Como você pode colaborar? Simples: Escreva uma carta a respeito.

Racismo: se você não fala, quem vai falar?

Caros participantes da Campanha Cultural “120 anos de Abolição – Racismo: Se você não fala, quem vai falar?”, foi lançado o livro que reune as 120 cartas selecionadas dentre as que foram publicadas neste site e enviadas via caixa postal e urnas da ação.

Abaixo seguem os nomes dos autores dos 120 depoimentos e a origem de suas contribuições.

Agradecemos mais uma vez a todos pela participação.

1.    Ademiro Alves “Sacolinha” (São Paulo – SP)
2.    Adriana da Silva (Ribeirão Preto – SP)
3.    Alex Borges da Cruz (São Paulo – SP)
4.    Alex Victor da Silva (Guareí – SP)
5.    Alexandre Ribeiro da Costa (São Paulo – SP)
6.    Alexandre Tarlei Ferreira (Campinas – SP)
7.    Aline Matos “Verônica Aline Matos Santos” (São Paulo – SP)
8.    Altamir de Souza (Internet)
9.    Amanda de Almeida Martins (Internet)
10.    Amanda Fortunato Araújo Sousa (Internet)
11.    Ana Claudia Ferreira (Brodowski – SP)
12.    Ana Paula da Silva (Jaborandi – SP)
13.    Ana Paula Paz (Internet)
14.    Anderson Oliveira da Silva (Sorocaba – SP)
15.    Antonio Luiz Junior (São Paulo – SP)
16.    Aparecida Judith Paglioni (Internet)
17.    Bárbara Kevellyn F.P.A. Pessoac (São Paulo – SP)
18.    Benedito Carlos Arruda (Itu – SP)
19.    Brenda Eloisa da Silva Vasconcelos (Cerqueira César – SP)
20.    C.R.C.F (Fundação Casa – São Paulo – SP)
21.    C.R.V ( Fundação Casa – São Paulo – SP)
22.    Caíque Lucas de Oliveira (Fundação Casa- São Paulo – SP)
23.    Caren Cristina Felipe de Oliveira (Matão – SP)
24.    Carlos José de Oliveira (São Paulo – SP)
25.    Celso Amaral Silva (Internet)
26.    Chaire Dali da Silva (Internet)
27.    Chindalena Ferreira Barbosa (Internet)
28.    Claudia Pereira da Silva Soyombo (Internet)
29.    D.B.Cursino ( Fundação Casa – São Paulo – SP)
30.    Daniele C.B. Veríssimo (Rio Claro – SP)
31.    Débora Raquel dos Santos Alves (Campinas – SP)
32.    Delvanir Alves de Souza (São Paulo – SP)
33.    Denise maria Perissini da Silva (Internet)
34.    Dileuza Maria M.Godoy (Mogi Mirim – SP)
35.    Djacelina Chrispim (Internet)
36.    Donizete Cavalcante Ruços (São Paulo – SP)
37.    Edilson Pereira Nunes (Internet)
38.    Edson Luiz de Almeida Costa (Internet)
39.    Eduardo Tranquillo (São Paulo – SP)
40.    Eliana de Lourdes Felipe (Mogi Mirim – SP)
41.    Eliel Paixão de Souza (Internet)
42.    Elisabete Aparecida Prado de Campos (Internet)
43.    Elpídia Vitalina Pinto Damasceno (Internet)
44.    Elvis Cassiano da Silva (São Paulo – SP)
45.    Erick “Poodle Favelado” Silva (Santo André – SP)
46.    Fábio Luis Araújo Seixas Junior (Internet)
47.    Fabrício Bonassa (Internet)
48.    Felipe Augusto Santana (Rio Claro – SP)
49.    Fernanda de Lourdes Neachic (Itapetininga – SP)
50.    Francisco Marcelo Campos Leonel (São Paulo – SP)
51.    Gilsinei de Jesus Freitas (Internet)
52.    Gleferson Vinicus Francisco (Fundação Casa- São Paulo – SP)
53.    Gomes (Internet)
54.    Guilherme Ferreira Fernandes (Franca – SP)
55.    Hebert Ferreira (Internet)
56.    Henrique S. da Costa (São Paulo – SP)
57.    Igor Cesar de Britos (Fundação Casa- São Paulo – SP)
58.    J.C.C.S – (Fundação Casa – São Paulo – SP)
59.    Jair Bento Quirino (Internet)
60.    Jaqueline Aparecida Schulter (São Paulo – SP)
61.    Jeferson Reis de Jesus (Mogi Mirim – SP)
62.    Jefferson José Simões (São Paulo – SP)
63.    Jéssica da Silva Morais (Itanhaém – SP)
64.    Jhonatan Vinicíus dos Santos Fernandes (Fundação casa – Franca – SP)
65.    João P de Góes Fo (Campinas – SP)
66.    Jonatas Martins Goes (Internet)
67.    Jonathan Pablo da Silva Mendes (Miguelópolis – SP)
68.    José Abílio Ferreira (Internet)
69.    José Carlos Guirado Júnior (São Paulo – SP)
70.    José Sebastião de Lima “Zé Lima do Boxe Taquaritinga” (Taquaritinga – SP)
71.    Juliana Aparecida Ribeiro (São Carlos – SP)
72.    Kamylla Santos da Silva (São Paulo – SP)
73.    Kiusam Regina de Oliveira (Internet)
74.    Laudelina Ferreira da Silva (Bebedouro – SP)
75.    Leandro Lopes Silveira (Internet)
76.    Leci Silva – Leci Brandão (São Paulo – SP)
77.    Letícia Rizzi Prescilio (Internet)
78.    Lucia Camargos (São Paulo – SP)
79.    Luis Alberto da Silva filho (Internet)
80.    Luis Carlos dos Santos Menezes (Internet)
81.    Luiz Fernando Costa de Andrade (Araraquara – SP)
82.    Luiz Gonzaga Vieira da Rocha (Taquaritinga – SP)
83.    M.P.de S (Fundação Casa- São Paulo – SP)
84.    Manoel Sena Junior (Internet)
85.    Marcelo Henrique Geremias (São Paulo – SP)
86.    Márcia Venâncio (São Paulo – SP)
87.    Maria Antonia (Internet)
88.    Maria Aparecida Bahia (Taquaritinga – SP)
89.    Marisa Edite Candinho dos santos (Internet)
90.    Marly Pimenta (Internet)
91.    Milton da Rocha Marques júnior (Internet)
92.    Natalie Aparecida Dantas Santos (Matão – SP)
93.    Rafael Nepomucerno (São Paulo – SP)
94.    Raquel Prescilia de Paula Santos (Praia Grande – SP)
95.    Regina Barros Goulart (Internet)
96.    Ricardo Dias (Internet)
97.    Roci Felippe Baptista (Internet)
98.    Rodrigo Vieira da Trindade (Internet)
99.    Rosana Aparecida Malavazzi (Internet)
100.    Rosana da Silveira (Internet)
101.    Rosana Machado (Mogi Mirim – SP)
102.    Rosilda Silva Souza (Internet)
103.    Rubens Fortti Pereira (São Paulo – SP)
104.    Sandra Aparecida Julião (São Paulo – SP)
105.    Santas de Lourdes Santos Pereira (Internet)
106.    Saulo Gomes de Oliveira (Guaraci – SP)
107.    Severina Paulino Rodrigues (Iaras – SP)
108.    Simone Cristina de Castro (Internet)
109.    Suelen de Camargo (Salto – SP)
110.    Svetlana Ogerzow (Lana) (Santo André – SP)
111.    Tainara Mateus Moyses (Barretos – SP)
112.    Tamiris C. Gomes (Matão – SP)
113.    Tatiana de Carvalho Duarte (Internet)
114.    Teresinha de Oliveira Marciano Costa (Caraguatatuba- SP)
115.    Valter de Oliveira Alves (São Vicente – SP)
116.    Vanda Maria Zanini Toledo (Internet)
117.    Vera Lúcia Cirino (São Carlos – SP)
118.    Victoria Lemos de Cerqueira (Internet)
119.    Wagner AP. Silva Moraes (Mogi-Guaçu – SP)
120.    Wesley Fábio Faustino Pereira (Piratininga – SP)

