comunidade Negra está caída na sarjeta, esperando a promoção da igualdade passar, esta Campanha Cultural do Governo do Estado de São Paulo, não deixa de ser prova contra estes trapalhões do absoluto, evidencia que apesar dos milhares de dólares que o movimento partidário recebeu e recursos que o Governo Federal, Estados e Municípios estão empregando para manter com altos salários, pretos privilegiados dentro do poder, inclusive para realização de eventos para favorecerem candidatos, ainda vivemos a dramática conseqüência dos séculos da escravidão, porque militância, para preservara benesse, esta voltada para fortalecer a pratica do racismo.

Tudo se desenvolve e faz progredir dia dia todas as coisas, a verdade me outorga esta PERSONALIDADE com a vida artística, porque estou voltado em prol do próximo  e da sociedade ao caminho da eterna liberdade e felicidade, neste sentido, não há o que temer com esta barreira porque a PERSONALIDADE da População Negra do Brasil, já esta SACRAMENTADO, quem colabora e formalizou as relações pessoais para transformar em oferta de serviços voltados para valorização com ética e responsabilidade social com cada um em sua especialidade, o imperativo a participação é da Universidade Estadual da Paraíba, que através do Centro de Educação, Departamento de História e Geografia, iniciou com a sociedade o debate e formação da crítica acerca da condição social, econômica, política e cultural da população negra e desse modo esta auxiliando a sociedade na superação do preconceito racial e na efetivação de medidas que os incluam nos diversos setores da sociedade.

O histórico progride, de 21 e 24 de 2006 realizou o Seminário Sobre História da África e Cultura Afro-brasileira, fruto do empenho de um grupo de professores(as), pesquisadores(as), estudantes e membros de comunidades afro-descendente que definiram pela criação do Núcleo de Estudos Afro-brasileiros e Povos Indígenas NEAB-Í, Espaço Diálogo que tem em sua formação a seguinte Comissão Técnica:

COORDENADOR GERAL
PHD Josemir Camilo de Melo
1 - GLOBALIZAÇÃO, RACISMO E XENOFOBIA; 
Coordenador: Ms. Nazito Costa 
2 - DIVERSIDADE CULTURAL, IDENTIDADE NEGRA E MÍDIA;                                                   Coordenadora Drª. Patrícia Cristina Aragão
3 - DIREITOS HUMANOS, ALTERIDADE E VIOLÊNCIA CONTRA O(A) NEGRO(A); 
Coordenadora Joselita de Oliveira Tessarotto 
4 - EDUCAÇÃO, ETNIA E AÇÕES AFIRMATIVAS; 
Coordenador Dr.  Waldeci Ferreira Chagas 
5 - CULTURA AFRO-BRASILEIRA: DISCURSO, PRÁTICA E RESISTÊNCIA; 
Coordenador Prof. José Pereira de Sousa Júnior 
6 - NEGROS E NEGRAS NA LITERATURA;
Coordenadora Profª. Rosilda Alves Bezerra 
7 - RELIGIÃO E RELIGIOSIDADE: MATRIZ AFRICANA; 
Coordenadora Profª. MSc. Ivonildes da Silva Fonseca 
8 - A MULHER NEGRA; 
Coordenadora Ms. Solange Pereira da Rocha 
9 - COMUNIDADES QUILOMBOLAS: HISTÓRIA, CULTURA, IDENTIDADES; 
Coordenador: Joselito Eulâmpio da Nóbrega 
10 - REPRESENTAÇÃO, ETNIA E O ENSINO DE HISTÓRIA; 
Coordenadora Drª. Maria Lindací Gomes

A partir desse ideal, formaram a critica a nível nacional reconhecendo que a trajetória de luta e resistência forjada pela população negra é longa e passa pelos diferentes setores e períodos da história do Brasil. Desse modo, tem definido que homens e mulheres negras estão nos palcos da história e se afirmaram sujeitos dos seus próprios destinos e do seu povo, sem necessitar submeterem às regras do Estado autoritário, patrimonialista, racista e sexista e de 19 a 22 de novembro de 2007, convidaram pesquisadores(as) das diversas áreas do conhecimento a colocarem em comum com suas produções acerca da temática negro(a) e cultura afro-brasileira e africana, com a realização do Seminário Nacional de Estudos de História e Cultura Afro-Brasileiras, passou a ser o espaço de nível acadêmico de discussão, debate, e de novos aprendizados sobre a matriz africana na formação do Brasil.

A Constituição do Brasil é clara ninguém é obrigado associar-se, como também é clara, as associações tem legitimidade para representar seus filiados e direito da PERSONALIDADE é INTRANSMISSÍVEL e IRRENUNCIÁVEIS, em termos internacional o Pacto dos Direitos Civis e Políticos foi adotado na Resolução n. 2.200-A (XXI) da Assembléia Geral das Nações Unidas, em 19 de dezembro de 1966, o Congresso Brasileiro aprovou-o através do Decreto-Legislativo n. 226, de 12 de dezembro de 1991, portanto, caso o racismo no Brasil, continue financiado pelo Governo Federal e de forma consciente como o faz, a OEA Organização do Estado Americanos já esta de mediadora, porque a realização da Universidade de Paraíba é o único setor com técnicos competentes que prontificou a colocar ordem na invasão desordenada que o Estado de Direito esta se colocando incapaz para eliminar.

Agradeço o Profº MS NAZITO COSTA pelo incentivo, força moral no pior momento da realização deste trabalho. 

