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Racismo: se você não fala, quem vai falar?

Caros participantes da Campanha Cultural “120 anos de Abolição – Racismo: Se você não fala, quem vai falar?”, foi lançado o livro que reune as 120 cartas selecionadas dentre as que foram publicadas neste site e enviadas via caixa postal e urnas da ação.

Abaixo seguem os nomes dos autores dos 120 depoimentos e a origem de suas contribuições.

Agradecemos mais uma vez a todos pela participação.

1.    Ademiro Alves “Sacolinha” (São Paulo – SP)
2.    Adriana da Silva (Ribeirão Preto – SP)
3.    Alex Borges da Cruz (São Paulo – SP)
4.    Alex Victor da Silva (Guareí – SP)
5.    Alexandre Ribeiro da Costa (São Paulo – SP)
6.    Alexandre Tarlei Ferreira (Campinas – SP)
7.    Aline Matos “Verônica Aline Matos Santos” (São Paulo – SP)
8.    Altamir de Souza (Internet)
9.    Amanda de Almeida Martins (Internet)
10.    Amanda Fortunato Araújo Sousa (Internet)
11.    Ana Claudia Ferreira (Brodowski – SP)
12.    Ana Paula da Silva (Jaborandi – SP)
13.    Ana Paula Paz (Internet)
14.    Anderson Oliveira da Silva (Sorocaba – SP)
15.    Antonio Luiz Junior (São Paulo – SP)
16.    Aparecida Judith Paglioni (Internet)
17.    Bárbara Kevellyn F.P.A. Pessoac (São Paulo – SP)
18.    Benedito Carlos Arruda (Itu – SP)
19.    Brenda Eloisa da Silva Vasconcelos (Cerqueira César – SP)
20.    C.R.C.F (Fundação Casa – São Paulo – SP)
21.    C.R.V ( Fundação Casa – São Paulo – SP)
22.    Caíque Lucas de Oliveira (Fundação Casa- São Paulo – SP)
23.    Caren Cristina Felipe de Oliveira (Matão – SP)
24.    Carlos José de Oliveira (São Paulo – SP)
25.    Celso Amaral Silva (Internet)
26.    Chaire Dali da Silva (Internet)
27.    Chindalena Ferreira Barbosa (Internet)
28.    Claudia Pereira da Silva Soyombo (Internet)
29.    D.B.Cursino ( Fundação Casa – São Paulo – SP)
30.    Daniele C.B. Veríssimo (Rio Claro – SP)
31.    Débora Raquel dos Santos Alves (Campinas – SP)
32.    Delvanir Alves de Souza (São Paulo – SP)
33.    Denise maria Perissini da Silva (Internet)
34.    Dileuza Maria M.Godoy (Mogi Mirim – SP)
35.    Djacelina Chrispim (Internet)
36.    Donizete Cavalcante Ruços (São Paulo – SP)
37.    Edilson Pereira Nunes (Internet)
38.    Edson Luiz de Almeida Costa (Internet)
39.    Eduardo Tranquillo (São Paulo – SP)
40.    Eliana de Lourdes Felipe (Mogi Mirim – SP)
41.    Eliel Paixão de Souza (Internet)
42.    Elisabete Aparecida Prado de Campos (Internet)
43.    Elpídia Vitalina Pinto Damasceno (Internet)
44.    Elvis Cassiano da Silva (São Paulo – SP)
45.    Erick “Poodle Favelado” Silva (Santo André – SP)
46.    Fábio Luis Araújo Seixas Junior (Internet)
47.    Fabrício Bonassa (Internet)
48.    Felipe Augusto Santana (Rio Claro – SP)
49.    Fernanda de Lourdes Neachic (Itapetininga – SP)
50.    Francisco Marcelo Campos Leonel (São Paulo – SP)
51.    Gilsinei de Jesus Freitas (Internet)
52.    Gleferson Vinicus Francisco (Fundação Casa- São Paulo – SP)
53.    Gomes (Internet)
54.    Guilherme Ferreira Fernandes (Franca – SP)
55.    Hebert Ferreira (Internet)
56.    Henrique S. da Costa (São Paulo – SP)
57.    Igor Cesar de Britos (Fundação Casa- São Paulo – SP)
58.    J.C.C.S – (Fundação Casa – São Paulo – SP)
59.    Jair Bento Quirino (Internet)
60.    Jaqueline Aparecida Schulter (São Paulo – SP)
61.    Jeferson Reis de Jesus (Mogi Mirim – SP)
62.    Jefferson José Simões (São Paulo – SP)
63.    Jéssica da Silva Morais (Itanhaém – SP)
64.    Jhonatan Vinicíus dos Santos Fernandes (Fundação casa – Franca – SP)
65.    João P de Góes Fo (Campinas – SP)
66.    Jonatas Martins Goes (Internet)
67.    Jonathan Pablo da Silva Mendes (Miguelópolis – SP)
68.    José Abílio Ferreira (Internet)
69.    José Carlos Guirado Júnior (São Paulo – SP)
70.    José Sebastião de Lima “Zé Lima do Boxe Taquaritinga” (Taquaritinga – SP)
71.    Juliana Aparecida Ribeiro (São Carlos – SP)
72.    Kamylla Santos da Silva (São Paulo – SP)
73.    Kiusam Regina de Oliveira (Internet)
74.    Laudelina Ferreira da Silva (Bebedouro – SP)
75.    Leandro Lopes Silveira (Internet)
76.    Leci Silva – Leci Brandão (São Paulo – SP)
77.    Letícia Rizzi Prescilio (Internet)
78.    Lucia Camargos (São Paulo – SP)
79.    Luis Alberto da Silva filho (Internet)
80.    Luis Carlos dos Santos Menezes (Internet)
81.    Luiz Fernando Costa de Andrade (Araraquara – SP)
82.    Luiz Gonzaga Vieira da Rocha (Taquaritinga – SP)
83.    M.P.de S (Fundação Casa- São Paulo – SP)
84.    Manoel Sena Junior (Internet)
85.    Marcelo Henrique Geremias (São Paulo – SP)
86.    Márcia Venâncio (São Paulo – SP)
87.    Maria Antonia (Internet)
88.    Maria Aparecida Bahia (Taquaritinga – SP)
89.    Marisa Edite Candinho dos santos (Internet)
90.    Marly Pimenta (Internet)
91.    Milton da Rocha Marques júnior (Internet)
92.    Natalie Aparecida Dantas Santos (Matão – SP)
93.    Rafael Nepomucerno (São Paulo – SP)
94.    Raquel Prescilia de Paula Santos (Praia Grande – SP)
95.    Regina Barros Goulart (Internet)
96.    Ricardo Dias (Internet)
97.    Roci Felippe Baptista (Internet)
98.    Rodrigo Vieira da Trindade (Internet)
99.    Rosana Aparecida Malavazzi (Internet)
100.    Rosana da Silveira (Internet)
101.    Rosana Machado (Mogi Mirim – SP)
102.    Rosilda Silva Souza (Internet)
103.    Rubens Fortti Pereira (São Paulo – SP)
104.    Sandra Aparecida Julião (São Paulo – SP)
105.    Santas de Lourdes Santos Pereira (Internet)
106.    Saulo Gomes de Oliveira (Guaraci – SP)
107.    Severina Paulino Rodrigues (Iaras – SP)
108.    Simone Cristina de Castro (Internet)
109.    Suelen de Camargo (Salto – SP)
110.    Svetlana Ogerzow (Lana) (Santo André – SP)
111.    Tainara Mateus Moyses (Barretos – SP)
112.    Tamiris C. Gomes (Matão – SP)
113.    Tatiana de Carvalho Duarte (Internet)
114.    Teresinha de Oliveira Marciano Costa (Caraguatatuba- SP)
115.    Valter de Oliveira Alves (São Vicente – SP)
116.    Vanda Maria Zanini Toledo (Internet)
117.    Vera Lúcia Cirino (São Carlos – SP)
118.    Victoria Lemos de Cerqueira (Internet)
119.    Wagner AP. Silva Moraes (Mogi-Guaçu – SP)
120.    Wesley Fábio Faustino Pereira (Piratininga – SP)