Leia as cartas já recebidas:

Páginas: « 195 [194] 193 192 191 190 189 188 187 186 185 … 1 » Mostrar todos

  1. 3880
    ROSANGELA CORREIA ARAUJO DA SILVA 19/08/2008 - 16:38  Add karma Subtract karma  +2
  2. UM GRITO PELA IGUALDADE

    Negro, branco, amarelo
    É gente!
    Gente que sorri, gente que chora
    Gente que canta, gente que acalanta
    Gente que vive, gente que sobrevive
    Igualmente, gente.
    Em toda sua essência é gente,
    Na diversidade da cor da pele,
    No tracejar dos olhos,
    Na linguagem colocada,
    No delinear do cabelo
    É isto que o torna gente!

    Então gente,
    Quando se imaginou a superioridade?
    E como brotou a indiferença?
    Em que vírgula do acaso surgiu a prepotência?
    E onde gente se achou melhor que gente?

    Volta gente, revê seu lugar
    Perceba sua estrutura,
    Gente, só pode ser igual a gente,
    Retoma tua essência, tua natureza,
    Afinal, gente é gente!

  3. 3879
    Genésio Mendes de Seixas 19/08/2008 - 14:24  Add karma Subtract karma  +1
  4. Carta aos mestres e formadores de opinião.