LUIZ OTAVIO DE BRITO – Presidente da Associação de Defesa e Divulgação da Comunidade Negra e Sambista e Produtor de Cultura Negra</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Com este tema fica completado à participação, na Campanha Cultural, sobre o tema “Racismo:se você não fala, quem vai falar?”, a postagem é nº 1775, data 17/06/08, sobre o tema Abolição e os Diretos Humanos a postagem é a de Nº 5, data 25/07/08.</p>
<p>Impossível não aceitar que 13 de maio de maio é o aniversário da Abolição dos Escravos no Brasil, ocorre é que o movimento partidário, pós III Conferência Mundial Contra o Racismo, incluíram em sua agenda que não temos nada para a comemorar, o Prof. Dr. DAGOBERTO JOSÉ FONSECA, docente da Faculdade de Ciências e Letras, Campus da UNESP de Araraquara, Coordenador do Centro de Estudos das Culturas e Línguas Africanas e da Diáspora Negra (CLADIN) e do Laboratório de Estudos Africanos, Afro-Brasileiros e da Diversidade (LEAD) da referida Faculdade e Universidade, afirma que há sim o que celebrar com o ato da Princesa Isabel.</p>
<p>Comemorar ou não antes relembro a historiadora de Santos WILMA THEREZINHA FERNANDES DE ANDRADE E SILVA, nos ensina que abolição nasceu em Santos, Joaquim Nabuco foi o propagandista e o patriarca de independência o santista José Bonifácio de Andrada e Silva foi o protagonista, registrou o primeiro documento oficial contra a escravatura na Assembléia Constituinte do Império do Brasil, em 1823, e imprensa em Paris, em 1825, alertando o seguinte:</p>
<p>&#8220;A lavoura do Brasil, feita por escravos boçais e preguiçosos, não dá os lucros, com que homens ignorantes e fantásticos se iludem&#8221;.</p>
<p>Em 1850 havia 3.189 escravos em Santos, para uma população livre de 3.956 habitantes. </p>
<p>Não deixa de ser surpreendente que quinze anos depois já existia uma forte resistência organizada e que três meses antes da abolição da escravidão no Brasil, em Santos já não houvesse escravos. Tanto que dia 13 de maio de 1888 seguiram-se na cidade oito dias de festa populares, comícios, passeatas músicas e dança nas ruas. </p>
<p>O ex-escravo que tornou-se vereador Quintino de Lacerda, foi o centro das atenções, em solenidade pública, recebeu um relógio de ouro, homenagem a seu mais querido líder abolicionista. </p>
<p>Por se tratar de ciências humana a celebração pública não pode ser colocada como  palpite e se organiza e realiza através da Representação, então necessário também, relembrar a discussão dos militantes de partidos que se colocam no direito da tutela da Comunidade Negra por força do poder, aconteceu na organização em 2005 da marcha Zumbi+10, de um lado, o coordenador Estadual do Movimento Negro Unificado e militante histórico do MNU, MILTON BARBOSA, defendia a realização no dia 22 de novembro, de outro o EDSON CARDOSO – dirigente e coordenador editorial do jornal Irohin, no dia 16.</p>
<p>O MILTON BARBOSA, denunciavam que fazia o interesse do governo, que por sua vez acusava o EDSON CARDOSO que defendia a realização no dia 16 porque tinha por traz a Fundação Ford, ONGs que atuam entre o Estado e a sociedade, fazem o papel de “capitão de mato”, e seus dirigentes são freqüentadores dos bares da moda e passaram a morar em apartamentos duplex.</p>
<p>Com a denuncia de morar em duplex entrou em sena a SUELY CARNEIRO do GELEDÉS – Organização de Mulheres Negras, entidade de S. Paulo, manifestando estranheza com o posicionamento do dirigente, denunciando que a UNEGRO também recebe recursos de organismos internacionais, como a Fundação Interamericana (IAF), instituição ligada ao Governo norte-americano que em ano de 2.001, doou um total de US$ 182.000 por dois anos para projetos.</p>
<p>A SUELY CARNEIRO militante do PT participa junto ao desenvolvimento econômico do Governo Federal, quando a ex-ministra da Secretaria Especial de Políticas da Promoção da Igualdade Racial SEPPIR, MATILDE RIBEIRO, foi exonerada e considerada pelos próprios militantes do partido que foi nomeada pelo presidente LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA, mas nunca participou com a Comunidade Negra, na discussão de quem assume ou não, a SUELY CARNEIRO, perante a imprensa impôs que a nomeação tinha que ser um integrante do PT porque é o PT que esta no governo e não a Comunidade Negra.</p>
<p>Quando o deputado EDSON SANTOS, político do PT, eleito no Rio com 105.000 votos, foi nomeado como novo ministro da SEPPIR o Dr HÉDIO SILVA JUNIOR, o qual atuou como Relator da Conferência Nacional Contra o Racismo e ex-secretário da Justiça e Defesa da Cidadania do Estado de São Paulo, considerou expressivo os votos que teve, mas foi enfático ao declarar de forma preocupada o seguinte:<br />
“Se for para continuar fazendo seminário para levarem pretos para bater palma para o Lula vamos continuar criticando”.</p>
<p>A declaração do Ministro da SEPPIR, EDSON SANTOS, que o Brasil é um dos países mais avançados na adoção de políticas de combate ao racismo, não procede, porque ainda não começou. A Conferência da América Latina e do Caribe Preparatória à Conferência de Revisão de Durban, julho/08, a realização foi escolhido no Brasil, porque o Governo Federal, através do militante do PT Dr DOUGLAS PEREIRA, Secretário Adjunto da SEPPIR, em novembro/05, para validar de forma internacional o direito do Estado Brasileiro sobrepor a representação da Comunidade Negra do Brasil, perante a OEA, fez valer que a SEPPIR pertencente à estrutura da Presidência da República e que o arranjo institucional confere status de Ministro ao titular da pasta e, ainda mais relevante, confere ao órgão capacidade e legitimidade para induzir a adoção de políticas consoantes com o objetivo da promoção da igualdade racial em outras unidades da Administração Pública Federal. Assim, a capacidade de atuação governamental em prol da promoção da igualdade, burlou o direito de participação das representações legitimas e de ficarem desvinculada do Estado autoritário.</p>
<p>Atuação da SEPPIR esta direcionada para favorecer a militância partidária para forjar a criação de representação fora dos procedimentos legais a qual é o Congresso dos Negros e Negras do Brasil, os favorecidos de forma mais visível com despesas pagas pela presidência da república são os militantes partidários do Rio Grande do Sul LUIZ MENDES e JOSÉ ANTONIO DOS SANTOS DA SILVA em Santos é a OAB através da Dr TATIANA EVANGELISTA DOS SANTOS.</p>
<p>No Brasil não existe promoção da igualdade livre e solidária, o Estado Brasileiro através de seus órgãos competentes ainda não reconhece a representação da Comunidade Negra, sobrepõe o direito através da SEPPIR para oferecer as facilidades para a militância partidária uma minoria de pretos que por motivo de privilégio são obrigados a comparecem com despesas pagas pelo Governo Federal, como bem declarou o Dr HÉDIO SILVA JR, para bater palmas entusiásticas para o presidente Lula, que pelos cargos que exercem também, por privilégios, se tornam abonadores do Estado autoritário e ajudam a enganar de forma internacional.</p>
<p>Os privilegiados que por força do poder se colocam no direito da tutela da comunidade negra a conclusão que se chega é visível nesta Campanha Cultural em milhares de manifestações, umas reconhecendo que os negros estão jogados as margens e outras se posicionando como que os negros não produzem nada esta registrado na história, o movimento partidário, esta impondo uma vergonha nacional a mais de 80 milhões de Negros no Brasil, que na pratica estão impedidos da participação.</p>
<p>Discussão celebrar ou não a abolição é dilema que desvia da realidade que é o de CONSTRUIR A CIDADANIA para COMPLEMENTAR A OBRA DO ABOLICIONISMO, tanto estudos para discutir duas saídas insatisfatórias, não leva ao fundamental, PERSONALIDADE DA COMUNIDADE NEGRA DO BRASIL já é realidade o trabalho é da Universidade Estadual da Paraíba, a qual termina com a intromissão e cada cidadão interessado pode fazer valer e com propriedade sua especialidade e cada dia aprofundar mais, palpite não colabora com nada somente atrapalha e o mesmo que enxugar gelo.</p>
<p>Em Santos nos 120 anos da abolição reunimos a comunidade com uma feijoada no Quilombo do Beto da Chácara com a finalidade de REFLEXÃO e BALANÇO, relembro que a Associação de Defesa da Comunidade Negra foi fundada no Salão Nobre Dr Esmeraldo Tarquínio de Campos Filho no dia 02/12/1983, com apoio na época do Prefeito PAULO GOMES BARBOSA, posteriormente em 1984, assumiu o Prefeito Oswaldo Justo, que até o centenário da Abolição (1988), institucionalizou a legislação necessária, modo: CRIAR, FAZER E VIVER da Comunidade Quilombola: História e Cultura Negro de Santos, dou o terreno para construção da sede, que de fato, contempla as determinações estabelecidas nas Diretrizes Curriculares Nacional para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana, ou seja, além da promoção da valorização, justifica a participação da Comunidade Negra no processo SOCIAL e ECONÔMICO.</p>
<p>A verdade aparece que pós III Conferência Mundial a participação em valorização da população negra, realizada por força do poder, proliferou de forma desordenada, permitindo a militância partidária invadir a área, que pela ganância, aceitaram a instrução para colocar em pratica a palavra que consideram mágica que é a “políticas pública”, procedimento que usam para desviar do essencial que é o exercício da cidadania da Comunidade Negra, para tal, usam o feminismo exacerbado, desconsiderando que Comunidade Negra se compõe com crianças, adolescentes, jovens e idosos. Sem o desenvolvimento ecológico, impossível integração, a MANIFESTAÇÃO e DIFUSÃO da Cultura Negra a Carta Magna (art. 215) define como indispensável, descartada por motivo da desordenação, entra em pratica o esbulho.</p>
<p>Outra colaboração importante é do experiente vereador MANTOVANI CALEJON, que através da Câmara Municipal consagrou os Negros de Santos na condição de Patrimônio Cultural, personalidade que assegurou o respeito da OEA Organização dos Estados Americano, relativo a denúncia de racismo registrada contra o Estado Brasileiro.</p>
<p>A participação da Comunidade Quilombola: História e Cultura Negro de Santos, segue a metodologia do Centro Nacional de Informação e Referência da Cultura Negra CNIRCN, voltado para promoção e preservação dos valores pedagógico, cultural, social e econômico decorrentes da influência negra na formação da sociedade brasileira. Pedra fundamental do CNIRCN lançada no Palácio do Planalto, em 21 de julho de 1998, pelo Presidente do Brasil, FERNANDO HENRIQUE CARDOSO e pelo Presidente da África do Sul, NELSON MANDELA, a inauguração aconteceu em 21 de novembro de 2002.</p>
<p>Impossível celebrar Comunidade Negra sem que exista a expressão (216 CB) que evidencie o nascimento e a organização da trajetória, como os Negros de Santos que se tornou referência nacional, e que assegure de fato o direito individual e coletivo as diferentes pessoas, crianças, adolescentes, jovens e idosos, homens e mulheres, negros e brancos, como também, cumpra as determinações estabelecidas no Parecer CNE/CP 003/04 de 10/03/04 do CONSELHO NACIONAL DA EDUCAÇÃO, para entre em pratica o pleno desenvolvimento da Comunidade Negra, seu preparo para o exercício da cidadania e qualificação profissional.<br />
A Lei de Responsabilidade Fiscal assegura a participação da Comunidade Negra na condição de segmento da sociedade civil organizada, comemoração ou não sem a participação da representação a Constituição do Brasil define como inconstitucional.</p>
<p>Tem privilegiado cheio de faculdade, fazem os discursos a favor da desumanidade, com simplicidade, mostram os medalhões, mas omitem que ocupam cargo publico, a SUELI CARNEIRO procede assim, nos artigos que publica, não menciona sua atuação dentro do Governo Federal, o jornalista ARNALDO JABOR, explica no artigo ”A dialética da estupidez”, de forma detalhada o modo:criar, fazer e viver, dos privilegiados que se posicionam como donos deste poder que se esfarinha, usam a palavra negro que para eles não designa coisa alguma.Elite é outra palavra abstrata. O que é elite? Elite é os negros do PT. A Comunidade Negra está caída na sarjeta, esperando a promoção da igualdade passar, esta Campanha Cultural do Governo do Estado de São Paulo, não deixa de ser prova contra estes trapalhões do absoluto, evidencia que apesar dos milhares de dólares que o movimento partidário recebeu e recursos que o Governo Federal, Estados e Municípios estão empregando para manter com altos salários, pretos privilegiados dentro do poder, inclusive para realização de eventos para favorecerem candidatos, ainda vivemos a dramática conseqüência dos séculos da escravidão, porque militância, para preservara benesse, esta voltada para fortalecer a pratica do racismo.</p>
<p>Tudo se desenvolve e faz progredir dia dia todas as coisas, a verdade me outorga esta PERSONALIDADE com a vida artística, porque estou voltado em prol do próximo  e da sociedade ao caminho da eterna liberdade e felicidade, neste sentido, não há o que temer com esta barreira porque a PERSONALIDADE da População Negra do Brasil, já esta SACRAMENTADO, quem colabora e formalizou as relações pessoais para transformar em oferta de serviços voltados para valorização com ética e responsabilidade social com cada um em sua especialidade, o imperativo a participação é da Universidade Estadual da Paraíba, que através do Centro de Educação, Departamento de História e Geografia, iniciou com a sociedade o debate e formação da crítica acerca da condição social, econômica, política e cultural da população negra e desse modo esta auxiliando a sociedade na superação do preconceito racial e na efetivação de medidas que os incluam nos diversos setores da sociedade.</p>
<p>O histórico progride, de 21 e 24 de 2006 realizou o Seminário Sobre História da África e Cultura Afro-brasileira, fruto do empenho de um grupo de professores(as), pesquisadores(as), estudantes e membros de comunidades afro-descendente que definiram pela criação do Núcleo de Estudos Afro-brasileiros e Povos Indígenas NEAB-Í, Espaço Diálogo que tem em sua formação a seguinte Comissão Técnica:</p>
<p>COORDENADOR GERAL<br />
PHD Josemir Camilo de Melo<br />
1 &#8211; GLOBALIZAÇÃO, RACISMO E XENOFOBIA;<br />
Coordenador: Ms. Nazito Costa<br />
2 &#8211; DIVERSIDADE CULTURAL, IDENTIDADE NEGRA E MÍDIA;                                                   Coordenadora Drª. Patrícia Cristina Aragão<br />
3 &#8211; DIREITOS HUMANOS, ALTERIDADE E VIOLÊNCIA CONTRA O(A) NEGRO(A);<br />
Coordenadora Joselita de Oliveira Tessarotto<br />
4 &#8211; EDUCAÇÃO, ETNIA E AÇÕES AFIRMATIVAS;<br />
Coordenador Dr.  Waldeci Ferreira Chagas<br />
5 &#8211; CULTURA AFRO-BRASILEIRA: DISCURSO, PRÁTICA E RESISTÊNCIA;<br />
Coordenador Prof. José Pereira de Sousa Júnior<br />
6 &#8211; NEGROS E NEGRAS NA LITERATURA;<br />
Coordenadora Profª. Rosilda Alves Bezerra<br />
7 &#8211; RELIGIÃO E RELIGIOSIDADE: MATRIZ AFRICANA;<br />
Coordenadora Profª. MSc. Ivonildes da Silva Fonseca<br />
8 &#8211; A MULHER NEGRA;<br />
Coordenadora Ms. Solange Pereira da Rocha<br />
9 &#8211; COMUNIDADES QUILOMBOLAS: HISTÓRIA, CULTURA, IDENTIDADES;<br />
Coordenador: Joselito Eulâmpio da Nóbrega<br />
10 &#8211; REPRESENTAÇÃO, ETNIA E O ENSINO DE HISTÓRIA;<br />
Coordenadora Drª. Maria Lindací Gomes</p>
<p>A partir desse ideal, formaram a critica a nível nacional reconhecendo que a trajetória de luta e resistência forjada pela população negra é longa e passa pelos diferentes setores e períodos da história do Brasil. Desse modo, tem definido que homens e mulheres negras estão nos palcos da história e se afirmaram sujeitos dos seus próprios destinos e do seu povo, sem necessitar submeterem às regras do Estado autoritário, patrimonialista, racista e sexista e de 19 a 22 de novembro de 2007, convidaram pesquisadores(as) das diversas áreas do conhecimento a colocarem em comum com suas produções acerca da temática negro(a) e cultura afro-brasileira e africana, com a realização do Seminário Nacional de Estudos de História e Cultura Afro-Brasileiras, passou a ser o espaço de nível acadêmico de discussão, debate, e de novos aprendizados sobre a matriz africana na formação do Brasil.</p>
<p>A Constituição do Brasil é clara ninguém é obrigado associar-se, como também é clara, as associações tem legitimidade para representar seus filiados e direito da PERSONALIDADE é INTRANSMISSÍVEL e IRRENUNCIÁVEIS, em termos internacional o Pacto dos Direitos Civis e Políticos foi adotado na Resolução n. 2.200-A (XXI) da Assembléia Geral das Nações Unidas, em 19 de dezembro de 1966, o Congresso Brasileiro aprovou-o através do Decreto-Legislativo n. 226, de 12 de dezembro de 1991, portanto, caso o racismo no Brasil, continue financiado pelo Governo Federal e de forma consciente como o faz, a OEA Organização do Estado Americanos já esta de mediadora, porque a realização da Universidade de Paraíba é o único setor com técnicos competentes que prontificou a colocar ordem na invasão desordenada que o Estado de Direito esta se colocando incapaz para eliminar.</p>
<p>Agradeço o Profº MS NAZITO COSTA pelo incentivo, força moral no pior momento da realização deste trabalho. </p>
<p>LUIZ OTAVIO DE BRITO – Presidente da Associação de Defesa e Divulgação da Comunidade Negra e Sambista e Produtor de Cultura Negra</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: José Cadilse de Luna  Cabral  Filho</title>
		<link>http://120cartas.ig.com.br/wp/13-de-maio-de-1888-13-de-maio-de-2008-um-aniversario-de-120-anos/comment-page-1/#comment-3775</link>
		<dc:creator>José Cadilse de Luna  Cabral  Filho</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Jul 2008 20:27:47 +0000</pubDate>
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		<description>Primeiro quero dizer que não consegui 
escrever uma carta, mas resgistrei na forma
de poema que estou enviando.

NEGRO


O negro
É descriminado
Desde seu antepassado
Sua linhagem
Tornou-se submissa
Era obrigado a ser escravo
Na idéia do branco
Ainda hoje autoritário
Com o passar do tempo
Essa ascendência
Só trabalhava no pesado
Eles mesmos se alienavam
Atualmente a maioria da raça
Tem uma visão conturbada
De sua própria etnia
Acha-se que não
Tem direito
A sua própria soberania
Se pensarem desta maneira
Estão equivocados
Ainda existem muitos
Preconceitos
De que o negro
Não nasceu
Para terem direitos
Isso é uma falta
De apreço
O SER humano
Não se julga
Pela sua cor
Mais sim pelo
Seu caráter.
quinta-feira, 26 de junho de 2008</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Primeiro quero dizer que não consegui<br />
escrever uma carta, mas resgistrei na forma<br />
de poema que estou enviando.</p>
<p>NEGRO</p>
<p>O negro<br />
É descriminado<br />
Desde seu antepassado<br />
Sua linhagem<br />
Tornou-se submissa<br />
Era obrigado a ser escravo<br />
Na idéia do branco<br />
Ainda hoje autoritário<br />
Com o passar do tempo<br />
Essa ascendência<br />
Só trabalhava no pesado<br />
Eles mesmos se alienavam<br />
Atualmente a maioria da raça<br />
Tem uma visão conturbada<br />
De sua própria etnia<br />
Acha-se que não<br />
Tem direito<br />
A sua própria soberania<br />
Se pensarem desta maneira<br />
Estão equivocados<br />
Ainda existem muitos<br />
Preconceitos<br />
De que o negro<br />
Não nasceu<br />
Para terem direitos<br />
Isso é uma falta<br />
De apreço<br />
O SER humano<br />
Não se julga<br />
Pela sua cor<br />
Mais sim pelo<br />
Seu caráter.<br />
quinta-feira, 26 de junho de 2008</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Juliane de Lima Barros</title>
		<link>http://120cartas.ig.com.br/wp/13-de-maio-de-1888-13-de-maio-de-2008-um-aniversario-de-120-anos/comment-page-1/#comment-3595</link>
		<dc:creator>Juliane de Lima Barros</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Jul 2008 02:03:41 +0000</pubDate>
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		<description>ABOLIÇÃO E REPARAÇÃO: AS COTAS COMO POLÍTICA PÚBLICA PARA OS NEGROS NO BRASIL

São 120 anos da abolição da escravidão no Brasil e na verdade muita pouca coisa realmente mudou na nossa realidade.
A prova disso são os dados estatísticos oficiais que comprovam que a maioria dos negros brasileiros recebem os piores salários (sobretudo a mulher negra) e estão abaixo da linha da pobreza, vivendo em condições sub-humanas, sem falar nas condições de educação que são oferecidas a essa população. Escolas públicas sem estrutura mínima de funcionamento, com professores recebendo baixos salários e formação inadequada. 
Restando ao jovem ( estudante) negro lidar com isso e vencer TODAS AS DIFICULDADES, (que para ele são muito maiores que para um jovem branco bem nascido da classe média) e dar melhores condições de vida a sua família. E se por acaso desistir da luta, não há outro caminhoa que não seguir ao crime sendo logo mais um a ser morto, se não pela polícia, pelso próprios bandidos ou voltar para a senzala ou seja, os presídios. E não é preciso olhar bem para perceber qual é a raça e cor da maioria da popluação carcerária no Brasil.
O RACISMO insiste e perciste. Ele se mascara por trás da valorização do samba no Rio de do axé da Bahia. 
Interessante também perceber que quase nenhum dos MILIONÁRIOS cantores e cantoras de axé baianos são negros. Como Ivete Sanglao, Claúdia Leite, Bel e etc... 
E nquanto isso a elite e a imprensa ainda quer nos fazer acreditar que COTAS RACIAS não são uma oportunidade para a melhoria da qualidade de vida dos negros no Brasil e sim um racismo às avessas. 