Leia as cartas já recebidas:

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  1. 3720
    Paula Caroline Sousa Pessoa 8ªB 12/08/2008 - 17:39  Add karma Subtract karma  0
  2. RACISMO: A nossa realidade HOJE…”

    Mesmo após a escravidão ter acabado o racismo ainda é uma constante entre as pessoas.
    Já temos em pleno século XXI e ainda sofremos muito com o preconceito racial, em várias partes do mundo.
    O mal dos seres humanos é acharem que uns são melhores d oque os outros. O que temos que colocar em reflexão é que todos somos iguais, independentemente da raça ou cor. Ninguém é mlehor que ninguém, todos temos os mesmos direitos e devemos ter as mesmas oportunidades.
    Os negros são os que mais sofrem preconceito, muitas pessoas fazem piadinhas e colocam apelidos que ofendem. Não podemos suportar mais isso! abaixar a cabeça, fechar os olhos para a realidade e fingir que nada está acontecendo, temos que nos unir e combater o racismo. Devemos tomar consciência desde HOJE, pois um pequeno ato ou atitude pode interferir no futuro de amanhã.
    Agora cabe a nós decidir o futuro que queremos para nosos filhos. Um mundo sem preconceitos, onde todos são iguais ou um mundo cheio de ofensas, egoísmo onde ninguém respeita o próximo e só pensa em si mesmo.