    Estou tentando, através desse canal disponível, divulgar os reais valores da raça negra, que por si é nobre e digna. Não vejo aqui a necessidade de substituir o termo negro por gentílicos tais como afro-descendente ou afro-brasileira. Para nosso entendimento, esses ornamentos lingüísticos pouco interferem no contexto. Afinal, a trilogia de nossa raça está aí: índio, português e negro. Com muito orgulho.
    No passar a limpo da História, aprendemos que no Sul surgiram, por exemplo, os bravos Lanceiros Negros compondo um batalhão comandado pelo tenente Joaquim Teixeira Nunes de efetiva atuação entre os farrapos contra o Império. O próprio Duque de Caxias reconheceu a bravura dessa gente nas campanhas sangrentas dos pampas.
    Na Guerra do Paraguai mais uma vez nossos irmãos semi-alforriados investiram contra Solano Lopes e deram provas de que já nutriam amor pelo Brasil. Foi despertado o sentimento de patriotismo dos negros recrutados em lugar dos filhos de seus senhores mediantes uma espécie de negociação: “se voltassem vivos ganhariam a liberdade definitiva”.
    Zumbi dos Palmares liderou uma rebelião tão conhecida no Nordeste quanto o movimento messiânico do Conselheiro, em Canudos, agindo como um general suportando a desigualdade de armamento e efetivo pessoal. Seus “lugares-tenentes” e seus companheiros de luta caíram no anonimato como ocorreu com os lanceiros do Sul – só conhecemos o nome do comandante.
    Convivendo com o branco, os escravos mantiveram artimanhas criativas para organizar processos de comunicação que escapavam do olhar atento do feitor. Inventaram equivalência entre os nomes de orixás dos rituais da macumba com nomes de santos cristãos. Os brancos acreditaram nesses “apelidos”. Ogun, por exemplo, correspondia a Santo Antônio na Bahia. Já no Rio de Janeiro a mesma entidade sobrenatural era venerada como São Jorge.
    Sendo terminantemente proibida a briga entre os escravos – que sempre conduzia à morte, vez por outra o feitor se surpreendia com dois capoeiristas indo às forras, e quando perguntava o que era aquilo, os companheiros tapeavam-no dizendo que se tratava de dança religiosa do congado. Bem, até hoje não sabemos ao certo se capoeira é dança ou luta.
    Nem a Igreja com o Santo Ofício conseguia evitar a prática do Candomblé, a cultura islamita e doutrina do profeta de Alá, que por fim entrou no Brasil pela porta do fundo das senzalas. Até o Cristianismo foi iludido sob o manto da ingenuidade dos escravos. A cultura negra no país não pode permanecer no anonimato e alheia ao ensino acadêmico para nossa juventude. É uma pena!
    Quanto à contribuição para nossa língua, para a música e coreografia não há como esconder, estão aí os termos de origens africana arraigados no vocabulário português. Quanto à música, rememoremos a canção (Canta Brasil, letra de David Nasser) composta com a pena vibrante do jornalista: “… os negros trouxeram de longe/ reserva de pranto/ os brancos falaram de amor/ em suas canções/ e dessa mistura de vozes/ nasceu teu canto/… Brasil…”.
    Em resumo, são essas memórias que devemos resgatar e cultuar – “A raça negra não é e nunca foi inferior”. As escravas (mães-de-leite) em holocausto deixaram o próprio seio para os “filhos” brancos; os homens, deram o sangue nas batalhas e o suor nos cafezais.

    Seixas D’Africa

  5. 3878
    Matheus Alves di Paula 19/08/2008 - 10:59  Add karma Subtract karma  -4
  6. O racismo é um assunto que só se toca nele quando tem algo explodindo. Mas fora isso ninguem toca , é uma vergonha para o brasil , pois um país tão desenvolvido , e tem gente aina com essa idéia na cabeça .
    Esse pensamento leva a ruínas , pois tem que se olhar no espelho e ve se realmente pensa isso.

  7. 3877
    Pe. Carlos Ferreira da Silva 19/08/2008 - 06:25  Add karma Subtract karma  -2
  8. Não entendi o por que alguns questionamentos ao Presidente Lula. Claro que o governo dele precisava melhorar 99 por cento na questão de politicas públicas e politicas afirmativas, voltadas para a questão do afro-descendente nesse pais. Isso é tão claro como o dia. Agora, de todos os que já passaram pelo planalto, nunca teve um que fizesse tanto quanto o Lula em prol dessa questão. Tanto que até o primeiro ministro negro no STF foi ele que possiblitou a entrada. A questão das cotas nas universidades outro exemplo. Então gente, convenhamos né!

  9. 3876
    Professora Maria do Carmo de Aquino Nakazone/ Djalma Pedro da Silva 19/08/2008 - 01:31  Add karma Subtract karma  -2
  10. Editorial:

    13 de maio – Abolição da escravatura -Uma data para refletir!

    Um dos problemas centrais vividos pela sociedade brasileira na atualidade reside no fato de que uma grande parcela de seu povo sofre uma enorme desvantagem em sua luta pelo emprego. E essa desvantagem acaba persistindo pelo resto de suas vidas. Dessa parcela aqueles que mais sentem são os afros-descendentes conforme estatísticas apresentadas pelo IBGE nos últimos anos.

    Embora a lei estabeleça a igualdade entre os brasileiros, o que assistimos é um enorme contingente de pessoas sendo relegado o segundo plano, sofrendo com baixos salários, más condições de moradia, educação, saúde, violência policial, discriminação, e preconceito de toda ordem e dificuldade de todo tipo para alcançar condições mínimas de emprego e reconhecimento social.

    As últimas pesquisas do IBGE-2006 reafirmam a hierarquia salarial construída ao longo do tempo, em que homens brancos têm maior rendimento médio mensal (R$ 931,50), seguidos pelas mulheres brancas (R$ 472,86), homens negros (R$ 450,70) e mulheres negras (R$ 290,50). Esse é o principal motivo da manutenção da base da pirâmide social. Fato já verificado pelo senso do IBGE em 2002 que apontava 32,1% das famílias brasileiras chefiadas por mulheres, levando em conta que as mesmas ganhavam menos que os homens, e que quando negras, os salários percebidos eram ainda piores.