Ora, ninguém está pedindo favores ao governo.
A escravidão acabou e milhares de trabalhadores foram &quot;demitidos&quot; sem sequer serem indenizados, sem que nehuma política fosse empregada para essa população (agora brasileira) que não pediu pra vior trabalhar fora do seu páis. Foram sequestrados, mau tratados, humilhados e usados, e na hora de receberem pelo trabalho até hoje recebem um não como resposta.
O governo ajuda banqueiros, empresários e latifundiários, mas trabalhador não!
Trabalhador negro ainda hoje é humilhado nesse país tão democrático.
As cotas não são favores do governo, é mais que uma OBRIGAÇÃO, por todos esse tempo em que a população negra foi excluída do processo de desenvolvimento humano do Brasil. Sendo o mínimo que o governo poderia fazer por essa população.
É necessário também que se observe que os poucos &quot;negros ricos&quot; deste país não tomarão lugar dos negros pobres quando as cotas forem implementadas... os negros ricos assim como os brancos tiveram e tem as mesmas oportunidades educacionais, pois o que muitos ainda acreditam o conhecimento não está na cor e sim nas oportunidades de aprendizagem que são oferecidas em casa e na escola. Elas não conseguiram acabar com o racismo nos estado Unidos, mas deram iguais portunidade à todos e hoje metadde da população rica norte- americana é negra.