  3. 3719
    Paula Caroline Sousa Pessoa 12/08/2008 - 17:38  Add karma Subtract karma  -1
  4. “RACISMO: A nossa realidade HOJE…”

    Mesmo após a escravidão ter acabado o racismo ainda é uma constante entre as pessoas.
    Já temos em pleno século XXI e ainda sofremos muito com o preconceito racial, em várias partes do mundo.
    O mal dos seres humanos é acharem que uns são melhores d oque os outros. O que temos que colocar em reflexão é que todos somos iguais, independentemente da raça ou cor. Ninguém é mlehor que ninguém, todos temos os mesmos direitos e devemos ter as mesmas oportunidades.
    Os negros são os que mais sofrem preconceito, muitas pessoas fazem piadinhas e colocam apelidos que ofendem. Não podemos suportar mais isso! abaixar a cabeça, fechar os olhos para a realidade e fingir que nada está acontecendo, temos que nos unir e combater o racismo. Devemos tomar consciência desde HOJE, pois um pequeno ato ou atitude pode interferir no futuro de amanhã.
    Agora cabe a nós decidir o futuro que queremos para nosos filhos. Um mundo sem preconceitos, onde todos são iguais ou um mundo cheio de ofensas, egoísmo onde ninguém respeita o próximo e só pensa em si mesmo.

  5. 3718
    Ana Vitória Moreira Martins 12/08/2008 - 17:29  Add karma Subtract karma  -1
  6. Caro leitor,

    Venho por meio dessa dar minha opinião sobre o preconceito racial.
    Acho um absurdo ainda existir preconceito em pleno século XXI, pessoas que se dizem “as mais superiores”, quando na verdade poderiam ser, mas em vez disso, roubam, matam, humilham, e desmatam.
    Acho que dar desconto a negros em faculdades é preconceito, pois eles lutam tanto por igualdade, e chega na hora eles tiram vantagens com sua cor racial.
    Negros xingam brancos, e isso não é considerado preconceito, agora se um branco xinga um negro, com certeza vai ser considerado um ato preconceituoso.
    Então em minha opinião, quando a maioria dos negros pararem de tirar vantagem da sua cor racial, quando os brancos pararem os negros como se fossem “coitados”, quando os direitos e deveres entre brancos e negros forem totalmente iguais, e principalmente quando tal homem usar corretamente o seu ”cérebro desenvolvido”, os negros vão conseguir ter sua tão esperada IGUALDADE SOCIAL.

    Atenciosamente,

    Ana Vitória Moreira Martins

  7. 3717
    Anelise Pereira da Silva 12/08/2008 - 17:24  Add karma Subtract karma  -2
  8. Um mundo melhor para todos!!
    Como podemos definir o racismo? Essa resposta é contraditória se pensarmos ; porque devemos achar definição a uma coisa que nunca deveria existir? O racismo é o simbolo da ignorância na humanidde, é a incapacidade de aceitar outro tipo de raça, e devemos colocar isso como falta de humanitarismo, onde tudo que devemos saber é que queremos igualdade em todos os sentidos – sem descriminação de cor.
    No mundo inteiro o racismo é sempre muito falado´; é um assunto que não existe moda ou repercussão maior, é uma titude que sempre devemos lutar contra. Os negros de todo mundo têm que ser aplaudidos de pé pelo simples fato de que mesmo sabendo que todos somos iguais, os negros são colocados abaixos dessa palavra tão falada mais não mostrada. Infelizmente esse fato é descrito pela xociedade que poucos desta sociedade pensam diferente, devemos colocar nossa atitude do não-racismo, não só nem simples papel, mas na mudança do ato e do pensar, que a nossa cor foi dada por Deus com o mesmo amor a todas as outras cores do mundo.
    Portanto, todas estas palavras escritas não irão mudar o modo de como cada pessoa pensa, mas é certo dizer que o racismo é uma intolerância, algo que não se deve aceitar, pois somos iguais deante de qualquer cultura, raça, condição social.
    Temos que ter a consciência de que como queremos o bem para nós e o respeito. Estas simples palavras são talvez uma forma de mostrar ao mundo que o racismo não deve aceitar, pois Deus coloriu o mundo par que haja o amor entre todos nós, não para haver diferenças no modo de nos tratar, mas sim ser tratados como irmãos, filhos de um mesmo Pai.
    Por isso, temos que olhar as pessoas a partir do caráter que ela mostra, assim talvez o mundo que vivemos poderá se tornar um mundo mais justo.

  9. 3716
    Bruna Cristina Verder – nº 6 – 6ª série A 12/08/2008 - 17:16  Add karma Subtract karma  -1
  10. Ibitinga, 11 de agosto de 2008.