    Diante dos fatos comprovados cientificamente, o debate sobre desigualdade racial e de gênero é essencial para que encontremos medidas que imponham ao governo e empregadores, pagamento de salários iguais aos que desempenham as mesmas funções, independentemente de sexo e raça.

    Como sabemos, não temos uma efetiva política pública que ofereça garantia de oportunidades as camadas populares da sociedade brasileira. Quanto aos negros, a presença da temática do racismo está presente no âmbito legal em diversos documentos como a Constituição Brasileira de 1998, que em seu artigo 5º, Inciso XLII, coloca tal prática como crime inafiançável e imprescritível, sujeito à pena de reclusão. Também na lei 10.639 que inclui no currículo oficial de ensino a obrigatoriedade da temática “História e Cultura Afro-brasileira”.

    O dia 13 de maio, assim como 20 de novembro tornam-se importantes datas para debater, refletir e construir reivindicações sobre o que de fato pode ser feito para tornar essa política uma realidade possível.

    Gostaríamos de enaltecer a todos aqueles que de uma forma ou de outra tenham reagido contra esse tipo de mazela defendendo a igualdade de oportunidade, a auto determinação dos povos, aos legítimos direitos de todas as manifestações culturais e religiosas de matriz africana.

    Grande papel cabe a escola no processo de conscientização para combater as esse tipo de desigualdade.

    Participe!

    Profª Maria do Carmo de Aquino Nakazone (história)

    Profº Djalma Pedro da Silva (Geografia)

    E.E.Romeu Montoro

  11. 3875
    Débora Tobias Tomé 18/08/2008 - 22:46  Add karma Subtract karma  -5
  12. Axé, estou muito contente em poder contribuir com a minha trajetória de vida de superação, força e coragem para essa data que entrará para a história.
    Filha de mãe divorciada, cozinheira com quatro filhos para cuidar, mulher negra e pobre.Talvez esses seriam alguns dos requisitos para determinar uma posição social de vida precária, mas não para Débora Tobias Tomé, passei por muitas dificuldades, humilhações, preconceitos, discriminação e racismo que me deixaram marcas profundas tal como diversas vezes era hostilizada na escola onde mais se sente o quanto a nossa sociedade é podre e doente, fui chamada de macaca , fedida e feia sem contar os gestos peversos.Chorei muito e até pensei em desistir de estudar.
    Mas quem é filha de Maria Luiza Tobias, mulher guerreira que criou seus quatro filhos sozinha sem nunca deixar passarem fome não desisti, persiti até o fim, continue estudando e tirando notas melhores a cada ano, terminei o colégio e já consegui uma bolsa de estudos integral, e hoje sou graduada em história e pesquisadora da Saúde da População Negra .
    E através da História compreendi que carrego no sangue a força, a coragem, a sabedoria e a liberdade que os meus antepassados tinham e que os tornaram livres e é por essa conquista de nosso povo que tenho a oportinidade de escrever a minha História de luta.
    Dizer que não sofro mais preconceitos , discriminação e racismo seria uma mentira.No entanto pego todas essas situações constrangedoras e utilizo como escada para o meu sucesso, conquista e vitória.

  13. 3874
    Tatiane Moreira Justino 18/08/2008 - 21:54  Add karma Subtract karma  -1
  14. A abolição pode ter acabado,mas só na imaginação das pessoas,de forma direta,mas infelizmente indiretamente ou melhor em oculto,vivemos em um país em que o racismo ainda é muito grande.
    As pessoas as vezes disfarçam,mas as atitudes não negam,o que sempre é dito quando alguma coisa agradavél”só podia ser preto”,as pessoas vivem a cultura antiga e não se libertam e muitas vezes nem querem,enfim, os negros não conseguem sua total independencia,eles infelizmente vivem em um mundo em que sua raça não é aprovada,e consequentemente vivem momentos desagradáveis.

  15. 3873
    Alfom Sousa 18/08/2008 - 21:30  Add karma Subtract karma  0
  16. Convido a todos a conhecerem mais a fundo a história da abolição nos LINKS relacionados abaixo. Vale a pena.
    Não perca esta oportunidade.
    Não se contente em ler apenas entrelinhas.
    Conheça mais sobre os precursores da sua história.
    A sua história tem muitos espinhos, mas cabe a cada um de nós eliminá-los um a um.
    Todas as histórias que conheço tem espinhos e sangue.
    Mantenha seu bom estado de espírito.
    Apesar de tudo o negro ainda é especialista em bom humor. Não perca nunca esta característica.
    Quem controla a sua vida e o seus objetivos é apenas você.
    Você conquista o que você quer, o que acredita e o que busca com atitudes afirmativas.
    Chore quando quiser chorar. Gargalhe quando quiser gargalhar. Mas mantenha o controle.
    Se você perde o controle alguém o assume em seu lugar.
    Então, administre o seu autocontrole. Sempre.
    Seja mais forte a cada “NÃO” que ouvir.
    Levante esta cabeça, seja forte
    Ouvir sempre o “SIM” é muito fácil. Não aceite nada fácil.
    Facilidades deixe para os fracos.
    Você tem experiência em ouvir os ” NÃOS”.
    Isto te dá a vantagem.
    Tenha princípios e valores.
    E vai que a tua parte no mundo quem delimita é apenas você. Ninguém mais. Ninguém!