Deixo aqui minha contribuição para uma melhor reflexão sobre a abolição e a reparação. 
Oferecer cotas para que os negros entrarem na Universidade não é favor e sim  oportunizar conhecimento a quem pouco o teve, quer e  merece enquanto cidadão brasileiro.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>ABOLIÇÃO E REPARAÇÃO: AS COTAS COMO POLÍTICA PÚBLICA PARA OS NEGROS NO BRASIL</p>
<p>São 120 anos da abolição da escravidão no Brasil e na verdade muita pouca coisa realmente mudou na nossa realidade.<br />
A prova disso são os dados estatísticos oficiais que comprovam que a maioria dos negros brasileiros recebem os piores salários (sobretudo a mulher negra) e estão abaixo da linha da pobreza, vivendo em condições sub-humanas, sem falar nas condições de educação que são oferecidas a essa população. Escolas públicas sem estrutura mínima de funcionamento, com professores recebendo baixos salários e formação inadequada.<br />
Restando ao jovem ( estudante) negro lidar com isso e vencer TODAS AS DIFICULDADES, (que para ele são muito maiores que para um jovem branco bem nascido da classe média) e dar melhores condições de vida a sua família. E se por acaso desistir da luta, não há outro caminhoa que não seguir ao crime sendo logo mais um a ser morto, se não pela polícia, pelso próprios bandidos ou voltar para a senzala ou seja, os presídios. E não é preciso olhar bem para perceber qual é a raça e cor da maioria da popluação carcerária no Brasil.<br />
O RACISMO insiste e perciste. Ele se mascara por trás da valorização do samba no Rio de do axé da Bahia.<br />
Interessante também perceber que quase nenhum dos MILIONÁRIOS cantores e cantoras de axé baianos são negros. Como Ivete Sanglao, Claúdia Leite, Bel e etc&#8230;<br />
E nquanto isso a elite e a imprensa ainda quer nos fazer acreditar que COTAS RACIAS não são uma oportunidade para a melhoria da qualidade de vida dos negros no Brasil e sim um racismo às avessas. </p>
<p>Ora, ninguém está pedindo favores ao governo.<br />
A escravidão acabou e milhares de trabalhadores foram &#8220;demitidos&#8221; sem sequer serem indenizados, sem que nehuma política fosse empregada para essa população (agora brasileira) que não pediu pra vior trabalhar fora do seu páis. Foram sequestrados, mau tratados, humilhados e usados, e na hora de receberem pelo trabalho até hoje recebem um não como resposta.<br />
O governo ajuda banqueiros, empresários e latifundiários, mas trabalhador não!<br />
Trabalhador negro ainda hoje é humilhado nesse país tão democrático.<br />
As cotas não são favores do governo, é mais que uma OBRIGAÇÃO, por todos esse tempo em que a população negra foi excluída do processo de desenvolvimento humano do Brasil. Sendo o mínimo que o governo poderia fazer por essa população.<br />
É necessário também que se observe que os poucos &#8220;negros ricos&#8221; deste país não tomarão lugar dos negros pobres quando as cotas forem implementadas&#8230; os negros ricos assim como os brancos tiveram e tem as mesmas oportunidades educacionais, pois o que muitos ainda acreditam o conhecimento não está na cor e sim nas oportunidades de aprendizagem que são oferecidas em casa e na escola. Elas não conseguiram acabar com o racismo nos estado Unidos, mas deram iguais portunidade à todos e hoje metadde da população rica norte- americana é negra.</p>
<p>Deixo aqui minha contribuição para uma melhor reflexão sobre a abolição e a reparação.<br />
Oferecer cotas para que os negros entrarem na Universidade não é favor e sim  oportunizar conhecimento a quem pouco o teve, quer e  merece enquanto cidadão brasileiro.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: FRANKLIN SANTOS ARAUJO</title>
		<link>http://120cartas.ig.com.br/wp/13-de-maio-de-1888-13-de-maio-de-2008-um-aniversario-de-120-anos/comment-page-1/#comment-3535</link>
		<dc:creator>FRANKLIN SANTOS ARAUJO</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Jul 2008 09:05:54 +0000</pubDate>
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		<description>OI.ESTOU RE ESCREVENDO,PRIMEIRO PORQUE ACHO QUE A PRIMEIRA,FICOU FALTANDO MUITA COISA,POREM MIN AFOLGAVA  NO MEDO E NAO ESCREVIR,TIPO COISA QUE ACONTECEU NA MINHA FAMILIA NA EPOCA QUE VIM PARA A CIDADE SAINDO DO LOCAL  QUE NASCIR,,VAMOS COMEÇAR POREM ESTOU SEM TEMPO QUE E PESSIMO SINAL,MEU NOME E FRANKLIN S ARAUJO,NASCIDO NUM LUGAR CHAMADO BOA UNIAO,NA GRANDE BAHIA,UM DISTRITO DE ALAGOINHAS.HOJE TENHO 29 ANOS,SOU FILHO DE PAI BRANCO E MAE NEGRA,OU SEJA SOU UM NEGRO.NAO TENHO MUITO ESTUDO,TERMINEI NA SORTE O FUNDAMENTAL,NAO QUE EU NAO GOSTE DE ESTUDAR,TENTEI TERMINAR O SEGUNDO GRAU,POREM COMO SE BANCO TODAS MINHAS DESPESA DE ALUGEL A COMIDA,FICA DIFICIL,,,MINHA HISTORIA;MEU PAI E UM DESVAIRADO CUJO SOU DA SEGUNDA FAMILIA,VENHO DE MAIS DE VINTE E CINCO IRMAOS.CHAMO MEU PAI DE DESVAIRADO PORQUE ELE SEMPRE TROCAVA DE MULHER,PRIMEIRO LARGOU A PRIMEIRA PARA FICAR COM MINHA MAE.FOI ONDE NASCEU NOSSOS PROBLELA,ONDE ELE ERA UM MULHERENGO,E BATIA EM MINHA MAE TODO FIM DE SEMANA SEMPRE NO SABADO OU DOMINGO COM SUAS CACHACA,POR ISTO NAO ESTUDAMOS NEM EU NEM MEUS IRMAO DA SEGUNDA FAMILIA,EXPLICO. E QUE ELE MUDAVA DE LUGRA SEMPRE RE COMESSANDO,ISTO POR DECADA E INICIAVAMOS DO ZERO.E PERDIAMOS O ANO FOI ASSIM COM TODOS DA SEGUNDA FAMILIA.COM O PASSAR DO TEMPO ELE COMESSOU NUS ESPULSAR DE CASA,ISTO TAMBEM COM TODOS ATE NESTES DIAS ATRAS COM MINHAS  IRMÃ MAIS NOVA ,UMA DE DESESSEIS ANOS E UMA DE VINTE CINCO.ENFIN ELE JA ESTA OFICIALMENTE NA QUANTA MULHER,EU NUNCA GOSTEI DE FICAR COM AMIGOS SEMPRE VIVI CORREDO DE UM LUGAR PARA OUTRO COM MEUS QUARTOZE ANOS,FOI ASSIM.MEU PAI MATOU UM CARA POR CAUSA DE MULHERES NUM LUGAR ONDE ESTAVAMOS EMTRE AS CINCO FAMILIA MAIS BEM SUSSEDIDA NA REGIAO.ABOSSORVIDO;POREM SAIU FUGIDA DO LOCAL ABANDONANDO A TODOS E TUDO NAQUELE LUGAR,NUNCA CONTEI ISTO A NINGEM POIS MIN PESSEGE,HOJE MORO EM SAO PAULO, TRABALHO TENTO TER UMA VIDA NORMAL,SEI QUE TENHO POTENCIAL NO ESPORTE  aqui  tem um resultado meu,,Masculino 30-34         
Nr Num Nome ColTot ColSex ColCat Equipe TempoLiquido TempoTotal Diferença VelMédia 
1 333 FRANKLIN SANTOS ARAUJO 8 8 1 LIVRO CYRELA E O CAIPIRA,UM AM 17:11,9 17:13,7  17,44 
2 628 SANDRO ROBERTO 24 20 2 SLW RUNNING TEAM 22:41,3 24:21,2 05:29,4 13,22 
3 346 GUILLAUME LEGER 31 26 3  23:50,8 26:46,9 06:38,9 12,58 
4 529 SANDRO RICARDO MASSINI NUNES 32 27 4   23:53,0 24:21,8 06:41,0 12,56 
5 505 RICARDO MANGABEIRA 38 30 5 ILHA QUADRADA 24:04,9 24:37,5 06:53,0 12,46 
6 79 YANN GILLES LEBOURDAIS 
O PRIMEIRO, HA ESTOU SEM OCULOS ENTAO COMO AS LETRAS,VI QUE GOSTO DO ESPORTE E NAO LARGAREI POR NADA,COM MUITA RAÇA ESCREVIR UM LIVRO E ESTOU TENTADO PUBLICAR PARA USAR COMO PATROCINIO ,POIS NAO TENHO ,E VOU CONSEGUIR,NAO CASEI ACHO QUE TALVES POR QUE EU SEJA PERTUBADO,SERA:ACHO QUE NAO APENAS ACHO QUE NAO QUERO VER MINHA MULHER INDO PELO MESMO CAMINHO QUE MINHA MAE,QUE NUM MOMENTO TINHA TUDO E NO  OUTRO IA PEDIR UMA CHICARAR DE AÇUCAR A VIZINHA,TINHA TANTO A FALAR POREM ESTOU INDO PARA UMA CORRIDA EM OSASCO E FALTOU FAZER UM  RASCUNHO ANTES,ESTOU RE ESCREVENDO POR QUE ACHO QUE NA PRIMEIRA CARTA NAO MIN  SAIR COMO UM ESCRITOR,CUJO E MEU ESPIRITO,POIS VENHO ESCREVENDO DESDE CRIANÇA.ONDE TINHA MUITOS POEMAS E ACABEI RASURANDO,POR ACHAR QUE TINHA QUE ACORDAR PARA VIDA,NA MINHA INFACIA APANVA TANTO E VIA TANTO SOFRIMENTO QUE VIVIA COM UMA PEQUENA MOCHILA SEMPRE ARRUMADA ACHANDO QUE ALGEM IRIA ENTRAR PELA CASA E MIN TIRAR DE LÁ,OU PODIA FUGIR DELA A QUALQUER MOMENTO,POREM NAO APARECEU NIMGEM, SO FIQUEI UNS ANOS COM MINHA VIZINHA, NUNCA TIVE CORAGEM DE FUGIR.MIN DOI NAO PODER FAZER O QUE GOSTO QUE E ESTUDAR E CORRER NAS NAO VOU DESISTIR  POR QUE E MEU SONHO,ESPERO QUE ESTA CARTA  SEJA ANEQUIÇADA A OUTRA POIS COMPLETA A HISTORIA,E DIFICIL NEGRO SEM ESTUDO.NAO CONHESSER OS SEUS DIREITOS,NAO TER OPIÇAO DE ESCOLHA E TER QUE PEGAR O PRIMEIRO EMPREGO PARA NAO PASSAR FOME,SER MOTIVO DE CHACOTA MESMO FASENDO O QUE GOSTA.AS PESSOA FALAM GANHE A SAO SILVESTRE QUE TE PATROCINIO.E SOU OBRIGADO A MENTRI QUE TENHO SO PARA NAO SER TRATADO COMO TROXA POIS ESTOU INVESTINDO A VIDA NAS CORRIDAS.E LARGO TUDO POR CORRIDAS, E TENTAREI INVESTIR NA CARREIRA DE ESCRITOR,CUJO TENHO POTENCIAL.ASS;FRANKLIN SANTSO ARAUJO.RG 371623157,AUTORIZO QUALQUER VINCULO CULTURAL</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>OI.ESTOU RE ESCREVENDO,PRIMEIRO PORQUE ACHO QUE A PRIMEIRA,FICOU FALTANDO MUITA COISA,POREM MIN AFOLGAVA  NO MEDO E NAO ESCREVIR,TIPO COISA QUE ACONTECEU NA MINHA FAMILIA NA EPOCA QUE VIM PARA A CIDADE SAINDO DO LOCAL  QUE NASCIR,,VAMOS COMEÇAR POREM ESTOU SEM TEMPO QUE E PESSIMO SINAL,MEU NOME E FRANKLIN S ARAUJO,NASCIDO NUM LUGAR CHAMADO BOA UNIAO,NA GRANDE BAHIA,UM DISTRITO DE ALAGOINHAS.HOJE TENHO 29 ANOS,SOU FILHO DE PAI BRANCO E MAE NEGRA,OU SEJA SOU UM NEGRO.NAO TENHO MUITO ESTUDO,TERMINEI NA SORTE O FUNDAMENTAL,NAO QUE EU NAO GOSTE DE ESTUDAR,TENTEI TERMINAR O SEGUNDO GRAU,POREM COMO SE BANCO TODAS MINHAS DESPESA DE ALUGEL A COMIDA,FICA DIFICIL,,,MINHA HISTORIA;MEU PAI E UM DESVAIRADO CUJO SOU DA SEGUNDA FAMILIA,VENHO DE MAIS DE VINTE E CINCO IRMAOS.CHAMO MEU PAI DE DESVAIRADO PORQUE ELE SEMPRE TROCAVA DE MULHER,PRIMEIRO LARGOU A PRIMEIRA PARA FICAR COM MINHA MAE.FOI ONDE NASCEU NOSSOS PROBLELA,ONDE ELE ERA UM MULHERENGO,E BATIA EM MINHA MAE TODO FIM DE SEMANA SEMPRE NO SABADO OU DOMINGO COM SUAS CACHACA,POR ISTO NAO ESTUDAMOS NEM EU NEM MEUS IRMAO DA SEGUNDA FAMILIA,EXPLICO. E QUE ELE MUDAVA DE LUGRA SEMPRE RE COMESSANDO,ISTO POR DECADA E INICIAVAMOS DO ZERO.E PERDIAMOS O ANO FOI ASSIM COM TODOS DA SEGUNDA FAMILIA.COM O PASSAR DO TEMPO ELE COMESSOU NUS ESPULSAR DE CASA,ISTO TAMBEM COM TODOS ATE NESTES DIAS ATRAS COM MINHAS  IRMÃ MAIS NOVA ,UMA DE DESESSEIS ANOS E UMA DE VINTE CINCO.ENFIN ELE JA ESTA OFICIALMENTE NA QUANTA MULHER,EU NUNCA GOSTEI DE FICAR COM AMIGOS SEMPRE VIVI CORREDO DE UM LUGAR PARA OUTRO COM MEUS QUARTOZE ANOS,FOI ASSIM.MEU PAI MATOU UM CARA POR CAUSA DE MULHERES NUM LUGAR ONDE ESTAVAMOS EMTRE AS CINCO FAMILIA MAIS BEM SUSSEDIDA NA REGIAO.ABOSSORVIDO;POREM SAIU FUGIDA DO LOCAL ABANDONANDO A TODOS E TUDO NAQUELE LUGAR,NUNCA CONTEI ISTO A NINGEM POIS MIN PESSEGE,HOJE MORO EM SAO PAULO, TRABALHO TENTO TER UMA VIDA NORMAL,SEI QUE TENHO POTENCIAL NO ESPORTE  aqui  tem um resultado meu,,Masculino 30-34<br />
Nr Num Nome ColTot ColSex ColCat Equipe TempoLiquido TempoTotal Diferença VelMédia<br />
1 333 FRANKLIN SANTOS ARAUJO 8 8 1 LIVRO CYRELA E O CAIPIRA,UM AM 17:11,9 17:13,7  17,44<br />
2 628 SANDRO ROBERTO 24 20 2 SLW RUNNING TEAM 22:41,3 24:21,2 05:29,4 13,22<br />
3 346 GUILLAUME LEGER 31 26 3  23:50,8 26:46,9 06:38,9 12,58<br />
4 529 SANDRO RICARDO MASSINI NUNES 32 27 4   23:53,0 24:21,8 06:41,0 12,56<br />
5 505 RICARDO MANGABEIRA 38 30 5 ILHA QUADRADA 24:04,9 24:37,5 06:53,0 12,46<br />
6 79 YANN GILLES LEBOURDAIS<br />
O PRIMEIRO, HA ESTOU SEM OCULOS ENTAO COMO AS LETRAS,VI QUE GOSTO DO ESPORTE E NAO LARGAREI POR NADA,COM MUITA RAÇA ESCREVIR UM LIVRO E ESTOU TENTADO PUBLICAR PARA USAR COMO PATROCINIO ,POIS NAO TENHO ,E VOU CONSEGUIR,NAO CASEI ACHO QUE TALVES POR QUE EU SEJA PERTUBADO,SERA:ACHO QUE NAO APENAS ACHO QUE NAO QUERO VER MINHA MULHER INDO PELO MESMO CAMINHO QUE MINHA MAE,QUE NUM MOMENTO TINHA TUDO E NO  OUTRO IA PEDIR UMA CHICARAR DE AÇUCAR A VIZINHA,TINHA TANTO A FALAR POREM ESTOU INDO PARA UMA CORRIDA EM OSASCO E FALTOU FAZER UM  RASCUNHO ANTES,ESTOU RE ESCREVENDO POR QUE ACHO QUE NA PRIMEIRA CARTA NAO MIN  SAIR COMO UM ESCRITOR,CUJO E MEU ESPIRITO,POIS VENHO ESCREVENDO DESDE CRIANÇA.ONDE TINHA MUITOS POEMAS E ACABEI RASURANDO,POR ACHAR QUE TINHA QUE ACORDAR PARA VIDA,NA MINHA INFACIA APANVA TANTO E VIA TANTO SOFRIMENTO QUE VIVIA COM UMA PEQUENA MOCHILA SEMPRE ARRUMADA ACHANDO QUE ALGEM IRIA ENTRAR PELA CASA E MIN TIRAR DE LÁ,OU PODIA FUGIR DELA A QUALQUER MOMENTO,POREM NAO APARECEU NIMGEM, SO FIQUEI UNS ANOS COM MINHA VIZINHA, NUNCA TIVE CORAGEM DE FUGIR.MIN DOI NAO PODER FAZER O QUE GOSTO QUE E ESTUDAR E CORRER NAS NAO VOU DESISTIR  POR QUE E MEU SONHO,ESPERO QUE ESTA CARTA  SEJA ANEQUIÇADA A OUTRA POIS COMPLETA A HISTORIA,E DIFICIL NEGRO SEM ESTUDO.NAO CONHESSER OS SEUS DIREITOS,NAO TER OPIÇAO DE ESCOLHA E TER QUE PEGAR O PRIMEIRO EMPREGO PARA NAO PASSAR FOME,SER MOTIVO DE CHACOTA MESMO FASENDO O QUE GOSTA.AS PESSOA FALAM GANHE A SAO SILVESTRE QUE TE PATROCINIO.E SOU OBRIGADO A MENTRI QUE TENHO SO PARA NAO SER TRATADO COMO TROXA POIS ESTOU INVESTINDO A VIDA NAS CORRIDAS.E LARGO TUDO POR CORRIDAS, E TENTAREI INVESTIR NA CARREIRA DE ESCRITOR,CUJO TENHO POTENCIAL.ASS;FRANKLIN SANTSO ARAUJO.RG 371623157,AUTORIZO QUALQUER VINCULO CULTURAL</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Roberto Figueiredo Russo de Sá</title>
		<link>http://120cartas.ig.com.br/wp/13-de-maio-de-1888-13-de-maio-de-2008-um-aniversario-de-120-anos/comment-page-1/#comment-3516</link>
		<dc:creator>Roberto Figueiredo Russo de Sá</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 19 Jul 2008 18:06:38 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://120cartas.ig.com.br/wp/?p=6#comment-3516</guid>
		<description>A artificialidade humana é indiferente em qualquer canto da Terra e o racismo é apenas um dos problemas visíveis na postiça e pueril convivência de nossa espécie.
Espécie essa que diferencia-se das outras ao tolher todos seus vestígios naturais, tornando-se unânimes donos do mundo, e criando-se conforme a cultura imposta ao seu ser desde embrião. Seres etnocêntricos, que juntos, exalam o ar desprezível da ignorância e vulgaridade.
Desculpe-me o leitor impaciente por ocupar-lhes com pensamentos anônimos e não com versos de Olavo Bilac e Lima Barreto. Mas, falemos de Brasil.
Pensamentos imaturos para o ultimo país independente em que fulgurava a humilhação sofrida por negros até 1888 e que hoje vem camuflada por um punhado de idéias moralmente utópicas.
A Lei Áurea não foi um avanço e sim um mínimo de pudor imposto ao país que, ostentou e produziu riquezas, mas empurrou à margem da sociedade os bestializados. Com isso, a luz da liberdade se tornara torpe. Tal manobra, feita pela metade, esfacelou a peia que os prendia à seus amos, mas os acorrentou novamente a pior das sinhás, a fome.
Após 120 anos de “liberdade”, os negros conquistaram muito espaço tanto no âmbito legal como no social. Mas a disparidade econômica e educacional ainda aflige a vida desses brasileiros, alvos da gélida corrupção do gênio humano. E como disse Rousseau “Sob os maus governos, a igualdade por convenção e de direito é aparente e ilusória; ela não serve senão para manter o pobre na sua miséria, e o rico na sua usurpação.Na realidade, as leis são sempre úteis aos que possuem e nocivas aos que nada têm.”
Para tanto, deter-me-ei neste ponto poupando o enfadonho desgaste moral, mas vale lembrar que a indispensável obrigação do governo é, como sempre, satisfeita com meros artifícios burocráticos e falatório demagógico
E certamente uma melhoria a ser feita seria a interação entre as cores, pois, com os brancos nos centros urbanos e os negros na periferia nunca veremos a harmonia de um povo verdadeiramente miscigenado. Um povo que tem como exemplo a nação corinthiana, a qual une o branco ao preto numa mesma paixão.
Desse modo, termino meus devaneios pessimistas, uma vez que não vejo solução concreta para o drama do negro, afinal, o tempo construiu o homem e seu amplo legado de vícios, tornando-os miseráveis espiritualmente. Assim, só o tempo poderá apagar esses degradantes costumes europeus enraizados em você leitor Macunaíma e no seu: Roberto de Sá</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A artificialidade humana é indiferente em qualquer canto da Terra e o racismo é apenas um dos problemas visíveis na postiça e pueril convivência de nossa espécie.<br />
Espécie essa que diferencia-se das outras ao tolher todos seus vestígios naturais, tornando-se unânimes donos do mundo, e criando-se conforme a cultura imposta ao seu ser desde embrião. Seres etnocêntricos, que juntos, exalam o ar desprezível da ignorância e vulgaridade.<br />
Desculpe-me o leitor impaciente por ocupar-lhes com pensamentos anônimos e não com versos de Olavo Bilac e Lima Barreto. Mas, falemos de Brasil.<br />
Pensamentos imaturos para o ultimo país independente em que fulgurava a humilhação sofrida por negros até 1888 e que hoje vem camuflada por um punhado de idéias moralmente utópicas.<br />
A Lei Áurea não foi um avanço e sim um mínimo de pudor imposto ao país que, ostentou e produziu riquezas, mas empurrou à margem da sociedade os bestializados. Com isso, a luz da liberdade se tornara torpe. Tal manobra, feita pela metade, esfacelou a peia que os prendia à seus amos, mas os acorrentou novamente a pior das sinhás, a fome.<br />
Após 120 anos de “liberdade”, os negros conquistaram muito espaço tanto no âmbito legal como no social. Mas a disparidade econômica e educacional ainda aflige a vida desses brasileiros, alvos da gélida corrupção do gênio humano. E como disse Rousseau “Sob os maus governos, a igualdade por convenção e de direito é aparente e ilusória; ela não serve senão para manter o pobre na sua miséria, e o rico na sua usurpação.Na realidade, as leis são sempre úteis aos que possuem e nocivas aos que nada têm.”<br />
Para tanto, deter-me-ei neste ponto poupando o enfadonho desgaste moral, mas vale lembrar que a indispensável obrigação do governo é, como sempre, satisfeita com meros artifícios burocráticos e falatório demagógico<br />
E certamente uma melhoria a ser feita seria a interação entre as cores, pois, com os brancos nos centros urbanos e os negros na periferia nunca veremos a harmonia de um povo verdadeiramente miscigenado. Um povo que tem como exemplo a nação corinthiana, a qual une o branco ao preto numa mesma paixão.<br />
Desse modo, termino meus devaneios pessimistas, uma vez que não vejo solução concreta para o drama do negro, afinal, o tempo construiu o homem e seu amplo legado de vícios, tornando-os miseráveis espiritualmente. Assim, só o tempo poderá apagar esses degradantes costumes europeus enraizados em você leitor Macunaíma e no seu: Roberto de Sá</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Paulo Francisco Rocino Maurício</title>
		<link>http://120cartas.ig.com.br/wp/13-de-maio-de-1888-13-de-maio-de-2008-um-aniversario-de-120-anos/comment-page-1/#comment-3376</link>
		<dc:creator>Paulo Francisco Rocino Maurício</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Jul 2008 20:06:22 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://120cartas.ig.com.br/wp/?p=6#comment-3376</guid>
		<description>O negro de cor parda -Abolição social.
Caro leitor