    Senhor,
    Eu queria pedir a você, uma coisa que quase a maioria das pessoas querem muito: acabar com o racismo.
    Pessoas falam que os negros que têm nas cidades são favelados, vagabundos, mas é muito pelo contrário, eles são honestos, trabalhadores, de bem com a vida, eu sei disso porque minha mãe é negra e ela não tem nenhum preconceito com ninguém, então ninguém deve ter esse preconceito com ela. Nós deveríamos parar para pensar, né Senhor; que todos nós somos irmãos. Se fomos feitos assim é assim que temos que ser, não importa a cor, somos do jeito que somos. Eu peço a você que é Deus, que nos ajude a ser mais honestos, menos rancosos, de corações abertos para aceitar ao próximo como o Senhor os fez.
    Até…

  11. 3715
    Fernanda Bonassini Araújo 12/08/2008 - 17:12  Add karma Subtract karma  -1
  12. Caro leitor,

    Apesar de muitas pessoas lutarem contra o preconceito racial ainda podemos perceber o preconceito entre todas as pessoas no Brasil, há muitos apelidos preconceituosos, até mesmo em grupos de amigos, na maioria das escolas particulares não tem muitos alunos negros, e os poucos que têm sofrem preconceito, muitas vezes, até em seu grupo de amigos. Muitas pessoas não têm nem idéia do que é sofrer algum tipo de preconceito, por isso continuam dando apelidos, xingando, e sendo preconceituosas em qualquer lugar.
    Hoje em dia, para entrar nas faculdades, os negros têm preferência. As cotas dão preferência para negros, pardos e quem estudou em escola pública. As cotas tentam ajudar essas pessoas. Mas a cota também gera preconceito porque muitas pessoas pensam que perdem a vaga para os negros e também é preconceito o que os donos das faculdades fazem, dão preferência para os negros, e isso quer dizer que os negros não têm capacidade de se formar igual aos outros. São preconceitos também lojas que não aceitam negros como funcionários, isso é muito chato porque faz com que os negros se sintam inferiores. Mas isso não é verdade porque somos todos iguais.
    Teve um dia que eu fui fazer compras com minha mãe, entramos em uma loja e fomos atendidas por um homem negro, compramos o que queríamos e na hora que fomos passar no caixa ele foi atender uma senhora e uma moça que estavam perto de nós, quando ele falou: – poderia ajudá-las, a senhora olhou para ele com uma cara de nojo e falou para a moça: – vamos embora, essa loja me dá nojo.O homem se virou e entrou em uma porta que havia lá. Deu para perceber no olhar dele que ele ficou abalado!
    Brancos, negros, vermelhos e amarelos não importa a cor, somos todos iguais e o mundo precisa da ajuda de todos para acabar com esse tipo de preconceito.

    Atenciosamente,

    Fernanda Bonassini Araújo

  13. 3714
    Helena de almeida alves da costa 12/08/2008 - 17:07  Add karma Subtract karma  -1
  14. Perdemos nossa genealogia,nossa arvore genealógica,fomos ou pelo menos

  15. 3713
    Luiz Fergon 12/08/2008 - 17:03  Add karma Subtract karma  -2
  16. Existe racismo no Brasil como em qualquer outro país do mundo. Mais exposto em uns setores, menos em outros, mas como em qualquer outro lugar. O racismo é inerente à natureza humana, é institivo, uma reação de autodefesa, de sobrevivência. Existe racismo entre brancos, entre negros, entre orientais pelos mais diversos motivos: alemães da bavária são beberrões e os da România trabalhadores, italianos da Sicília são rudes, dados a conchaves e os de Nápoles escorões, que dizer então dos espanhóis. Vamos tocar lembrar um assunto que poucos gostam de tocar: irlandeses, alemães, italianos que imigraram para o novo mundo vieram de regiões de “gentalha”: eram vistos assim pelos seus patrícios, mais interessados nas terras que iam desocupar. Uma das causas da recente guerra nos balcãs foi o preconceito dos sérvios com os bósnio: gentalha.
    Quanto ao racismo entre os negros não era ou é diferente, senão mais perverso: negros faziam negros escravos através de guerras ou como pagamento de dívidas, com a chegada dos muçumanos criou-se o comercio de escravos, quando “a oferta era maior que a procura” o preço do produto caia, negros eram massacrados por negros ou tinham membros amputados para não terem valor comercial. Uma vez no novo mundo, tinham melhor sorte com seus senhores brancos, salvo castigos públicos, que eram tanto para negros como para brancos, eram feitos até pessos íntimas das famílias. Lembrar que o escravo era visto como uma mercadoria, um bem, um investimento, não tinha por que ser maltratado. Nos portos africanos os negros de naus (marinheiros) falavam sobre a vida melhor no novo mundo, por isso de vir para a américa chegou a ser tão desejado, que famílias inteiras batiam as portas da Fortaleza portuguesa de São Jorge de Mina, na Guiné. O Brasil foi o país que recebeu mais negros também por esse motivo.
    Como disse Chiavenatto: “O negro tudo deu para o Brasil e nada recebeu”; concordo, mas penso que é melhor reconhecer que o racismo é inerente à nossa natureza humana e passarmos a praticar o respeito e a tolerância.