    http://educacao.uol.com.br/historia-brasil/ult1689u46.jhtm
    http://educacao.uol.com.br/biografias/ult1789u684.jhtm

    Um grande abraço a todos

  17. 3872
    Tatiene Cristine Rodrigues 18/08/2008 - 20:42  Add karma Subtract karma  +1
  18. Olá amigos

    O Brasil é um país muito miscigenado e de enorme diferença sócio econômica.
    Predominam entre nós os descendentes negro-africanos,sendo por tanto grande parte da população de educação precoce e de classe econômica baixa.
    Como em todo o mundo é notório a discriminação racial pelos negros,a nao ser que os mesmos tenham conseguido se sobressair em alguma atividade cultural,esportiva,musical e outros; e com isso tenham atingido um patamar econômico invejável.Também no Brasil,embora veladamente existe o preconceito racial.
    Citamos esse exemplo típico,mas não esqueçamos que no Brasil indenpendentimente da cor ou descendência os pobres são sempre relegados a um segundo plano,dificultando-lhe o acesso aos melhores cargos nas empresas.
    Um outro exemplo é o que acontece na região Amazônica em terras demarcadas como indígenas e que o ¨Homem branco¨ insiste em invadir porque se sente uma raça superior.
    Esperamos que os nossos políticos usando de bom senso e com honestidade resolvam brevemente estes problemas.

  19. 3871
    Jessica Camargo Dezan 18/08/2008 - 14:59  Add karma Subtract karma  -1
  20. Americana, 11 de agosto de 2008.

    Caro João Paulo, hoje estava na escola e a professora passou uma redação para os alunos realizarem, cujo tema “Racismo” lembrou logo de você. Achei o tema muito ligado ao que esta passando e interessante para a nossa realidade, pois trata de um assunto polemico. Analisei a situação e cheguei a uma conclusão que as vezes o racismo vem do próprio negro, pois ele acaba impondo a condição de não ser aceito na comunidade, Porque sempre que uma pessoa diz não para um negro ele já acha que a pessoas são racistas e nem sempre elas levam em consideração a sua cor.
    Como exemplo, uma empresa que esta selecionando alguns funcionários, entre os candidatos existem varias naturalidades e cores de peles. Só que eles não irão julgar pela origem e sim pela qualificação de seu currículo. Esse seria o procedimento correto.
    Então gostaria que pensasse bem antes de maltratar qualquer pessoa, pois, eles são humanos que tem sentimentos iguais a qualquer pessoa.

    Beijos,
    Jéssica Camargo Dezan
    11/08/2008

  21. 3870
    Jeshus Ricardo Narciso 18/08/2008 - 13:17  Add karma Subtract karma  -6
  22. Muito bem falo pelo fato de ser negro velho, 49 anos não me
    acho velho mais muitos acham que sou, e o fato de ter um fi-
    lho no Reino Unido vc entende o que eu digo, muito bem fui
    em uma boite vc sabe boite, e talvez pelo fato dela saber que
    eu tenho fllho na Europa e ser negro e velho, agora eu sei
    que não posso dizer nada,começou a me humilhar a não querer
    transar comigo e tudo mais. Trouxe uma camisa inportada
    e ela mandou que joga-se fora, joguei na frente da boite depois
    fui em um bar tomei uma quente e disse para o dono do bar
    pô a menina me desprezou só porque tenho filho no exterior
    que mal eu fiz é será que é porque eu sou negro e se fosse
    branco seria diferente ai pirei, voltei lá e quando ia jogando a
    outra camisa importada o porteiro que estava lá me disse
    que um garotinho pegou e levou embora tudo bem mas
    precisava me humilhar. No bar então nem se fale sou um
    bom cantor de Karaoke mas na hora do vamos ver elas es-
    nobam,é porque sou velho e 49 anos é velhice não me sin-to
    um velho sou meio parecido com o Jorge Benjor só que
    mais novo , pô eu acho o cara o maximo. O que a de errado
    eu não entendo.

  23. 3869
    Flávia dos Santos Mendonça 18/08/2008 - 11:38  Add karma Subtract karma  -5
  24. Praia Grande, 18 de agosto de 2008.

    Prezados Senhores.
    Em 120 anos de “liberdade”, por meio da Lei Áurea, ainda podemos dizer que existe escravidão em nosso país, onde há pessoas que trabalham mais de doze horas por dia, sem condições dignas de qualidade de vida.
    É um absurdo que em pleno século XXI temos notícias que mostram, crianças e jovens sendo explorados para ajudar no sustento da família.
    A maioria dessas pessoas possui apenas o ensino primário e as crianças não têm sequer a oportunidade de um futuro melhor.
    Está no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) “que toda criança e adolescente tem direito à educação, saúde, lazer, cultura, informação e esporte”.
    Mesmo com esse percuso, podemos dizer que o Brasil é um país rico. subdesenvolvido, que está lutando para um país melhor sem escravidão e com educação qualitativa.

  25. 3868
    Chindalena Ferreira Barbosa 18/08/2008 - 00:32  Add karma Subtract karma  -1
  26. São Paulo, 17 de agosto de 2008.