Eu sou negro na alma,mas pardo na pele .Convenhamos que no Brasil,infelizmente,a sociedade valoriza mais a beleza estética branca,ou seja,a pele branca que prepondera no meio artístico,na área política e,sobretudo,na ocupação de cargos superiores.Entretanto,é óbvio que os meus irmãos negros tenham destaque em outros setores como o esportivo e o artístico.Exemplo disso,enfatizo o futebol em que há talentosos jogadores afro-descendentes praticando essa atividade no país.Apesar disso,não poderia deixar de mencionar como referência à comunidade negra o atleta que é reconhecido nos quatro cantos do mundo,o nosso símbolo nacional,o jogador Pelé.
  À vista disso,particularmente,quando eu era adolescente,sonhara ser um jogador de futebol,até porque objetivava uma perspectiva de vida financeira melhor,porém isso não foi possível,mas,é claro,direcionei-me a outros caminhos legais.Um deles foi o estudo,pois eu tinha como lema de que a escola seria o trampolim a um prestígio social tanto financeiro como intelectual a minha progressão de vida.Fui mais além:Completado o ensino médio,cursei o ensino superior e,quatro anos após, graduei-me na área de Humanas.Além disso,um outro caminho que contribuiu a minha formação social foi o envolvimento com a manifestação artística,ou melhor,com o folclore.Atualmente eu sou integrante de um grupo de Congada,que apresenta como objetivo o resgate e a preservação da cultura afro-brasileira e,isso,certamente,consolidou de modo decisivo o meu comprometimento com a historicidade da raça negra.
  No entanto,embora eu me considero de cor parda,mas de ascendência africana,ao longo da minha existência,compreendi que no Brasil,o negro tem exíguas oportunidades de atingir uma posição social de destaque,apesar que uma pequena minoria se destaca socialmente e economicamente no campo esportivo e artístico.Mas é necessário instigar o negro a buscar,de modo planejado,o seu espaço na sociedade,sobretudo,à conquista de cargos de relevância no mercado de trabalho,nos centros acadêmicos e no setor político.
  Enfim,eu sendo afro-descendente no sangue,posso dizer que hoje,atingi a abolição,pois sou professor de Línguas,mas incomoda-me presenciar um irmão negro em uma situação inferiorizada.
  É mister que todos nós,brasileiros,reflitamos sobre os 120 anos livres que poucos negros conquistaram.

                            Mafuá Burucu,Mauá-SP.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O negro de cor parda -Abolição social.<br />
Caro leitor</p>
<p>Eu sou negro na alma,mas pardo na pele .Convenhamos que no Brasil,infelizmente,a sociedade valoriza mais a beleza estética branca,ou seja,a pele branca que prepondera no meio artístico,na área política e,sobretudo,na ocupação de cargos superiores.Entretanto,é óbvio que os meus irmãos negros tenham destaque em outros setores como o esportivo e o artístico.Exemplo disso,enfatizo o futebol em que há talentosos jogadores afro-descendentes praticando essa atividade no país.Apesar disso,não poderia deixar de mencionar como referência à comunidade negra o atleta que é reconhecido nos quatro cantos do mundo,o nosso símbolo nacional,o jogador Pelé.<br />
  À vista disso,particularmente,quando eu era adolescente,sonhara ser um jogador de futebol,até porque objetivava uma perspectiva de vida financeira melhor,porém isso não foi possível,mas,é claro,direcionei-me a outros caminhos legais.Um deles foi o estudo,pois eu tinha como lema de que a escola seria o trampolim a um prestígio social tanto financeiro como intelectual a minha progressão de vida.Fui mais além:Completado o ensino médio,cursei o ensino superior e,quatro anos após, graduei-me na área de Humanas.Além disso,um outro caminho que contribuiu a minha formação social foi o envolvimento com a manifestação artística,ou melhor,com o folclore.Atualmente eu sou integrante de um grupo de Congada,que apresenta como objetivo o resgate e a preservação da cultura afro-brasileira e,isso,certamente,consolidou de modo decisivo o meu comprometimento com a historicidade da raça negra.<br />
  No entanto,embora eu me considero de cor parda,mas de ascendência africana,ao longo da minha existência,compreendi que no Brasil,o negro tem exíguas oportunidades de atingir uma posição social de destaque,apesar que uma pequena minoria se destaca socialmente e economicamente no campo esportivo e artístico.Mas é necessário instigar o negro a buscar,de modo planejado,o seu espaço na sociedade,sobretudo,à conquista de cargos de relevância no mercado de trabalho,nos centros acadêmicos e no setor político.<br />
  Enfim,eu sendo afro-descendente no sangue,posso dizer que hoje,atingi a abolição,pois sou professor de Línguas,mas incomoda-me presenciar um irmão negro em uma situação inferiorizada.<br />
  É mister que todos nós,brasileiros,reflitamos sobre os 120 anos livres que poucos negros conquistaram.</p>
<p>                            Mafuá Burucu,Mauá-SP.</p>
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		<title>Por: Paulo Francisco Rocino Maurício</title>
		<link>http://120cartas.ig.com.br/wp/13-de-maio-de-1888-13-de-maio-de-2008-um-aniversario-de-120-anos/comment-page-1/#comment-3375</link>
		<dc:creator>Paulo Francisco Rocino Maurício</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Jul 2008 19:55:31 +0000</pubDate>
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		<description>Caro leitor

Eu sou negro na alma,mas pardo na pele na pele.Convenhamos que no Brasil,infelizmente,a sociedade valoriza mais a beleza estética branca,ou seja,a pele branca que prepondera no artístico,na área política e,sobretudo,na ocupação de cargos superiores.Entretanto,é óbvio que os meus irmãos negros tenham destaque em outros setores como o esportivo e o artístico.Exemplo disso,enfatizo o futebol em que há talentosos jogadores afro-descendentes praticando essa atividade no país.Apesar disso,não poderia deixar de mencionar como referência à comunidade negra o atleta que é reconhecido nos quatro cantos do mundo,o nosso símbolo nacional,o Pelé.
  À vista disso,particularmente,quando eu era adolescente,sonhara ser um jogador de futebol,até porque objetivava uma perspectiva de vida financeira melhor,porém isso não foi possível,mas,é claro,direcionei-me a outros caminhos legais.Um deles foi o estudo,pois eu tinha como lema de que a escola seria o trampolim a um prestígio social tanto financeiro como intelectual a minha progressão de vida.Fui mais além:Completado o ensino médio,cursei o ensino superior e,quatro anos após, graduei-me na área de ciências humanas.Além disso,um outro caminho que contribuiu a minha formação social foi o envolvimento com a manifestação artística,ou melhor,com o folclore.Atualmente eu sou integrante de um grupo de Congada,que apresenta como objetivo o resgate e a preservação da cultura afro-brasileira e,isso,certamente,consolidou de modo decisivo o meu comprometimento com a historicidade da raça negra.
  No entanto,embora eu me considero de cor parda,mas de ascendência africana,ao longo da minha existência,compreendi que no Brasil,o negro tem exíguas oportunidades de atingir uma posição social de destaque,apesar que uma pequena minoria se destaca socialmente e economicamente no campo esportivo e artístico.Mas é necessário instigar o negro a buscar,de modo planejado,o seu espaço na sociedade,sobretudo,à conquista de cargos de relevância no mercado de trabalho,nos centros acadêmicos e no setor político.
  Enfim,eu sendo afro-descendente no sangue,posso dizer que hoje,atingi a abolição,pois sou professor de Línguas,mas incomoda-me presenciar um irmão negro em uma situação inferiorizada.
  É mister que todos nós,brasileiros,reflitamos sobre os 120 anos livres que poucos negros conquistaram.

                            Mafuá Burucu,Mauá-SP.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro leitor</p>
<p>Eu sou negro na alma,mas pardo na pele na pele.Convenhamos que no Brasil,infelizmente,a sociedade valoriza mais a beleza estética branca,ou seja,a pele branca que prepondera no artístico,na área política e,sobretudo,na ocupação de cargos superiores.Entretanto,é óbvio que os meus irmãos negros tenham destaque em outros setores como o esportivo e o artístico.Exemplo disso,enfatizo o futebol em que há talentosos jogadores afro-descendentes praticando essa atividade no país.Apesar disso,não poderia deixar de mencionar como referência à comunidade negra o atleta que é reconhecido nos quatro cantos do mundo,o nosso símbolo nacional,o Pelé.<br />
  À vista disso,particularmente,quando eu era adolescente,sonhara ser um jogador de futebol,até porque objetivava uma perspectiva de vida financeira melhor,porém isso não foi possível,mas,é claro,direcionei-me a outros caminhos legais.Um deles foi o estudo,pois eu tinha como lema de que a escola seria o trampolim a um prestígio social tanto financeiro como intelectual a minha progressão de vida.Fui mais além:Completado o ensino médio,cursei o ensino superior e,quatro anos após, graduei-me na área de ciências humanas.Além disso,um outro caminho que contribuiu a minha formação social foi o envolvimento com a manifestação artística,ou melhor,com o folclore.Atualmente eu sou integrante de um grupo de Congada,que apresenta como objetivo o resgate e a preservação da cultura afro-brasileira e,isso,certamente,consolidou de modo decisivo o meu comprometimento com a historicidade da raça negra.<br />
  No entanto,embora eu me considero de cor parda,mas de ascendência africana,ao longo da minha existência,compreendi que no Brasil,o negro tem exíguas oportunidades de atingir uma posição social de destaque,apesar que uma pequena minoria se destaca socialmente e economicamente no campo esportivo e artístico.Mas é necessário instigar o negro a buscar,de modo planejado,o seu espaço na sociedade,sobretudo,à conquista de cargos de relevância no mercado de trabalho,nos centros acadêmicos e no setor político.<br />
  Enfim,eu sendo afro-descendente no sangue,posso dizer que hoje,atingi a abolição,pois sou professor de Línguas,mas incomoda-me presenciar um irmão negro em uma situação inferiorizada.<br />
  É mister que todos nós,brasileiros,reflitamos sobre os 120 anos livres que poucos negros conquistaram.</p>
<p>                            Mafuá Burucu,Mauá-SP.</p>
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		<title>Por: REGINALDO APARECIDO DE MARIA</title>
		<link>http://120cartas.ig.com.br/wp/13-de-maio-de-1888-13-de-maio-de-2008-um-aniversario-de-120-anos/comment-page-1/#comment-3299</link>
		<dc:creator>REGINALDO APARECIDO DE MARIA</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Jul 2008 16:09:00 +0000</pubDate>
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		<description>----OS  PRECONCEITOS E OS ESTERIOTIPOS NOS RECRETAMENTOS E SELEÇÕES-----