  17. 3712
    Leandreson Edivaldo Brum Antunes 12/08/2008 - 17:00  Add karma Subtract karma  -2
  18. Em nosso mundo o preconceito ainda é constate e o racismo é um dos mais polêmicos entre todos.
    Racismo: doutrina que sustenta a superioridade de certas raças. Preconceito ou descriminaçãp em relação ao individuo considerado de outra raça. Isto que você acabou de ler é a definição de racismo encontrada no dicionário.
    O racismo é um preconceito que não deveria existir … pois é uma raça querendo ser melhor que a outra. É uma falta de respeito para com opróximo e consigo mesmo; julgar uma pessora por sua cor é uma falta de consciência: uma pessoa
    não tem menos valr por ser negra, branca, amarela ou parda, cor não faz de ninguém pessoas melhores ou piores, mas sim as atitudes.
    Todos temos os nossos defeitos, diferenças e qualidade. Garanto que você já ouviu estas frases:
    ” As diferenças que nos unem.”
    “Os opostos se atraem”.
    E a solução para um convivio melhor é não deixar que usar diferenças sejam mais visiveis que as qualidades que dificilmente enxergarmos nos outros, pois são essas diferenças que fazem do mundo um lugar melhor de se viver, sonhar e acreditar em un sonho.
    Pare e reflita:
    ” Você já pensou se tudo fosse azul?”

  19. 3711
    Karin Angélica Vicente – nº 19 – 6ª série B 12/08/2008 - 16:55  Add karma Subtract karma  -3
  20. Cento e vinte anos de Abolição

    Ibitinga, 12 de agosto de 2008.
    Vivemos, hoje um tempo onde muitos têm um grande defeito, o “preconceito”. Existem vários tipos de preconceitos, o mais comum é o “preconceito racial”. É triste sabermos que vivemos em um mundo tão bonito, cheio de belezas naturais, porém estragado por pessoas que acham certo a separação entre negros e brancos. Hoje já vemos muitos trabalhando e vivendo juntos, felizes, mas ainda existem muitos que têm preconceito dentro de seus corações que são como pedra. Mas temos de nos lembrar de nosso Grandioso Criador, se Ele criou pessoas de todos os tipos, raças e cores, para que ter preconceito? Se todos fizessem isto, o mundo não estaria tão dividido e sim numa união perfeita. Então se quisermos mudar o mundo, precisamos mudar nosso coração, tirando esse preconceito assim teremos um mundo melhor para viver para sempre.
    Carta destinada a todas as pessoas!!!

  21. 3710
    Vânia Reis Ferreira da Silva 12/08/2008 - 16:49  Add karma Subtract karma  -5
  22. Racismo: Por trás das máscaras

    É verdade que nossa cpnstiuição prega a seguinte lei: ” Liberdade e Igualdade” pena que essa lei não é aceitar em nossa meio. Talvez o racismo, este “nobre sentimento”, muitas das vezes esteja escondida no baú silêncio. A maioria das pessoas evita se pronunciar… dificilmente assume – mas praticam a todo tempo.
    Se olharmos em nossa história veremos que o passado reflete no presente. quem não se lembra da grande filosofia de Hittler: A “Raça pura” é predominantemente superior a outra, ou da escravidão com o caráter de dominação e submissão do povo africano?
    Organizações e instituições como a UNEGRO ( União de Negros pela Igualdade) e entre outras que lutam dia após dia por uma melhor posição. Agora vale a verdade! vale a justiça! Todos merecem um lugar ao sol!
    Portanto, é preciso que medidas governamentais na área da educação sejam realizadas: cursos de cidadania nas escolas públicas e privadas – isso ajudará a equilibrar o conflito entre as etnias e resgatar valores morais.