    Querido/a Leitor/a

    No ano de 1998, na Escola Estadual Primeiro e Segundo Graus Júlio Pestana, quando estava no 3º colegial vivi uma experiência que jamais imaginei, na qual pretendo dividir contigo. Estudava com o mesmo grupo desde a 8ª série, neste colégio, com pequenas mudanças na turma, mas a maioria permanecia. Os laços entre todos /as já estavam bastante intensos.
    Certo dia, eu comecei a perceber que tudo de negativo que acontecia na classe à turma dos meninos dizia que era culpa do Preto, e isso foi me incomodando, tornando –se insuportável quando, na carteira atrás de mim estava o Roberto e o Paulo conversando, e Roberto dizia: “Paulo me diga quem da sua raça cresceu na vida, intelectualmente? Isso só ocorre por força física: pelo esporte ou pela cultura…”. Tanto o Paulo como eu ficamos sem palavras, de uma pessoa apresentar tais pensamentos. Também, ficamos totalmente sem argumentos para responder os ataques do Roberto.
    Filha de militantes do movimento negro fiquei particularmente sem argumentos porque todo mundo que conhecia lutava contra o sistema racista e escravocrata, portanto, não era uma história valorizada nos matérias escolares, pessoas como Nelson Mandela, Winnie Mandela, Ângela Davis, Zumbi dos Palmares, Martin Luther King, Panteras Negras, falar dessa história poderia não fazia sentido para aquilo que estava afirmando Roberto, ao super valorizar o ser branco e desvalorizar o ser negro.
    Sentia-me muito solitária e comecei a questionar as vantagens da consciência racial, se ela não era posta em prática, minhas notas escolares despencaram diante dessa situação que me fazia muito mal.
    Como filha de pais militantes do movimento negro busquei ajuda de pessoas que poderiam realizar palestras na minha escola, falei com a professora e combinei com o palestrante do cursinho para prestar vestibular comunitário que estudava aos finais de semana. Este não foi e não deu satisfação de sua ausência, impossibilitando esta ação na sala.
    A partir desse dia passei a reparar a atitude dos rapazes para entender os motivos da mudança de tratamento com Paulo. Descobri que os rapazes estavam incomodados porque o Paulo “ficou” com uma garota, Renata, isso mexeu com as relações raciais da sala de aula, de forma consciente para alguns e inconsciente para outros. Consciente para aqueles alunos que justificavam a inferioridade do negro e da população negra e inconsciente para aqueles que apenas reproduziam aquilo que parecia uma “brincadeirinha”.
    O mal estar que vivenciei naquele período tento superar no meu cotidiano, atualmente, realizo palestras e oficinas sobre relações raciais e história da população negra. Esta experiência negativa serviu como motivação para a minha ação consciente cotidiana no intuito de diminuir o número de pessoas que se calam diante de uma situação de discriminação racial por falta de desconhecimento da história brasileira.
    Hoje, há o dia 20 de novembro, em que se comemora oficialmente o dia nacional da consciência negra, em homenagem ao Zumbi dos Palmares. Como há também, a lei 10.639 que obriga o ensino da história e cultura da população negra brasileira e africana, quebrando assim, uma omissão antiga do Estado e da sociedade brasileira com a população negra.
    O meu sonho é um dia nas nossas escolas os alunos poderem entrar sem serem prejudicados com a auto estima abalada por não se ver representado nos materiais didáticos, na fala dos / das professores/as de maneira positiva de modo que isso não comprometa a construção de um projeto de vida. Te ofereço uma poesia que me inspira, mesmo nos momentos que isso parece nunca acontecer de Elisa Lucinda, uma poetiza brilhante.

    A conta do sonho – Elisa Lucinda
    Quanto custa um sonho?
    Alguma coisa ele sempre custa.
    Muitas vezes muitas coisas ele custa,
    Outras vezes outros sonhos ele custa.
    Não importam os percalços, os sacrifícios,
    os espinhosos enredos.
    Não importa.
    Uma vez vivido,
    O sonho está sempre num ótimo preço!

  27. 3867
    Marcus V O Nascimento 18/08/2008 - 00:00  Add karma Subtract karma  -2
  28. Vamos comemorar!
    Você não consegue sentir os 120 anos de abolição no ar?
    O que não?
    Só porque logo após a abolição aqui nessa terra os ex-donos de escravos já pediam indenização para o governo quanto a suas perdas, aí próximos a serem indenizados o então ministro da fazenda Rui Barbosa manda queimar todos os livros do governo em que tinha registros de escravos para o governo não ter que pagar nada. E aí 120 anos depois os atuais donos de escravos entram com ações na justiça já que estão novamente injustamente sendo prejudicados com essa onda de cotas para negros para estudarem.
    Vamos comemorar!
    Você não consegue sentir os 120 anos de abolição no ar?
    O que não?
    Só porque um dos homens que a maioria da grande sociedade brasileira, isso é os que tiveram a chance de estudar, consideram o maior líder que essa, assim chamado pelos mesmos, “nação” já teve continuou em 1945 a política nacional de genocídio “amigável” contra o povo africano assinando decretos como o de nº 7.967, artigo 2º, mostra isso: “atender-se-á, admissão dos imigrantes, a necessidade de preservar e desenvolver, na composição étnica da população, as características mais convenientes da sua ascendência européia, assim como a defesa do trabalhador nacional”.
    O que você não sabe da política nacional de genocídio “amigável”? Vou te explicar: com o fim da escravidão e o início dessa grande era em que nós vivemos que o negro não mais é mal tratado pelos europeus e seus descendentes, a industrialização do Brasil iria começar, mas e os trabalhadores para as fábricas? E os agricultores para as lavouras? Simples, importamos japoneses (porque no fim das contas nem eles são brancos não é mesmo) para trabalhar nas lavouras, e mais europeus para trabalhar nas fábricas. Assim nos negros se matam nas senzalas, opa quer dizer favelas, opa quer dizer comunidades, para sua sobrevivência, e assim teremos uma classe média de descendentes de europeus e uma parcela mínima de descendentes de japoneses. Mas e os negros que mesmo assim conseguirem chegar em lugares que a grande maioria da população branca do país não consiga chegar mesmo depois de 350 anos de escravidão e 120 anos de abolição?
    Há, aí ele vai acabar criando mulatinhos, pois depois de chegar aonde eles querem chegar, não vão enxergar nada de bom em seu próprio povo então toda a nossa propaganda em massa, opa isso é sistema educacional em conjunto com o nosso sistema de comunicação será completamente moldado para mostrar como a Europa é linda, como a África é faminta, e como os Japoneses fazem parte da nossa gente.
    Vamos comemorar!