    No Brasil , nos Estados e nas Cidades , desejo aqui agora generalizar este  comportamento que é comum, simples, natural, cotidiano entre outras formas e  maneiras do &quot; jeitinho Brasileiro&quot; de excluir, segregar, extinguir, principalmente os não brancos  do mercado de trabalho.
    E daí dizem somente o seguinte; &quot; É , voce não se enquadrou- se no &quot;perfil&quot; da vaga &quot;.
    Mas voce , pode perguntar : &quot; O  que é &quot;prefil&quot; , então?!.
    Nas na realidade há diversas empresas, Instituições , organizações  e corporações que tem preconceitos , esteriótipos, e discriminam as chamadas minorias( as proprias ongs, ocips  fazem isso ou seja, cuidam da diversidade humana dentro de empresas ou a não discriminação e discriminam o negro para não participar ou entrar da mesma).
    As minorias aqui na realidade é a maioria negros, mulheres.
    E muitas vezes o mercado de trabalho  fica sem esses  talentos, que são qualificados , capacitados , aperfeiçoados e aprimorados, nas o sitema  e o controle social negativo reforça o &quot; ainda&#039; o STATUS QUO , a beleza( midiatica e computadorizada) e principalmente o  igual em conteudo e tez.
    Observo que a muitas empresas que tem  medo do diferente  uma vez que &quot; ser diferente é normal&quot;, mas &quot; de perto ninguem é normal&quot;, e o &quot; diferente não é desigual&quot;.
    Esquece que a sociedade é feita de todos , todos consumen.
    Sendo assim os excluídos socialmente não tem oportunidade , chance , proteção , apoio de ao menos ser  avaliado para tentar concorrer a vaga.
    Mas não temos muito  que estranhar , ver como empecilho e espanto esta propria sociedade até para debater as relações raciais e etnicas tem dificuldades ( ou finge que tem para modelar mais ainda o negro).
     Imagine então as resistências da  equidade e igualdade utópica do negro , mesmo de grau  superior dentro do mercado de trabalho em funções e cargos de mando, comando , chefia , controle e contra controle.
     Existem muitas empresas  que na sua origem contratam negros em seus  países , nas chegam aqui , os responsaveis dizem , que aqui é diferente...
     Mas na realidade os não negros , não querem repartir as riquezas nacionais ,  os altos salarios, a prosperidade, o sucesso, os carros importados e nacionais bons, a  educação com qualidade de ensino-aprendizagem, a saúde de primeiro mundo e outros  beneficios politicos, ideologicos , sociais e corporativos.
    E por incrivel que pareça a midia  diz ou escreve  muitissimo pouco sobre o  assunto ( ou nada) ?! faltam mais reportagem investigativas...( quem sabe  NOSSO GRANDE E COMPETENTE CACO BARCELOS- FAZER UM PROFISSÃO REPORTER... com o tema... E OUTROS CINEASTAS E DIRETORES DE CINEMA FAZER FILMES E DOCUMENTÁRIOS A RESPEITO...).
     É  preciso sim debater , questionar, analisar, refletir , perguntar, protestar, boicotar e se mobilizar e ir em busca de respostas , soluções e  resultados para anemizar este comportamento preconceito, discriminatórios  do etnocentrismo social , principalemente ao não branco.
    Se todos ( sem ver a tez) darmos  as mãos, pensar , sentir e se comportar  para o bem e com amor , ideias, sugestões , soluções dará sim  para melhorar , pois todos  somos inteligentes e competentes.
     Se a lei do deficientes  boa parte da empresas estão aderindo , porque?!  &quot;o ESTATUTO DA IGUALDADE RACIAL NÃO ESTA( precisamos aprova-lo) OU OUTRA LEI DE INcENTIVO(PROJETO OU CONTRATAR O NEGRO) AO NEGRO NO MERCADO DE 
TRABALHO...&quot;.


(regirprof@hotmail.com) se alguem gostaria de fazer grupos de estudos para imprementação de negros em empresas ou se ja existem entre em contato comigo....</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8212;-OS  PRECONCEITOS E OS ESTERIOTIPOS NOS RECRETAMENTOS E SELEÇÕES&#8212;&#8211;</p>
<p>    No Brasil , nos Estados e nas Cidades , desejo aqui agora generalizar este  comportamento que é comum, simples, natural, cotidiano entre outras formas e  maneiras do &#8221; jeitinho Brasileiro&#8221; de excluir, segregar, extinguir, principalmente os não brancos  do mercado de trabalho.<br />
    E daí dizem somente o seguinte; &#8221; É , voce não se enquadrou- se no &#8220;perfil&#8221; da vaga &#8220;.<br />
    Mas voce , pode perguntar : &#8221; O  que é &#8220;prefil&#8221; , então?!.<br />
    Nas na realidade há diversas empresas, Instituições , organizações  e corporações que tem preconceitos , esteriótipos, e discriminam as chamadas minorias( as proprias ongs, ocips  fazem isso ou seja, cuidam da diversidade humana dentro de empresas ou a não discriminação e discriminam o negro para não participar ou entrar da mesma).<br />
    As minorias aqui na realidade é a maioria negros, mulheres.<br />
    E muitas vezes o mercado de trabalho  fica sem esses  talentos, que são qualificados , capacitados , aperfeiçoados e aprimorados, nas o sitema  e o controle social negativo reforça o &#8221; ainda&#8217; o STATUS QUO , a beleza( midiatica e computadorizada) e principalmente o  igual em conteudo e tez.<br />
    Observo que a muitas empresas que tem  medo do diferente  uma vez que &#8221; ser diferente é normal&#8221;, mas &#8221; de perto ninguem é normal&#8221;, e o &#8221; diferente não é desigual&#8221;.<br />
    Esquece que a sociedade é feita de todos , todos consumen.<br />
    Sendo assim os excluídos socialmente não tem oportunidade , chance , proteção , apoio de ao menos ser  avaliado para tentar concorrer a vaga.<br />
    Mas não temos muito  que estranhar , ver como empecilho e espanto esta propria sociedade até para debater as relações raciais e etnicas tem dificuldades ( ou finge que tem para modelar mais ainda o negro).<br />
     Imagine então as resistências da  equidade e igualdade utópica do negro , mesmo de grau  superior dentro do mercado de trabalho em funções e cargos de mando, comando , chefia , controle e contra controle.<br />
     Existem muitas empresas  que na sua origem contratam negros em seus  países , nas chegam aqui , os responsaveis dizem , que aqui é diferente&#8230;<br />
     Mas na realidade os não negros , não querem repartir as riquezas nacionais ,  os altos salarios, a prosperidade, o sucesso, os carros importados e nacionais bons, a  educação com qualidade de ensino-aprendizagem, a saúde de primeiro mundo e outros  beneficios politicos, ideologicos , sociais e corporativos.<br />
    E por incrivel que pareça a midia  diz ou escreve  muitissimo pouco sobre o  assunto ( ou nada) ?! faltam mais reportagem investigativas&#8230;( quem sabe  NOSSO GRANDE E COMPETENTE CACO BARCELOS- FAZER UM PROFISSÃO REPORTER&#8230; com o tema&#8230; E OUTROS CINEASTAS E DIRETORES DE CINEMA FAZER FILMES E DOCUMENTÁRIOS A RESPEITO&#8230;).<br />
     É  preciso sim debater , questionar, analisar, refletir , perguntar, protestar, boicotar e se mobilizar e ir em busca de respostas , soluções e  resultados para anemizar este comportamento preconceito, discriminatórios  do etnocentrismo social , principalemente ao não branco.<br />
    Se todos ( sem ver a tez) darmos  as mãos, pensar , sentir e se comportar  para o bem e com amor , ideias, sugestões , soluções dará sim  para melhorar , pois todos  somos inteligentes e competentes.<br />
     Se a lei do deficientes  boa parte da empresas estão aderindo , porque?!  &#8220;o ESTATUTO DA IGUALDADE RACIAL NÃO ESTA( precisamos aprova-lo) OU OUTRA LEI DE INcENTIVO(PROJETO OU CONTRATAR O NEGRO) AO NEGRO NO MERCADO DE<br />
TRABALHO&#8230;&#8221;.</p>
<p>(regirprof@hotmail.com) se alguem gostaria de fazer grupos de estudos para imprementação de negros em empresas ou se ja existem entre em contato comigo&#8230;.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: REGINALDO APARECIDO DE MARIA</title>
		<link>http://120cartas.ig.com.br/wp/13-de-maio-de-1888-13-de-maio-de-2008-um-aniversario-de-120-anos/comment-page-1/#comment-3297</link>
		<dc:creator>REGINALDO APARECIDO DE MARIA</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Jul 2008 15:12:22 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://120cartas.ig.com.br/wp/?p=6#comment-3297</guid>
		<description>___ A imcompreensão e o não entendimento Nacional do Negro-----

     O racismo é um comportamento e emoção normal,simples,comum , que faz parte  do cotidiano do nosso mundo , atrelado ao preconceito, a discriminação entre outros nomes, conceitos da psicologia, sociologia ,antropologia e outras ciências sociais.
     Pegando o conceito filosofico e psicologico vemos que racismo , é uma raça ou etnia  querer ser superior a outra, é bem  o que ocorre no Brasil, os não negros ,  não querem dividir o mercado de trabalho, os serviços e empregos , principalmente do setor terceario(entre outros), como  exemplo podemos citar , bancarios ,administrativo, informatica,informação,tv,cinema,entre outras  funções ,postos e cargos que tem influencias econômicas, politicas,sociais ,ideologicas e etc.
      Irei então emprestar uma frase de um  grande gênio nacional - MONTEIRO LOBATO que diz: &quot; Um pais se faz com homens e livros &quot;.
      Com toda essa sabedoria, cultura e conhecimento, podemos dizer que  MONTEIRO LOBATO era um gênio e tinha  comprometimento (permanente)com o nacionalismo,patriotismo, democracia Brasileira.
      Pensava sim no negro, uma vez que  criou personagens como: o saci, tia nastacia, tio barnabé,neguinha  entre outros, sempre  soube que a etnia negra foi  e é importante.(LIVRO O PRESIDENTE NEGRO , QUE AINDA ESTA FORA DE NOSSA REALIDADE, APESAR QUE TEM NEGROS QUE NÃO ACEITAM SER NEGRO, O CONDICIONAMENTO SOCIAL AQUI É MUITO FORTE).
      Mas uns dos aspectos relevantes do Brasileiro querendo aqui generalizar e que  o mesmo lê muito pouco , pequisa e vai  em busca da informações com pouca aciduidade , então conhece muito  pouco da história , da cultura, dos valores do negro (por causa do proprio sistema de embranquecimento que traz o sucesso, a midia reforça esse e outros comportamentos).
      Aqui na minha região sudeste do Estado de São Paulo, nem  palestras sobre o negro  as escolas  não querem  ouvir,uma  vez que dão mil desculpas, é todo  um processo de des-interesse social  sobre o negro, como sempre fingem  que estão cumprindo aquela lei (10.639/2003) que tem que falar sobre o negro, historia  da Africa e dos afrodescendentes(mas não posso generalizar este comportamento).
      A uma  verdadeira esquiva-esquiva , fuga-fuga, esquiva-fuga  quando se trata do  negro , é uma questão de não aceitação.
      &quot;não podemos nem falar, escrever, porque cria-se a rejeição da rejeição&quot; &quot; ou seja para os não negro esta tudo bem temos tudo e mais um pouco e voces negros continuam não tendo nada do nada&quot;.
       E acham que esta tudo normal , ja que  uma parcela da população mantem o  poder( de tudo).
       Se as pessoas lerem mais sobre o negro( uns leem  e é por isso que se comportam assim com boicote)  e as bilhões de coisas , estudos ,participações,invenções, fatos,acontecimentos(&quot; muitas coisas atribuem ao não negro, mas na realidade foi e é o negro que  fez, mas pela força do etnocentrismo ficou que foi o não negro que fez ou faz&quot;)que o negro criou e cria , poderá amenizar o racismo( &quot;O BRASILEIRO NÃO RECONHECE SUA MAIOR IDENTIDADE E PERSONALIDADE SOCIAL QUE É O NEGRO OU FINGE QUE NÃO CONHECE SO PARA NÃO DAR PODER POLITICO E SOCIAL PARA O MESMO&quot;).
        Há casos que é pura  falta de informação, amor, sensibilidade  e conhecimento...
        O Brasil precisa sim dar chance para o Brasileiro  conhecer a si mnesmo , uma vez  que a maior identidade Brasileira  com conjuntos de comportamentos , que  influenciou a nossa lingua, cultura ,historia, econômia  entre outras varias coisas foi e é o negro .
        Se voce e todos os Brasileiros não  querem se conhecer , voce será  sempre um estranho para voce  mesmo( e valoriza outras culturas que não tem nada a ver com voce).
       &quot; A alma , o espirito, e o corpo Brasileiro é o negro.
        Que o criador salve , liberte e  evolua &quot;mais ainda&quot; o negro ,  que  é UNIVERSAL...&quot;  
        &quot;120 ANOS DA ABOLIÇÃO- O BRASIL NÃO E SO NEGRO , O BRASIL É NEGRO&quot;.