  23. 3709
    taisa raffa 12/08/2008 - 16:44  Add karma Subtract karma  -2
  24. Campinas,12 de agosto de 2008

    Querido papai do céu

    Meu nome é Rafael, como seu anjinho ai do céu, tenho 5 aninhos e mamãe escreve para mim,mas isso tudo você já deve saber, não é mesmo?!
    Gostaria muito de dizer que eu estou feliz como as crianças da minha idade deveriam estar, mas isso não é verdade, e é pecado mentir para o senhor.
    Eu estou muito triste e confuso, então decidi falar para você papai, porque mamãe disse que você é o único que pode me acalmar.
    Ontem meu papai do céu, eu estava no parquinho brincando com as outras crianças na caixa de areia, todas da minha cor, até que uma menininha se juntou a nós, e não entendi o porquê dela ser diferente: negra, fiquei curioso e me perguntando o motivo de ela ser de uma cor tão diferente da minha, e o que me deixou mais curioso ainda foi o porquê das mães das outras crianças irem as presas retirarem seus filhos da caixa de areia, fiquei me perguntando se a menininha estava com catapora, mas ela não tinha nenhuma bolinha vermelha no rosto, percebi então que ela estava com a mesma cara que eu fico quando mamãe não me dá o que eu quero, então para animá-la perguntei se ela queria montar castelinhos de areia , ela então virou para mim com os olhinhos cheios d’água e me disse “por que você ainda esta aqui?”, não entendi muito bem a pergunta mas respondi mesmo assim” porque eu quero brincar”. Ela então ficou em silêncio e começou a mexer na areia. Percebi que várias crianças estavam olhando para nós dois, mas nenhuma se aproximava. Então perguntei se ela estava dodói e ela me disse que não. Eu não estava entendendo tudo aquilo meu Deus, estava confuso. Se ela não estava dodói então por que as crianças se afastaram quando ela chegou, acho que ela percebeu minha confusão e disse “sabe,as outras crianças não se aproximam de mim por causa da minha cor”, ela olhou para mim e eu novamente pude ver os olhinhos dela cheios de água. Logo em seguida ela saiu da caixinha de areia . Eu fiquei lá meu Deus durante muito tempo. As crianças brancas voltaram e começaram a brincar como se nada tivesse acontecido, mas o caso é papai do céu, havia acontecido.
    Como papai do céu as pessoas podem se afastar umas das outras só por que elas são de cores diferentes? Não foi o senhor que disse que todos nós deveríamos nos amar como irmãos? Por acaso as pessoas negras não respiram, não comem e não falam como nós brancas? Por acaso elas não tem sentimentos papai do céu?.

    Com dúvidas,

    Seu filho.

  25. 3708
    Victor de Sá Nunes, nº 33 – 6ª série A 12/08/2008 - 16:35  Add karma Subtract karma  -9
  26. Ibitinga, 11 de agosto de 2008.

    Olá, meu nome é Victor.
    Estou aqui hoje para falar sobre racismo. O Brasil é um país com muitas pessoas afro-descendentes. Ser dessa etnia quer dizer ser pertencente a um povo trabalhador, cuja cultura assimilamos e que fez desse país uma Nação rica. Agora, por que o racismo? O que os racistas sentem em relação aos negros? Nós devemos ter orgulho do negro que tirado de sua Nação contra sua vontade tanto nos ensinou. É revoltante saber que há pessoas racistas. É bom lembrar que o Brasil é um país negro pela sua história. O sangue que corre nas veias de todos nós é o mesmo. Nós que somos contra o racismo devemos conscientizar as pessoas a nossa volta para que propaguem a idéia de igualdade. Tenho pena das pessoas que são racistas, pois, elas estão muito atrasadas em seu desenvolvimento como seres humanos. A todos os racistas do país aqui vai minha mensagem.

  27. 3707
    PEDRO LEANDRO DA SILVA 12/08/2008 - 16:35  Add karma Subtract karma  -6
  28. DIREITOS IGUAIS

    Há muitos anos passados, meu pai dizia que o negro não podia almoçar ou jantar onde tivesse um branco por perto, o branco ficava enojado.
    O negro não tinha direito ao descanso. Só podia trabalhar. Era obrigado a plantar, colher, fazer a queimada, tombar a terra e puxar o arado, sem reclamar.
    Quando o branco via algum negro forte, logo queria comprar ou alugar o negro para reprodutor. As negras tinham que reproduzir, caso contrário, eram sacrificadas e os negros que não reproduzissem eram castrados.
    Um bom reprodutor podia ter muitas negras na senzala, e se houvesse outro pretendente, poderiam disputar até a morte.
    Hoje, temos direitos iguais. Onde entra um branco entra, também, o negro. É claro que o negro ainda é muito discriminado. Quando um serviço fica mal feito diz-se que é serviço de preto. Não se vê muitos padres, bispos ou juizes da cor negra.
    O racismo não acabou, mais o preconceito já diminuiu bastante, e esperamos que um dia possamos dizer que ele está definitivamente extinto em nossa sociedade.