  29. 3866
    Brunna Uccella Andrade de Castro 17/08/2008 - 20:20  Add karma Subtract karma  +1
  30. Desde a promulgação da Lei Áurea, datada de 1888, houve muitas mudanças em nosso país. Abandonamos a mão-de-obra escrava; o país, já aberto a novos mercados com o fim do Pacto Colonial, dinamizou sua economia; e industrializou-se até chegarmos ao patamar atual. Porém, infelizmente, permaneceu enraizado em nossa cultura o racismo proveniente do século 19. Mesmo sendo um crime inafiançável perante a lei (Lei Caó de 1988), o preconceito racial é considerado natural, partindo do ponto de vista da maioria da população. Qual a razão que faz o racismo predominar em um país que há 120 anos aboliu a escravidão?
    O fim da utilização de mão-de-obra escrava no país teve como pano de fundo vários motivos: pressão da Inglaterra, por ver os escravos como um possível mercado consumidor para seus produtos e por querer prejudicar o açúcar brasileiro, que concorria com o britânico produzido na Índia; devido ao aumento do número das revoltas coletivas e do movimento abolicionista; e também um motivo pouco explorado – o do projeto de ‘embranquecimento da nação’, que seguia idéias vindas do darwinismo social. Partindo do último motivo, percebemos que o próprio ato de abolir o trabalho escravo já estava fundamentado em um preconceito racial – o de crer que europeus eram, baseando-se em pesquisas científicas, superiores aos negros.
    Porém, não é tão necessária uma retomada histórica para perceber que o fantasma do racismo perdura em nossa sociedade. Basta analisar situações cotidianas – sátiras, partidas de futebol, ambientes de trabalho. Esta análise mostra que a sociedade, neste aspecto, não apresenta sinais de evolução. Em um país que, culturalmente, apresenta fortes influências da cultura negra, é inaceitável que o racismo ainda exista. A escravidão, na lei, não é mais permitida no Brasil; mas tais situações acabam aprisionando e privando de oportunidades as pessoas vítimas dessa intolerância, tal como sofriam os escravos no passado. O racismo influencia até na formação educacional do negro. Grande parte dessas pessoas não tem condições de ter um ensino de qualidade. E o governo, tentando melhorar tal desigualdade, implantou o sistema de cotas nas universidades. Será que esta atitude não reafirma ainda mais o preconceito? Será que, por trás de uma ineficiente política para melhorar a educação, não está a idéia de que os negros não podem competir de igual para igual com o resto da população?
    Para conseguirmos finalmente superar essa barreira que só proporciona atraso para o país, é preciso repensar a nossa sociedade. É necessário adquirir consciência de que a cor da pele não influencia no que a pessoa é. Só quando o racismo for esquecido, poderemos dizer: o Brasil aboliu a escravidão.

  31. 3865
    Digenir Chaves Fugazza 17/08/2008 - 19:02  Add karma Subtract karma  -1
  32. Prezados Amigos

    Quando do inicio desta “Campanha Cultural”, pensei que seria alguma coisa seria, mais hoje passado dois meses deste dito “Campanha Cultura”, me parece que caimos em alguma brincadeira.Pos alguem já viu alguma campanha que não tem data para encerrar.Não fazem nehuma exigência e qualquer coisa aqui e colacada.Senhores responsaveis por esta campanha e uma brinaceira para ver o povo negro se expor?Quando isto vai acabar e qual sera a conclusão, será que teremos alguma resposta.Estou acreditando que não.

  33. 3864
    Caio Barandas 17/08/2008 - 17:48  Add karma Subtract karma  -4
  34. E Aee Negaoo,

    Como vai ai na Africa?
    Desde de que deportaram todos os Negros do Continente Americano para ai a vida aqui ficou uma Droga!

    Vamos ao que interessa,mando-lhe esta carta para que fique atento pois o Governo Ditadorial de NazigolinO declarou a iniciativa do exterminio ai no continente.Eles começarao pela parte Norte.Entao dessa com sua familia para o Sul para que nao sofrao mais ainda.