(regiprof@hotmail.com)
professor e escritor.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>___ A imcompreensão e o não entendimento Nacional do Negro&#8212;&#8211;</p>
<p>     O racismo é um comportamento e emoção normal,simples,comum , que faz parte  do cotidiano do nosso mundo , atrelado ao preconceito, a discriminação entre outros nomes, conceitos da psicologia, sociologia ,antropologia e outras ciências sociais.<br />
     Pegando o conceito filosofico e psicologico vemos que racismo , é uma raça ou etnia  querer ser superior a outra, é bem  o que ocorre no Brasil, os não negros ,  não querem dividir o mercado de trabalho, os serviços e empregos , principalmente do setor terceario(entre outros), como  exemplo podemos citar , bancarios ,administrativo, informatica,informação,tv,cinema,entre outras  funções ,postos e cargos que tem influencias econômicas, politicas,sociais ,ideologicas e etc.<br />
      Irei então emprestar uma frase de um  grande gênio nacional &#8211; MONTEIRO LOBATO que diz: &#8221; Um pais se faz com homens e livros &#8220;.<br />
      Com toda essa sabedoria, cultura e conhecimento, podemos dizer que  MONTEIRO LOBATO era um gênio e tinha  comprometimento (permanente)com o nacionalismo,patriotismo, democracia Brasileira.<br />
      Pensava sim no negro, uma vez que  criou personagens como: o saci, tia nastacia, tio barnabé,neguinha  entre outros, sempre  soube que a etnia negra foi  e é importante.(LIVRO O PRESIDENTE NEGRO , QUE AINDA ESTA FORA DE NOSSA REALIDADE, APESAR QUE TEM NEGROS QUE NÃO ACEITAM SER NEGRO, O CONDICIONAMENTO SOCIAL AQUI É MUITO FORTE).<br />
      Mas uns dos aspectos relevantes do Brasileiro querendo aqui generalizar e que  o mesmo lê muito pouco , pequisa e vai  em busca da informações com pouca aciduidade , então conhece muito  pouco da história , da cultura, dos valores do negro (por causa do proprio sistema de embranquecimento que traz o sucesso, a midia reforça esse e outros comportamentos).<br />
      Aqui na minha região sudeste do Estado de São Paulo, nem  palestras sobre o negro  as escolas  não querem  ouvir,uma  vez que dão mil desculpas, é todo  um processo de des-interesse social  sobre o negro, como sempre fingem  que estão cumprindo aquela lei (10.639/2003) que tem que falar sobre o negro, historia  da Africa e dos afrodescendentes(mas não posso generalizar este comportamento).<br />
      A uma  verdadeira esquiva-esquiva , fuga-fuga, esquiva-fuga  quando se trata do  negro , é uma questão de não aceitação.<br />
      &#8220;não podemos nem falar, escrever, porque cria-se a rejeição da rejeição&#8221; &#8221; ou seja para os não negro esta tudo bem temos tudo e mais um pouco e voces negros continuam não tendo nada do nada&#8221;.<br />
       E acham que esta tudo normal , ja que  uma parcela da população mantem o  poder( de tudo).<br />
       Se as pessoas lerem mais sobre o negro( uns leem  e é por isso que se comportam assim com boicote)  e as bilhões de coisas , estudos ,participações,invenções, fatos,acontecimentos(&#8221; muitas coisas atribuem ao não negro, mas na realidade foi e é o negro que  fez, mas pela força do etnocentrismo ficou que foi o não negro que fez ou faz&#8221;)que o negro criou e cria , poderá amenizar o racismo( &#8220;O BRASILEIRO NÃO RECONHECE SUA MAIOR IDENTIDADE E PERSONALIDADE SOCIAL QUE É O NEGRO OU FINGE QUE NÃO CONHECE SO PARA NÃO DAR PODER POLITICO E SOCIAL PARA O MESMO&#8221;).<br />
        Há casos que é pura  falta de informação, amor, sensibilidade  e conhecimento&#8230;<br />
        O Brasil precisa sim dar chance para o Brasileiro  conhecer a si mnesmo , uma vez  que a maior identidade Brasileira  com conjuntos de comportamentos , que  influenciou a nossa lingua, cultura ,historia, econômia  entre outras varias coisas foi e é o negro .<br />
        Se voce e todos os Brasileiros não  querem se conhecer , voce será  sempre um estranho para voce  mesmo( e valoriza outras culturas que não tem nada a ver com voce).<br />
       &#8221; A alma , o espirito, e o corpo Brasileiro é o negro.<br />
        Que o criador salve , liberte e  evolua &#8220;mais ainda&#8221; o negro ,  que  é UNIVERSAL&#8230;&#8221;<br />
        &#8220;120 ANOS DA ABOLIÇÃO- O BRASIL NÃO E SO NEGRO , O BRASIL É NEGRO&#8221;.</p>
<p>(regiprof@hotmail.com)<br />
professor e escritor.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Edina Pinheiro</title>
		<link>http://120cartas.ig.com.br/wp/13-de-maio-de-1888-13-de-maio-de-2008-um-aniversario-de-120-anos/comment-page-1/#comment-3172</link>
		<dc:creator>Edina Pinheiro</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 12 Jul 2008 07:27:14 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://120cartas.ig.com.br/wp/?p=6#comment-3172</guid>
		<description>Título : Caminho suave?

Está escrito no meu registro de nascimento “ prêta” e com acento circunflexo!  Mas me disseram que preto era o africano que veio escravizado do continente, e negro era todo aquele indivíduo nascido fora da África...mas então... quem é  o Crioulo, Mouro, Negrinho, Preto, Negróide, Dundun, Haussá, Negoaço, Sarará?  Porque nos deram tantas denominações diferentes? Sou negra e pronto!

Eu cresci, achando que todos tinham os mesmos valores que adquiri de meus pais: respeito às diferenças, dignidade, simplicidade, orgulho de ter a pele negra, lábio grosso, cabelo crespo, nariz chato e um lindo sorriso no rosto. E eu seguia assim, por um caminho suave, cercada de uma negritude familiar até chegar na idade escolar.

Na escola aprendi muita coisa! Aprendi sobre as diversas manifestações culturais brasileiras. Uma delas o carnaval. Nesta época, fizemos máscaras, criamos fantasias de papel ao som de músicas carnavalescas. Durante as brincadeiras, as professoras pediam para eu dançar, diziam que estava ‘no sangue’ portanto eu deveria saber sambar. E logo vieram os apelidos... saracura, macaca, magricela, pau de fumo, tição, faísca, carvão,  negrinha...então me dei conta de que naquela escola não haviam professores(as)  negros(as) para me defender das crueldades escolares, e nem para eu ter como referência étnica. Em casa, passamos a odiar apelidos e não permiti-los!

No dia das mães, as professoras davam para cada aluno, um pente cor-de-rosa, daqueles com dentes fininhos, para enfeitarmos com fitinhas coloridas e, depois num papel desenhado de rosas, escrevermos frases bonitas. para mamãe.
Eu entregava para a minha mãe com aquela alegria infantil de quem presenteia! Mas...o pente não servia para nos pentear, então ela guardava na gaveta, junto com os outros já quebrados pelas tentativas. Nos meses de maio, nenhum(a) professor(a) jamais ensinou sobre a Cultura Africana e Negra nem a História da Abolição. Mas nós aprendemos o que era Dia do Trabalho, mês de Maria, Pentecostes e mês das noivas. Resolvi que iria questionar a vida sobre  o meu povo negro!

E logo vieram as festas juninas! A escola ficava em polvorosa, bandeirolas coloridas, tarefas e os longos e cansativos ensaios da quadrilha! No primeiro ano adorei a festança!
A professora formou os pares e disse que, não ‘sobraram’ meninos para fazer par comigo e a minha irmã. Minha mãe compreendeu. Fez remendos numa calça, comprou uma camisa xadrez e um chapéu de fiapos grandes. Pintou o rosto de minha irmã com bigodes, barbicha e amarrou-lhe um lenço vermelho no pescoço. Para mim fez um vestido colorido, desmanchado de um outro que era dela, meias vermelhas e o tênis de todo dia. O meu chapéu tinha duas trancinhas loiras, eu reclamei porque queria tranças pretas. A minha mãe disse que não tinha mais na loja e mesmo assim, achamos tudo divertido! Éramos as últimas da fila. Quando passavam as duplas, todos deveriam aplaudir, mas quando chegava nossa vez, ficava um silêncio estranho...que só era quebrado com as palmas solitárias da  mãe, que estava lá sorridente e orgulhosa. Dançamos a quadrilha felizes mas naquele dia  eu  entendi o que era discriminação...
No período de infância escolar, jamais dancei a quadrilha com um colega de classe, teve um ano que eu quis ser a noivinha...nunca  me escolheram, sendo que todo ano trocava...fui revezando no papel de menino com minha irmã...Perguntei várias vezes para a minha mãe, porque só nós não tínhamos par. E ela, com um olhar misto de humildade e resignação, dizia que era assim mesmo... 
Contou que da cidade mineira de onde viera, os negros(as) não podiam andar na mesma calçada dos não-negros, nem entrar na piscina do clube, e se estivesse sentado no ônibus, tinha que dar lugar para um não-negro sentar...mas  que aqui em São Paulo era diferente....Por muito tempo odiei o cheiro de pipoca com  manteiga. E até hoje sinto um certo incômodo na época das festas juninas...

Atualmente sou Produtora Cultural e Educadora Social. Dou oficinas contra a crueldade racial em escolas, abrigos, periferias, entidades, comunidades carentes, etc onde os negros são maioria e desconhecem sua história de 120 anos e também luto pela aplicação efetiva da lei10.639/03.

Edina  P.


Racismo: Sistema que afirma a superioridade racial de um grupo sobre outros” (Dic. Petit Larousse). Ou, valorização generalizada e definitiva de diferenças reais e imaginárias, em proveito do acusador em detrimento de sua vítima, a fim de justificar uma agressão. (MEMMI, In Encyclopedia Universalis – UNESCO)

Fui!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Título : Caminho suave?</p>
<p>Está escrito no meu registro de nascimento “ prêta” e com acento circunflexo!  Mas me disseram que preto era o africano que veio escravizado do continente, e negro era todo aquele indivíduo nascido fora da África&#8230;mas então&#8230; quem é  o Crioulo, Mouro, Negrinho, Preto, Negróide, Dundun, Haussá, Negoaço, Sarará?  Porque nos deram tantas denominações diferentes? Sou negra e pronto!</p>
<p>Eu cresci, achando que todos tinham os mesmos valores que adquiri de meus pais: respeito às diferenças, dignidade, simplicidade, orgulho de ter a pele negra, lábio grosso, cabelo crespo, nariz chato e um lindo sorriso no rosto. E eu seguia assim, por um caminho suave, cercada de uma negritude familiar até chegar na idade escolar.</p>
<p>Na escola aprendi muita coisa! Aprendi sobre as diversas manifestações culturais brasileiras. Uma delas o carnaval. Nesta época, fizemos máscaras, criamos fantasias de papel ao som de músicas carnavalescas. Durante as brincadeiras, as professoras pediam para eu dançar, diziam que estava ‘no sangue’ portanto eu deveria saber sambar. E logo vieram os apelidos&#8230; saracura, macaca, magricela, pau de fumo, tição, faísca, carvão,  negrinha&#8230;então me dei conta de que naquela escola não haviam professores(as)  negros(as) para me defender das crueldades escolares, e nem para eu ter como referência étnica. Em casa, passamos a odiar apelidos e não permiti-los!</p>
<p>No dia das mães, as professoras davam para cada aluno, um pente cor-de-rosa, daqueles com dentes fininhos, para enfeitarmos com fitinhas coloridas e, depois num papel desenhado de rosas, escrevermos frases bonitas. para mamãe.<br />
Eu entregava para a minha mãe com aquela alegria infantil de quem presenteia! Mas&#8230;o pente não servia para nos pentear, então ela guardava na gaveta, junto com os outros já quebrados pelas tentativas. Nos meses de maio, nenhum(a) professor(a) jamais ensinou sobre a Cultura Africana e Negra nem a História da Abolição. Mas nós aprendemos o que era Dia do Trabalho, mês de Maria, Pentecostes e mês das noivas. Resolvi que iria questionar a vida sobre  o meu povo negro!</p>
<p>E logo vieram as festas juninas! A escola ficava em polvorosa, bandeirolas coloridas, tarefas e os longos e cansativos ensaios da quadrilha! No primeiro ano adorei a festança!<br />
A professora formou os pares e disse que, não ‘sobraram’ meninos para fazer par comigo e a minha irmã. Minha mãe compreendeu. Fez remendos numa calça, comprou uma camisa xadrez e um chapéu de fiapos grandes. Pintou o rosto de minha irmã com bigodes, barbicha e amarrou-lhe um lenço vermelho no pescoço. Para mim fez um vestido colorido, desmanchado de um outro que era dela, meias vermelhas e o tênis de todo dia. O meu chapéu tinha duas trancinhas loiras, eu reclamei porque queria tranças pretas. A minha mãe disse que não tinha mais na loja e mesmo assim, achamos tudo divertido! Éramos as últimas da fila. Quando passavam as duplas, todos deveriam aplaudir, mas quando chegava nossa vez, ficava um silêncio estranho&#8230;que só era quebrado com as palmas solitárias da  mãe, que estava lá sorridente e orgulhosa. Dançamos a quadrilha felizes mas naquele dia  eu  entendi o que era discriminação&#8230;<br />
No período de infância escolar, jamais dancei a quadrilha com um colega de classe, teve um ano que eu quis ser a noivinha&#8230;nunca  me escolheram, sendo que todo ano trocava&#8230;fui revezando no papel de menino com minha irmã&#8230;Perguntei várias vezes para a minha mãe, porque só nós não tínhamos par. E ela, com um olhar misto de humildade e resignação, dizia que era assim mesmo&#8230;<br />
Contou que da cidade mineira de onde viera, os negros(as) não podiam andar na mesma calçada dos não-negros, nem entrar na piscina do clube, e se estivesse sentado no ônibus, tinha que dar lugar para um não-negro sentar&#8230;mas  que aqui em São Paulo era diferente&#8230;.Por muito tempo odiei o cheiro de pipoca com  manteiga. E até hoje sinto um certo incômodo na época das festas juninas&#8230;</p>
<p>Atualmente sou Produtora Cultural e Educadora Social. Dou oficinas contra a crueldade racial em escolas, abrigos, periferias, entidades, comunidades carentes, etc onde os negros são maioria e desconhecem sua história de 120 anos e também luto pela aplicação efetiva da lei10.639/03.</p>
<p>Edina  P.</p>
<p>Racismo: Sistema que afirma a superioridade racial de um grupo sobre outros” (Dic. Petit Larousse). Ou, valorização generalizada e definitiva de diferenças reais e imaginárias, em proveito do acusador em detrimento de sua vítima, a fim de justificar uma agressão. (MEMMI, In Encyclopedia Universalis – UNESCO)</p>
<p>Fui!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: roni coelho</title>
		<link>http://120cartas.ig.com.br/wp/13-de-maio-de-1888-13-de-maio-de-2008-um-aniversario-de-120-anos/comment-page-1/#comment-3162</link>
		<dc:creator>roni coelho</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 12 Jul 2008 01:20:19 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://120cartas.ig.com.br/wp/?p=6#comment-3162</guid>
		<description>bom gente da gente este é o principio de um grande debate, gostaria que toda comunidade negra venha dar o seu ar da graça, para que possamos debater de uma forma saudavel e descomplicada sobre o assunto abraço a todos e espero novos comentarios o mais breve possivel.  abraços.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>bom gente da gente este é o principio de um grande debate, gostaria que toda comunidade negra venha dar o seu ar da graça, para que possamos debater de uma forma saudavel e descomplicada sobre o assunto abraço a todos e espero novos comentarios o mais breve possivel.  abraços.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: roni coelho</title>
		<link>http://120cartas.ig.com.br/wp/13-de-maio-de-1888-13-de-maio-de-2008-um-aniversario-de-120-anos/comment-page-1/#comment-3161</link>
		<dc:creator>roni coelho</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 12 Jul 2008 01:14:53 +0000</pubDate>
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		<description>Racismo o que é?