  29. 3706
    PEDRO LEANDRO DA SILVA 12/08/2008 - 16:34  Add karma Subtract karma  -5
  30. SÉCULO VINTE E UM

    Vemos que em pleno século vinte e um ainda temos pessoas que praticam o racismo contra a cor negra. Há cento e vinte anos este tabu foi quebrado, mas, vemos nas escolas os estudantes negros tendo menos oportunidades. Tendo 10 vagas numa faculdade, a prioridade é sempre dos brancos.
    O racismo fala mais alto também nas cadeias, a maioria dos encarcerados são negros.
    Tudo o quanto não presta, dizem que é trabalho de negro. Todos fazem bagunça, embriagam-se, xingam, mas, só o negro leva a fama. Vemos no meio policial: qualquer roubo, seqüestro, ou perturbação tem-se como principal suspeito, o negro e, até que alguém prove o contrário, o negro fica preso, mesmo inocente.
    Mesmo sendo honesto, o negro sofre preconceito, o racismo manda, só por causa da cor.
    A cor da pele não importa. Eu já vi negro bandido e branco assaltando e já vi preto honesto, e branco também.O que manda na pessoa é o caráter.A cor da pele não importa. Todos nós somos brasileiros e sempre digo que melhor seria se todos vivessem sem racismo, pois, o sol e a lua brilham para todos: brancos, negros, amarelos, pardos e indígenas. Querendo ou não, estamos todos juntos: no fórum, na igreja, na faculdade, na feira, em todos os lugares vivendo próximos e em sociedade.

  31. 3705
    MARIA MARQUES DE SOUZA 12/08/2008 - 16:34  Add karma Subtract karma  -9
  32. Sou uma das muitas pessoas que, neste mundo, sofrem muito por causa da cor.
    Meu sofrimento já veio de infância. Fiquei órfã de mãe e fui criada por uma madrasta. Ela era branca e meu pai era negro e estava muito doente. Não podia trabalhar para nos sustentar. Éramos quatro crianças pequenas então, tive que começar a trabalhar cedo.
    Infelizmente, só ouvia não, não e não.
    Certa vez, fui pedir emprego em uma loja e o dono ao me ver, disse:
    “-Não aceitamos negros”.Saí dali muito triste e passei a sentir ódio das pessoas “chiques”. Mudei meu comportamento, passei a usar roupas extravagantes, tipo moda afro, o que piorou a situação.
    Um dia, cansada de ser desprezada e de sofrer, peguei uma Bíblia e orei a Deus dizendo: “Senhor Deus, as pessoas dizem que o senhor está vivo, fale comigo, estou perdida e aflita, não encontro caminho”.
    Quando abri a Bíblia Sagrada, Deus me enviou uma resposta. Mostrou-me uma igreja: “Deus é amor”de Presidente Prudente, que passei a freqüentar, mudando minha vida.Nunca mais as portas se fecharam para mim.
    Hoje aprendi com Deus. O mal do homem é não conhecer a Deus, ficar sofrendo e culpando outras pessoas.

  33. 3704
    Leryan Ribeiro Halnish 12/08/2008 - 16:27  Add karma Subtract karma  -7
  34. A DESIGUALDADE RADICAL
    Sim,existe racismo em toda parte do mundo ate mesmo a muitos negros que tem racismo com a propria raça.
    A sociedade de hoje diz nao ter mais preconceitos mas par muitos isso e pura hipocresia,por ter virado crime se toleram.Vimos a desigaualdade na sociedade nao sso na raça mais financeiramente.
    Apos 120 anos mudou apenas a quantidade de pessoas negras,muitos aceitam de verdade outros por medo de um processo algunes nem estao ligando pela cor da pele.
    Por exemplo o negro tem dificuldades em obter um bom emprego mesmo tendo estudos,muitos olham primeiro a aparencia basta ser negro ja e disclasificado,deixando bem claro que nao sao todos as pessoas que pensam assim,mas o pouco faz questao mostrar a sua opiniao.
    Por isso devemo sempre lutar pela igualdade somos todos ser humano e temos direitos iguais na sociedade.