    Espero que tudo isso um dia acabe…

    Se cuide Amigo
    Grande Abraço

    Caio,07 de Setembro de 2048

  35. 3863
    3° serie A e Pofessora Abiude Moraes de Ataide da EE Dr. Aristides Augusto Fernandes 17/08/2008 - 17:40  Add karma Subtract karma  -3
  36. Após 120 anos de abolição da escravatura, existe sim racismo no Brasil, mas não deveria já que todos dizem que somos iguais perante Deus! Nós acreditamos nisso, mas é só perante Ele porque muitas pessoas não respeitam os negros. Isso acontece porque pensam como antigamente tratando-os como inferiores. Mas hoje em dia, não existe preconceito apenas pela cor da pele, pois se o negro tem dinheiro ele é respeitado mesmo uma pessoa que seja racista não terá coragem de descriminá-lo já se ela for pobre será descriminada pela sua classe social que acentua ainda mais o racismo. A verdade é que no Brasil o racismo está escondido, porque as pessoas dizem que ele não existe, mas só quem já sofreu ainda é que pode falar. Quem nunca ouviu uma história de racismo? Não encarar o problema não ajuda em nada,devemos respeitar as diferenças, e falar sempre no assunto, pois essa é a melhor maneira de acabar com o racismo.

    3° Série A (EE Dr. Aristides Augusto Fernandes) e Professora Abiude Moraes de Ataide

  37. 3862
    Bruna de Oliveira Almeida 17/08/2008 - 15:49  Add karma Subtract karma  -3
  38. Bem depois de tantos anos da abolição… ainda nao caiu a ficha q não a diferença entre os seres humanos.A não ser pela classe social e pelo caráter …poxa eu já tenho 20 anos ou seja duas décadas e ainda nem tenho emprego.Muitas das vezes eu ligo p fazer entrevista e quando ve veem me dizem q a vaga já foi preechida .Mas com se eu acabei de desligar o telefone…Mas tudo bem eu achava q o preconceito iria acabar quando Hitller morreu…Mas eu acho q o preconceito nao estava nele e sim nas cabeças mau formas das pessoas.Que pena…

  39. 3861
    Nilva Bonfim 17/08/2008 - 15:47  Add karma Subtract karma  -4
  40. Falar sobre racismo é viver novamente na epoca do decobrimento do Brasil em l500, eu sempre falo que a Lei aurea ficou no papel, muita coisa que resolveriam a vida das pessoa continua oculta, muitas desumana como daquele tempo.
    Hoje apesar da vida estar melhor existe algumas pessoas que vivem na epoca da escravatura, sem direito a nada e sofrendo mais do que nunca, num mundo que falamos em democracia, agora eu pergunto a todos onde esta os direitos previstos na nossa Constituição que é de 1988 e até agora o direito dos trabalhadoes não foram regulamentados.
    Onde estão os grandes senhores que fazem a lei sem dar direito das pessoas exercerem os poderes que tem direito para sua sobrevivencia. Sabe quando vejo um trabalhador passando fome e trabalhando para ganhar um salário minimo, me sinto infeliz, porque colocamos politicos para fazer lei e melhorar as condições dos brasileiros, somente querem ganhar uma fortuna e nada fazer. Ai eu digo que mundo é esse que diferença existe entre as pessoas, a raça, que são simbolizadas a cor do cidadão.
    Hoje apesar de tudo convivemos com grande racismo a todo momento, pessoas que dizem que não são racista, mas tem atitude a mais imoral do mundo.
    Devemos lutar pelos nossos direitos e fazer valer o que diz a nossa constituição. Todo brasileiro tem direito de ir e vir, só que num pais comoesse que não valorissa o trabalhador e quer somente seu sangue não pode ter o verdadeiro amor de Deus.
    Deus deixou tudo para nos vivermos como cidadões humanos, mas muitas vezes atropelamos até a natureza, abrimos um buraco no seu coração e começamos a destruir o que Deus criou com muito amor.
    Falamos de amor e esquecemos de praticar o bem entre as pessoas, para fazer um mundo melhor cheio de dignidade e compreensão.
    Quando a abolição dos escravos está longe de aontecer estamos vivendo a escravatura na mão de grandes senhores feudais e os servios estão cada vez mais pobres e sem direito a vida com respeito.
    Precisamos abolir novamento a escravatura tornando as pessoas nobres e com direito a tudo que Deus deixou.
    A juventude de hoje tem o dever de criar um mundo melhor sem diferenças porque somos todos filhos de Deus sem nenhum defeito, porque os erros praticados por nos mesmos Deus sempre nos perdoou e sempre abriu portas para todos sem distinção.
    O homem continua buscando a Deus e sempre praticando coisas que ele jamais gostaria que nos praticassemos entre os seres humanos.
    O racismo esta nas nossas atitudes, portando a partir de hoje vamos cobrar nossos direitos a vida, fazendo valer as leis existente no nosso mundo. Vamos tornar daqui para frente um mundo igual para todos, porque somos todos iguais perante Deus, portanto não existe diferençã no ser humano, quem faz somos nos, vamos acreditar num mundo melhor para todos.
    Assim poderemos exergar e viver um mundo novo e melhor para todos, e continuar sonhando cada vez mais com esse paraiso, praticando somente o amor.

Páginas: « 195 [194] 193 192 191 190 189 188 187 186 185 … 1 » Mostrar todos