  Crença segundo a qual as capacidades humanas são determinadas pela raça ou origem étnica, muitas vezes expressa na forma de uma afirmação de superioridade de uma raça ou grupo sobre os outros. 

  Pode manifestar-se como descriminação, violência ou abuso verbal. 

  O racismo surge na cultura ocidental, ligada a certas concepções sobre a natureza humana que fundamentaram a sua descriminação, tendo em vista a sua exploração. 

Nascimento do racismo!

As primeiras concepções racistas modernas surgem em Espanha, em meados do século XV, em torno da questão dos Judeus e dos Muçulmanos.

Até então os teólogos católicos limitavam-se aqui a exigir a conversão ao cristianismo dos crentes destas regiões para que pudessem ser tolerados.

Contudo, rapidamente colocam a questão da &quot;limpieza de sangre&quot; (limpeza de sangue).

Não basta converte-los, &quot;limpando-lhes a alma&quot;, era necessário limpar-lhes também o sangue. Só que acabam por chegar à conclusão que este uma vez infectado por uma destas religiões, permaneceria impuro para sempre. A religião determina a raça e vice-versa. No século XVI esta concepção é estendida aos Índios e Negros. Nenhuma conversão ou cruzamento destas raças, afirma o espanhol Frei Prudêncio de Sandoval, é capaz de limpar a sua natureza inferior e impura. A única cura possível, nestes casos, é o extermínio. Entre Sandoval e Adolfo Hitler existe uma linha de continuidade de ideias e práticas racistas (J.H.Jerushalmi).

Ainda no século XVI, como refere Hannah Arendet surgirá na França uma outra concepção racista que será retomada por outros ideologos racistas mais recentes. François Hotman sustenta então que existia na França duas raças diferentes: a dos Nobres e a do Povo. A primeira de origem Germânica, era a raça dos fortes e conquistadores. A segunda a dos vencidos e antigos escravos. Trata-se de uma argumentação que procura sustentar em termos rácicos o poder e a supremacia da Nobreza em toda a Europa.

A questão da violência em que assentava a escravatura, será um dos principais argumentos utilizados entre os séculos XVI e XVIII para a condenar.

Racismo e direitos Humanos!

Declaração dos Direitos do Homem, elaborada no século XVIII, consagra a ideia da igualdade de todos os seres Humano, independentemente da sua raça, religião, nacionalidade, idade ou sexo. Diversos países desde então integraram estes princípios nas suas constituições, mas a verdade é que não retardaram em adotar medidas restritivas à sua aplicação. A França, que simbolizou esta mesma Declaração, não tardou logo em 1804, em decretar a reintrodução da escravatura nas colónias e ao longo de todo o século XIX em proteger o tráfico clandestino dos negreiros.

Embora teoricamente todos os Homens fossem considerados iguais, desta igualdade foram excluídos os negros, os índios e todas  as &quot;raças&quot; consideradas &quot;selvagens&quot;, &quot;incivilizadas&quot;, &quot;primitivas&quot;, etc.

A razão que apresentavam era a seguinte: Estes possuíam  hábitos de vida e uma cultura que os impossibilitava assumirem plenamente a condição de Homens (cidadãos). Daí que nas respectivas colónias a população fosse hierarquizada em função da sua aproximação ao ideal de Homem (cidadão) acima definido. O melhor exemplo desta situação é dado pelo E.U.A: apenas nos anos 60 do século XX, acabaram em todos os seus Estados as exceções legais à igualdade de direitos entre negros e brancos, o que não impediu que as desigualdades de tratamento tivessem continuado.

&quot;A discriminação entre seres Humanos com base em raça, cor ou origem étnica é uma ofensa à dignidade humana  e será condenada como uma negação dos princípios da Carta das Nações Unidas, com uma violação dos Direitos Humanos e liberdades fundamentais proclamadas na Declaração Universal dos Direitos Humanos, como um obstáculo para relações amigáveis e pacíficas entre as Nações, e como um fato capaz de perturbar a paz e a segurança entre os povos.&quot; Declaração sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação racial, ONU, 1963</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Racismo o que é?</p>
<p>  Crença segundo a qual as capacidades humanas são determinadas pela raça ou origem étnica, muitas vezes expressa na forma de uma afirmação de superioridade de uma raça ou grupo sobre os outros. </p>
<p>  Pode manifestar-se como descriminação, violência ou abuso verbal. </p>
<p>  O racismo surge na cultura ocidental, ligada a certas concepções sobre a natureza humana que fundamentaram a sua descriminação, tendo em vista a sua exploração. </p>
<p>Nascimento do racismo!</p>
<p>As primeiras concepções racistas modernas surgem em Espanha, em meados do século XV, em torno da questão dos Judeus e dos Muçulmanos.</p>
<p>Até então os teólogos católicos limitavam-se aqui a exigir a conversão ao cristianismo dos crentes destas regiões para que pudessem ser tolerados.</p>
<p>Contudo, rapidamente colocam a questão da &#8220;limpieza de sangre&#8221; (limpeza de sangue).</p>
<p>Não basta converte-los, &#8220;limpando-lhes a alma&#8221;, era necessário limpar-lhes também o sangue. Só que acabam por chegar à conclusão que este uma vez infectado por uma destas religiões, permaneceria impuro para sempre. A religião determina a raça e vice-versa. No século XVI esta concepção é estendida aos Índios e Negros. Nenhuma conversão ou cruzamento destas raças, afirma o espanhol Frei Prudêncio de Sandoval, é capaz de limpar a sua natureza inferior e impura. A única cura possível, nestes casos, é o extermínio. Entre Sandoval e Adolfo Hitler existe uma linha de continuidade de ideias e práticas racistas (J.H.Jerushalmi).</p>
<p>Ainda no século XVI, como refere Hannah Arendet surgirá na França uma outra concepção racista que será retomada por outros ideologos racistas mais recentes. François Hotman sustenta então que existia na França duas raças diferentes: a dos Nobres e a do Povo. A primeira de origem Germânica, era a raça dos fortes e conquistadores. A segunda a dos vencidos e antigos escravos. Trata-se de uma argumentação que procura sustentar em termos rácicos o poder e a supremacia da Nobreza em toda a Europa.</p>
<p>A questão da violência em que assentava a escravatura, será um dos principais argumentos utilizados entre os séculos XVI e XVIII para a condenar.</p>
<p>Racismo e direitos Humanos!</p>
<p>Declaração dos Direitos do Homem, elaborada no século XVIII, consagra a ideia da igualdade de todos os seres Humano, independentemente da sua raça, religião, nacionalidade, idade ou sexo. Diversos países desde então integraram estes princípios nas suas constituições, mas a verdade é que não retardaram em adotar medidas restritivas à sua aplicação. A França, que simbolizou esta mesma Declaração, não tardou logo em 1804, em decretar a reintrodução da escravatura nas colónias e ao longo de todo o século XIX em proteger o tráfico clandestino dos negreiros.</p>
<p>Embora teoricamente todos os Homens fossem considerados iguais, desta igualdade foram excluídos os negros, os índios e todas  as &#8220;raças&#8221; consideradas &#8220;selvagens&#8221;, &#8220;incivilizadas&#8221;, &#8220;primitivas&#8221;, etc.</p>
<p>A razão que apresentavam era a seguinte: Estes possuíam  hábitos de vida e uma cultura que os impossibilitava assumirem plenamente a condição de Homens (cidadãos). Daí que nas respectivas colónias a população fosse hierarquizada em função da sua aproximação ao ideal de Homem (cidadão) acima definido. O melhor exemplo desta situação é dado pelo E.U.A: apenas nos anos 60 do século XX, acabaram em todos os seus Estados as exceções legais à igualdade de direitos entre negros e brancos, o que não impediu que as desigualdades de tratamento tivessem continuado.</p>
<p>&#8220;A discriminação entre seres Humanos com base em raça, cor ou origem étnica é uma ofensa à dignidade humana  e será condenada como uma negação dos princípios da Carta das Nações Unidas, com uma violação dos Direitos Humanos e liberdades fundamentais proclamadas na Declaração Universal dos Direitos Humanos, como um obstáculo para relações amigáveis e pacíficas entre as Nações, e como um fato capaz de perturbar a paz e a segurança entre os povos.&#8221; Declaração sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação racial, ONU, 1963</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Reinaldo Antonio Vicente Guimaraes</title>
		<link>http://120cartas.ig.com.br/wp/13-de-maio-de-1888-13-de-maio-de-2008-um-aniversario-de-120-anos/comment-page-1/#comment-3010</link>
		<dc:creator>Reinaldo Antonio Vicente Guimaraes</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Jul 2008 19:26:30 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://120cartas.ig.com.br/wp/?p=6#comment-3010</guid>
		<description>Para los que pensan que solo no Brasil hay racismo ño percan las mi historia no mi bloglines . Son Historia terrible que sufri y vi acontecer con los presos musulmanes. Minha historia é o seguinte:Minha tia foi sequestrada com 3 anos de vida e foi trabalhar com os sequestradores numa fazenda em Barra do Pirai, Rio de Janeiro sofrendo todos tipos de abusos que podam imaginar desde ter que pegar as alianças na brasas do fogão a lenha com as mão ate ter que abanar a patroa por todas as noites sem poder dormir.Quando fez 15 anos o capataz perdendo a mulher no parto se casa com ela que passar a ter enteada com o dobro de sua idade,mas foi muite bem tratada e se casou na igreja catolica de veu e grinalda.Passando alguns anos o fazendeiro vendeu a fazenda e os filhos dele fizeram ele comprar uma casa para ela,ja que foi ela que os criou com amor e carinho que não teveram de sua mãe biologica.Besos. Vicente Guimaraes libertado Gracias al consulado com vida do centro de muerte de España</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Para los que pensan que solo no Brasil hay racismo ño percan las mi historia no mi bloglines . Son Historia terrible que sufri y vi acontecer con los presos musulmanes. Minha historia é o seguinte:Minha tia foi sequestrada com 3 anos de vida e foi trabalhar com os sequestradores numa fazenda em Barra do Pirai, Rio de Janeiro sofrendo todos tipos de abusos que podam imaginar desde ter que pegar as alianças na brasas do fogão a lenha com as mão ate ter que abanar a patroa por todas as noites sem poder dormir.Quando fez 15 anos o capataz perdendo a mulher no parto se casa com ela que passar a ter enteada com o dobro de sua idade,mas foi muite bem tratada e se casou na igreja catolica de veu e grinalda.Passando alguns anos o fazendeiro vendeu a fazenda e os filhos dele fizeram ele comprar uma casa para ela,ja que foi ela que os criou com amor e carinho que não teveram de sua mãe biologica.Besos. Vicente Guimaraes libertado Gracias al consulado com vida do centro de muerte de España</p>
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