  35. 3703
    Andréia Borelli / Helberth de Souza Gomes – Kasumbe 12/08/2008 - 16:24  Add karma Subtract karma  -5
  36. Era uma vez, no ano de 2005, seres humanos da cidade de Hortolândia – SP que queriam fazer algo para que a ignorância cultural de alguns elementos da socidade em que vivem pudesse ao menos ser diminuída. O que fazer?
    A partir de um concurso lançado na cidade por uma rede de supermercados, duas professoras de uma escola da rede municipal, Andréia ( psicopedagoga, loira, 35 anos ) e Juliana ( pedagoga, negra, 31 anos ), pesquisaram e encontraram a lenda do Maculelê e resolveram ensaiar seus alunos de terceiras e quartas séries. ” Mas como fazer? Não sabemos tocar nada. ”
    Procuraram pessoas da comunidade que voluntariamente pudessem ensaiar os alunos.
    Encontraram um arte-educador, percussionista que já havia enviado um projeto para a prefeitura criado por ele junto com sua mãe – Mãe Dango sacerdotisa da Organização Cultural, Social e Beneficente de Tradições Afro-Brasileiras ” Inzo Musambu Hongolo Menha ” – Casa do Arco-Íris, e aceitou o desafio dos ensaios. Helberth de Souza Gomes – Tata Kasumbe, negro, com 34 anos e uma filha.
    Um dos critérios do concurso é que fosse algo inovador e criativo.
    Começaram os ensaios e o desafio…
    Cerca de 10 pessoas culturalmente ignorantes, espalharam pelo bairro, pela cidade, pela Secretaria de Educação, e para polícia que estávamos ensinando “macumba” na escola, quando ouviram o som do atabaque.
    A polícia veio até a escola, o figurino da apresentação incendiada, várias explicações tiveram que ser dadas até que as pessoas aprendessem a diferença de uma atividade cultural de um ato religioso. Esse grupo com 80 crianças e adolescentes representaram a lenda, ficaram em segundo lugar, perdendo apenas para uma quadrilha tradicional.
    O tempo foi passando e no dia 26 de julho de 2005 nasce o Grupo Kukina Dia Jindanji ( Dança de Raiz em bantu ) e os ensaios continuaram em forma de projeto social com dança afro, percussão, capoeira.
    O projeto saiu da escola e foi para um espaço cedido pela comunidade.
    Três anos se passaram, reconhecimento e respeito conquistado, 102 apresentações realizadas em diversas cidades como Campinas, Limeira, Paranapiacaba, Paulínia, Santo Antonio de Posse, Valinhso Vinhedo Catanduva, Mogi Mirim e Volta Redonda (RJ).
    Conseguimos hoje implantar oficinas de serralheria e marcenaria, uma mini-biblioteca e mais a dança afro, percussão e capoeira, com cerca de 60 crianças e adolescentes.
    O nosso sonho vai muito além, mas por enquanto é o que conquistamos.
    E para nós da família Kukina Dia Jindanji é uma conquista muito grande, pois não temos apoio financeiro, mas o respeito que temos da Prefeitura e Secretaria de Cultura é muito grande.
    O nosso objetivo é de divulgar e valorizar a cultura africana que tanto influenciou na formação cultural do povo brasileiro.
    Por todos os problemas de já entrentamos e que ainda teremos que enfrentar, podemos dizer que estamos vivendo felizes … no presente…

  37. 3702
    Juliana Cristina Benfica da Silva 12/08/2008 - 16:20  Add karma Subtract karma  -4
  38. Eu me chamo Juliana, tenho 13 anos. Faç parte de um grupo de dança afro e percussão, que tem como objetivo, conscientizar as pessoas que o negro tem seu respeito e valor como qualquer pessoa na sociedade.
    O racismo não é uma coisa nova, moderna. Ele vem desde o primeiro contato do homem branco com o índio, o negro, pois tudo que é diferente para o homem é motivo de crítica e preconceito, e foi por isso que muitos negros lutaram com a vida para defender suas virtudes em questão à causa.
    E hoje esse auto índice de diversas formas de racismo vem se destacando em todos os lugares.
    Andando com um amigo esses dias presenciei dois rapazes conversando sobre a tal expressão “loira burra”. Até que um deles ironicamente diz:
    ” Se loira for burra aquela ali é a mulher mais inteligente do mundo. ”
    Naquele momento passava uma mulher negra e que sem sabr de nada foi agredida verbalmente de um ato de preconceito.
    ” O racismo é uma tamanha ignor^ncia onde o próprio ser humano que se diz tão ético, usam dos piores argumentos para ofender o negro e sentir- se superior a ele.”

  39. 3701
    Timóteo Garcia da Silva 12/08/2008 - 16:08  Add karma Subtract karma  -2
  40. Campinas, 12 de agosto de 2020

    Querido amigo Johnny

    Escrevo neste dia, pois hoje faz dois anos que você foi tentar uma vida melhor fora do país.
    Tem conseguido pacientes em Seatle? As pessoas têm precisado de um bom dermatologista como você?
    Lembro do dia em que nos inscrevemos no vestibular. Você não participou das cotas, achei que fosse orgulho seu, mas era pura capacidade e assim você foi o segundo colocado em medicina e eu o vigésimo quinto em biomedicina. Neste dia você disse: ‘’- Sou igual a todos, também sou capaz.’’
    Espero que em Seatle não estejam menosprezando você como fizeram no Brasil. Você que lida com problemas na pele dos pacientes teve de encarar a cor da sua como um problema. Um tanto quanto irônico isso, não?

    Venha me visitar quando puder. Nossos amigos da faculdade e eu torcemos por você.

    Timóteo Garcia da Silva

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